Práticas VODU

- Pasmem ao ler esta reportagem. Chorem e clamem a Deus, porque desde há muito esta obra de iniqüidade anda solta. Humilhem-se a Deus, levantem a voz ao Deus vivo, que não estará surdo aos teus clamores.
- O fundo negro não é para inspirar terror, artimanha que o inimigo do nosso Deus adora fazer-nos, a saber, colocar este sentimento de medo e desamparo, tirando a fé, a certeza de um Deus todo-poderoso e sempre-presente que na verdade está cuidando de mim e de você a cada momento.
- O fundo negro reflete o luto de um coração partido ao ver pessoas assim distantes do conhecimento de Deus. Reflete as trevas, densas trevas em que elas estão. Reflete o luto e a dor que há no coração, no puro e amável coração de Deus, um Deus verdadeiro, que sofre de amores por sua mais linda criação - o homem, feito à sua imagem e semelhança.
- Clame, clame por pessoas que levem as letras claras da verdade libertadora expressa pelo próprio Senhor Jesus a estes que vivem na escuridão e sombra da morte. Disponha teu coração, teus recursos e tua vida ao Deus vivo que pagará justamente a cada um conforme suas obras; e abundantemente a ti pela tua renúncia, se feita por amor!
- Em nome do nosso poderoso Senhor, que deseja que todos reconciliem-se com Deus mediante o sacrifício de amor que Ele fez por nós, amém (isto é, assim seja)!


Um dos segmentos místicos multimilenares, em voga ainda hoje, é o vodu.

Segundo a tradição, Maio é o mês do vodu: Em New Orleans, Haiti, San Martin, Jamaica, ou entre as tribos nômades dos desertos da Núbia ou Marrocos. Neste período ressoam com mais intensidade os tantans (tambores típicos).

Vodu, apesar de pouco popular no Brasil, vem de tradições milenares. Há conhecimentos de tais cultos a imagem, ou bonecos de pasta de arroz, há 3.000 anos antes de Cristo na China de Lao-Tsé. Entre os Gregos e Romanos eram frequentes os atos de enfeitiçamentos através de estatuetas manipuladas por feiticeiros, que podem ser comprovados através da leitura dos poemas de Ovídio ou as bucólicas de Virgílio, onde há referências de feitiços amorosos e criminais através de pequenas estatuetas. A própria Lex Cornélia (Código de Leis da Grécia Antiga, também utilizada com certos complementos pelos Romanos) atesta este fato, por sua terminante proibição de feitiços através de bruxarias em estatuetas. No Código Penal do Haiti, o artigo 246 refere-se ao crime de manipulação de cadaveres e magia de bonecos. No Estado da Louisiana, Estado Unidos, também há referências ao crime de tais práticas em seu Código Penal.

O escritor e etnólogo francês Alfred Metraux, confirma em seu livro "Os Mistérios do Vodu", que, principalmente no mês de Maio, as evocações e os rítmos contagiantes dos tambores, transformam em pesadelos as noites dos fazendeiros da Louisiana e os militares do Haiti.

Segundo o bruxo Mabo Bantu, "as pessoas que declinam para cultos de vodu, ou outros segmentos da magia primitiva, geralmente buscam obstinado amores, paixões, riquezas ou até mesmo 'mudança de destino'. Tudo isso vem de segredos do antigo Egito, de até 8.000 anos antes de Cristo, ou mesmo de nações mais antigas. Um dos elementos que mais associa a magia tradicional multimilenar, é a prática e a teoria do vodu, a arte mística das estatuetas. Os Egípcios temiam de tal maneira o poder dos feitiços nas estatuetas, que chegavam a ocultar o próprio nome, para evitar que o poder dos bruxos fosse ampliado. O orador e filósofo grego Platão, neste período do ano, se dedicava a confecção mágica das estatuetas. Aristóteles, também confeccionava as tais estatuetas com argila, para seu pupilo o conquistador Alexandre O Grande, durante as campanhas militares, com as características dos inimigos."

A mais recente alusão ao vodu, que popularizou em todo o Mundo, foi a última tournée da banda de rock Rolling Stones, com o albúm "Voodoo Loumge", cujo lider Mick Jagger se apresenta caracterizado de Baron Cemitiére, uma das entidades mais temida do vodu.

Outro fato curioso foi o incidente na Casa Branca, epicentro da política Mundial, quando do início da primeira gestão do Governo de Bill Clinton. Durante o golpe militar no Haiti, surgiu nos jardins da Casa Branca um "despacho" de vodu, numa cena dantesca de muito sangue, velas multicoloridas, fitas coloridas, animais mortos e um boneco com as características do Presidente todo espetado de alfinetes.

Após a Constituição de 1.988, o Brasil tornou-se um dos principais alvo de novas tendências religiosas, filosofias ecléticas e estranhos dogmas. Principalmente pela sua extenção, pela falta de estrutura cultural e social de seu povo e, pelo domínio exclusivo, até então, da Igreja Católica. Mas indiscutivelmente Mabu Bantu é o único que detém os mistérios e práticas multimilenar do vodu, que diverge até dos ritos caribenhos com seus sincretismos e mudanças dogmáticas político-social, que há muito se perdeu das tradições dos nativos escravos de Daomé.

Mabo Bantu proclama a eficácia da intervenção da magia para o bem, seja por motivo amoroso, financeiro, profissional, ou a proteção a saúde, até a operação mágica chamada aporte, que pode ser traduzido como transportar bruxarias, por piores que sejam, do lugar onde estão, para a frente da pessoa e desmanchá-la. Seguindo a tradição secular de seus antepassados em seus rituais Moro-Andaluz.


Voltar à página principal
Página criada por Edemar Antonio dos Santos
Última alteração: 02-out-97

Hosted by www.Geocities.ws

1