Canibalismo e Feitiçaria no Gabão

- Infelizmente esta é a realidade do Gabão.
- Felizmente esta realidade está mudando pela presença de Jesus Cristo, o Deus vivo e atuante, através de seu povo!
- Acompanhe um trecho da carta dos missionários Árlis e Ana Elisa, que estiveram neste país agorinha, em agosto de 1997:


De São Tomé partimos para o Gabão. O país é um dos mais prósperos da região e é estável politicamente. O clima é semelhante a São Tomé apenas mais abafado. O que assusta no Gabão é o alto índice de feitiçaria, tradições animistas, sacrifícios humanos, e canibalismo ritual.

Ouvimos de várias pessoas que, especialmente em épocas de eleições e vestibular, é comum ver no jornal notícias com fotos de corpos encontrados sem cabeça e sem os órgãos sexuais - característica de sacrifícios em feitiçaria. Há testemunhos nas igrejas de crianças que foram livres de serem sacrificadas por estranhos clamando pelo nome de Jesus.

Um crente procurou um pastor brasileiro que conheci e pediu oração pois sentia-se mal desde que em uma festa de casamento comera carne humana. O pastor abismado perguntou se a pessoa sabia que estava comendo carne humana. O "crente" respondeu que sim, e que comeu apenas porque fazia parte das "tradições" daquela etnia. Para eles comer carne humana tem um forte significado espiritual de receber a vitalidade e a força da pessoa sacrificada.

Por ser uma ex-colônia fancesa, e a França ser tão envolvida por bruxaria, acho que esta é a única explicação de como isto ainda acontece em nossos dias.

Mas, onde abundou o pecado superabundou a graça... e o país está abertíssimo para o Evangelho, o povo muito receptivo - provavelmente por conviver tão de perto com as trevas - e as igrejas estão crescendo bastante.

Este pastor brasileiro com quem conversei, pastor Marques da Igreja Deus é Amor, me contou que há sete anos está na África, já esteve em 12 países lá, mas nunca viu um com um povo tão sedento e receptivo como no Gabão. Contou-me que com quatro meses a igreja implantada já era autosustentada, e agora, com pouco mais de um ano, tinha freqüência de cerca de 1200 pessoas, programas de rádio, e um orçamento mensal de cerca de U$18 mil.

Nossa equipe - três brasileiros e um santomense - está lá há dois anos e tem atuado nos evangelismos, hospitais e asilos, apoio às igrejas, e treinamento missionário. Já ganharam um terreno do governo e estão preparando-se para construir a base missionária.


Árlis Abad Maximiano, Ana Elisa Maximiano e filhos Davi e Karina.
Missionários de JOCUM.

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Correspondências para JOCUM, Cx. Postal 524, Belo Horizonte - MG, CEP 30161-970
Fone (031)398-1488 r.226 ou 233. Fax (031)398-1166

Querendo abençoar financeiramente esta família, deposite sua contribuição em nome de Arlis Abad Maximiano:
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Última alteração: 15-set-97

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