Infinito Desejo.
(Gonzaguinha).
Ah, infinito delírio chamado desejo,
Essa fome de afagos e beijos,
Essa sede incessante de amor.
Ah, essa luta de corpos suados,
Ardentes e apaixonados,
Gemendo na ânsia de tanto se dar.
Ah, de repente o tempo estanca,
Na dor do prazer que explode,
É a vida, é a vida, é a vida, e é bem mais.
Esse teu rosto sorrindo,
Espelho do meu no vulcão da alegria,
Te amo, te quero, meu bem não me deixe jamais.
E eu sinto a menina brotando da coisa linda
Que é ser tão mulher,
Oh santa madura inocência,
O quanto foi bom e pra sempre será.
E o que mais importa é manter essa chama
Até quando eu não mais puder,
E a mim não me importa nem mesmo se Deus não quiser.
Ah, infinito delírio chamado desejo,
Essa fome de afagos e beijos,
Essa sede incessante de amor.
Ah, essa luta de corpos suados,
Ardentes e apaixonados,
Gemendo na ânsia de tanto se dar.
Ah, de repente o tempo estanca,
Na dor do prazer que explode,
É a vida, é a vida, é a vida, e é bem mais.
Esse teu rosto sorrindo,
Espelho do meu no vulcão da alegria,
Te amo, te quero, meu bem não me deixe jamais.
E eu sinto a menina brotando da coisa linda
Que é ser tão mulher,
Oh santa madura inocência,
O quanto foi bom e pra sempre será.
E o que mais importa é manter essa chama
Até quando eu não mais puder,
E a mim não me importa nem mesmo se Deus não quiser.