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Este mundo que vem e vai, moderno, a geografia tenta explicar, e ele continua rodando, dando voltas sem parar. Sem encontrar a maneira mais certa ou menos errada de engrenar. As invenções levam a informação, porém excluem a maioria. O Estado resolve intervir. Mas a favor de quem? Dos que mais precisam ou dos que mais têm? É global, é geográfico, tem categorias, mas sobretudo é desigual. Pensar os homens, o meio, a produção, conceituar, mas na verdade a tentativa pode ser outra: fazer aceitar. Entender as necessidades dos homens? Ao que nos propomos afinal? A necessidade é sempre a mesma, sobretudo viver, dialeticamente entre as contradições e a falta de condições. O capital se acumula, as classes de reproduzem, mas e a miséria e a fome? Que resolverá o problema tal? O Estado, qual? O que ensinamos é o que reproduzimos. E nós, a quem estamos servindo? A nós mesmos, ao que acreditamos ser “certo” ou ao que nos impuseram? Se o “certo”, neste caso traz mudanças, que elas venham sedentas por justiça, cheias de nossas esperanças. Mas, sobretudo que não sejam iguais às velhas lembranças. |