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Dr.J.C.F. da Diniz da Gama

     A abordagem psíquica de nossos pacientes é fundamental, não só para os homeopatas, mas para todo o clíico geral e até os especialistas. Para nós homeopatas não se trata de pretender transformar a Homeopatia em panacéia e abolir a ação do psiquiatra ou do psicoterapeuta, mas diagnosticar com alguma precisão e certificar-se do que é possível fazer ao paciente.
   Suponhamos um cliente que apresenta como quadro dominante uma depressão, exibindo uma situação desesperada, com dúvida a respeito do sentido de sua vida. Frente a esse quadro, somente com esses sintomas não dá pra chegar a um diagnóstico, e sem diagnóstico não é prudente definir um tratamento. Pode ser uma tendência depressiva de um caso de psicose maníaco-depressiva, ou o estado depressivo de um neurótico, como em um caso de neurose da puberdade, por exemplo, ou simplesmente a pergunta que um homem normal não consegue responder.
    Em se tratando de um sintoma psicótico, onde existe uma alteração funcional, e freqüentemente com lesão neuronal definida, a abordagem deverá ser psiquiátrica, com medicamentos apropriados. O homeopata poderá atuar perfeitamente, buscando o remédio mais adequado dentro da totalidade sintomática. Haverá um tropismo do medicamento pela lesão ou alteração funcional.
 A abordagem psíquica de nossos pacientes é fundamental, não só para os homeopatas, mas para todo o clíico geral e até os especialistas. Para nós homeopatas não se trata de pretender transformar a Homeopatia em panacéia e abolir a ação do psiquiatra ou do psicoterapeuta, mas diagnosticar com alguma precisão e certificar-se do que é possível fazer ao paciente.
Suponhamos um cliente que apresenta como quadro dominante uma depressão, exibindo uma situação desesperada, com dúvida a respeito do sentido de sua vida. Frente a esse quadro, somente com esses sintomas não dá pra chegar a um diagnóstico, e sem diagnóstico não é prudente definir um tratamento. Pode ser uma tendência depressiva de um caso de psicose maníaco-depressiva, ou o estado depressivo de um neurótico, como em um caso de neurose da puberdade, por exemplo, ou simplesmente a pergunta que um homem normal não consegue responder.
     Em se tratando de um sintoma psicótico, onde existe uma alteração funcional, e freqüentemente com lesão neuronal definida, a abordagem deverá ser psiquiátrica, com medicamentos apropriados. O homeopata poderá atuar perfeitamente, buscando o remédio mais adequado dentro da totalidade sintomática. Haverá um tropismo do medicamento pela lesão ou alteração funcional.
       No caso da neurose, deverá ser procurada a causa desencadeante. A abordagem mais adequada seria a psicoterapia. Ainda aqui, pode ser utilizada a Homeopatia, que atuaria mala como profilática para eventual distúrbio psicossomático. Nesta circunstância, a medicina convencional   tem utilizado os antidepressivos, que só servem para fazer com que os pacientes não perturbem seus familiares e o médico.
     Quando o paciente não for nem psicótico, nem neurótico, não poderá ser transformado em um destes e receber o tratamento preconizado. Ele é simplesmente uma pessoa normal, que não consegue responder a pergunta que a vida lhe fez. Aqui o médico terá que se colocar na posição de um homem, mais além do que significa a medicina tradicional. Além de toda a avaliação psicopatológica. Nesta situação, nem a psiquiatria, nem a psicoterapia, nem a Homeopatia promoverá algo de benéfico.      Não há nosologia. Neste caso, estaria indicada a Logoterapia ou Análise existencial, que atua não através de transferências afetivas, mas com atitudes espirituais sobre o conflito espiritual que ocorre no paciente.
      Não há medicamento alopático, homeopático, ou de qualquer outra natureza que atinja a espiritualidade de uma pessoa.   
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