Matérias

 

Nesta sessão você vai encontrar matérias reais, feitas por Thiago Linguanoto Silveira, sobre Armas Biológicas e o que realmente ha por trás delas.


  RESIDENT EVIL: Nem tudo passa de ficção... 

  No mundo globalizado de hoje, não podemos esperar mais nada a não ser o caos e a irracionalidade humana. 


   Raccoon Forest, 1998. Um jogo que teve uma data inicial e até agora não terminou... As feitorias e bravuras dos membros do grupo especial S.T.A.R.S. do Departamento de Polícia de Raccoon City arrastaram milhares de admiradores pelo mundo, alguns talvez pela perfeição do jogo. Outros suponho pela beleza de Jill Valentine ou pela garra e força de Chris Redfield. Outros ainda pela coragem de Leon Kennedy chegar na cidade infestada de zumbis para seu primeiro dia de trabalho ou ainda pela delicadeza de Claire Redfield à procura de seus irmão Chris. 

   O motivo pelo qual o game arrastou multidões não é covalente. Pelo menos no meu caso, o motivo foi diferente. Tudo bem... eu até gostei do jogo, dos personagens, das situações de medo... mas o que mais me chamou a atenção foi que o jogo pode ter sido embasado num episódio negro de nossa história: a Guerra Fria. Parece estranho, mas eu explico. 

    Todos nós sabemos que a Guerra Fria foi sacudida pelo intenso atrito da bipolaridade mundial dos EUA e da ex-URSS. Pois bem... sabe-se também que a guerra acabou quando o sistema socialista foi desmantelado no ano de 1989. Tudo ok... mas qual a relação da inimizade dos países com o jogo? 

    A resposta é simples, clara, e, talvez, assustadora. Com o colapso socialista em 1989, os “podres” e os segredos guardados outrora pela KGB (Agência de Espionagem Russa) vieram à tona. A cada “bomba” estourada, via-se de mais perto o que acontecera na Guerra Fria. E, em um desses “estouros”, descobriu-se o seguinte: na época correspondente ao governo de Kruschev ao de Gorbachev, foi desenvolvido em laboratórios russos um vírus. Mas não pense que o mesmo era um simples qualquer. Era um vírus que mesclava a varíola e o ebola. Sejamos realistas, amigos... se ambos vírus tem um alto poder de destruição, juntos então causariam um estrago! 

   Mas o pior vem agora: descobriu-se que o vírus foi desenvolvido, mas até agora não se sabe onde ele está.    Cientistas receiam que o mesmo esteja em mãos de terroristas. Se a hipótese proceder, os danos seriam incalculáveis: bastaria 1 dia para o planeta inteiro estar contaminado. 

    O importante é tomarmos uma posição ambivalente a respeito dos fatos. Não podemos somente acusar a ex-URSS. Os EUA também devem ter seus “podres”, que talvez ainda só não vieram à tona porque o capitalismo não entrou em colapso (ainda). Sabe-se somente que existe um departamento especial do exército norte-americano incubido de coletar e calatogar vírus (não sabe-se se eles desenvolvem as tais armas biológicas). Pois bem, o sistema de classificação é o seguinte: os vírus são catalogados em níveis de contaminação e danos, que variam de 1 a 4, respectivamente. (O número um seriam os menos nocivos e o 4 os mais nocivos). Cada número corresponde a um laboratório, cujo qual os vírus são armazenados. 

    Até aí tudo bem... mas posso te fazer uma perguntinha óbvia? Em qual sala está o vírus do HIV? Se a resposta foi no laboratório 4, você ERROU! Ela está na sala 2! O que será que existe nas salas 3 e 4, se o vírus do HIV é o mais nocivo que conhecemos? 

    Pois bem... depois de tudo isso, meu caro amigo, você deve estar se perguntando: o que é que eu estou fazendo aqui se eu vim procurar alguma coisa à respeito do Resident Evil? E eu te responderei: o game não é totalmente ilusão. Sabemos que existem muitas Umbrella Incorporations por aí afora, e, se um vírus cair em mãos erradas, podemos viver sim o caos retratado no jogo. Não creio que haja um vírus que torne as pessoas zumbis, mas sim pior: as armas biológicas matam as pessoas antes de qualquer coisa, e não vejo meio possível para realizar um advento que transforme um ser humano em um zumbi irracional e carnívoro. Espero que tenha gostado da matéria, e agradeço a pouca hora perdida lendo minhas pobres linhas... 



Sem mais, fico por aqui. 

Thiago Linguanoto Silveira

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