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Curso Contadores de                      
Histórias    


COMO SE CONTA UMA HISTÓRIA?                              
COMO UMA HISTÓRIA É CRIADA?                    
POR QUE CONTAMOS HISTÓRIAS?          

"É preciso saber o que contar, quando contar, como contar e para quem contar." A relação afetiva com a história, a prática do ensaio, a pesquisa como uma constante, o espaço da improvisação, a improvisação com a platéia, a abordagem da ilustração, a pausa como pontuação, contar como um misto de doar e receber, a contação como presente escolhido, as histórias que saem dos livros, fonte de todo o encantamento do qual o contador é um mero instrumento.... Serão temas abordados neste curso.

PÚBLICO ALVO:

- Professores
- Arte-Educadores
- Recreadores
- Contadores de histórias
- Estudantes
- demais pessoas interessadas
em "brincar" com as palavras.

OFICINAS:

- EXERCÍCIOS DE MEMORIZAÇÃO;
- PRÁTICAS DE RECURSOS AUXILIARES;
- NARRATIVAS (VARIAÇÃO);
- ETC.

INVESTIMENTO:

R$ 40,00

PALESTRANTES:

André Ribeiro
Angélica Vargas

DATAS E HORÁRIOS:

08  de novembro de 2003 (SÁB)
08h às 18h
total de 9 horas

LOCAL, INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:


Primeira Igreja Batista - Curitiba - PR
R. Bento Viana, 1200 - Batel
Depósitos: Bradesco, ag. 1723-0, c.poup. 13636-0
Informações: (41)342-4347 r.208 / (41)9121-2826

Agilize! Pegue AQUI a ficha de inscrição
Envie-a para o fax (41)244-8149


PROGRAMA:

FORMAÇÃO: a desinibição, o ato de narrar, o estilo, as variações de narrativas, a colocação de voz, a ocupação cênica do espaço, a expressão corporal na devida medida, os recursos auxiliares, a interação como o grupo.

PREPARAÇÃO: A escolha da história, a técnica de incorporação de repertório, exercícios de memorização, a seleção de uma sessão, a escolha do ambiente, técnicas de relaxamento.

ASPECTOS CONCLUSIVOS: A relação afetiva com a história, a prática do ensaio, a pesquisa como uma constante, o espaço de improvisação, a interação com a platéia, a abordagem da ilustração, a pausa como pontuação, a poesia encantada da narrativa, contar como um misto de doar e receber, a contação como presente bem escolhido, as histórias saem dos livros, fonte de todo o encantamento do qual o contador é um mero instrumento.

 

 

 

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