MI POESIA NO SON LAS PALABRAS

Mi poesía no son las palabras, sino la interpretación de sentires. De aquellos que son comunes a las palabras, que no distinguen idiomas. Nada es extraña en esos sentires y no hay equívocos. Una sonrisa no es smile, no es sorriso ni sourire. Es un sentir que nace de lo mas profundo del hombre. Manos...... enteras apretadas, no son hands ni tampoco mãos, sino, que son la transmisión de desgano, de fuerza de intenciones y de abrazos. ¿Como se podría traducir una mirada, con palabras de cualquier idioma.? Si ahí esta tu alma. ¡¡¡¡¡¡¡Esta todo ahí ¡¡¡¡¡¡¡ En ella están los besos, las manos tomadas, el aquí estoy y las sonrisas y está el silencio. Entonces mírame con tus ojos claros ..... Tendré tus manos, tus besos, tu sonrisa, tendré tu alma y tu silencio. No necesito idiomas, ni traducciones. Yo sé conocer todas las palabras del idioma de tu mirada y en ella estás toda conmigo. MINHA POESIA NAO SAO AS PALAVRAS Minha poesia não são as palavras, mas sim a interpretação de sentires. Daqueles que são comuns às palavras, que não distinguem idiomas. Nada é estranho nesses sentires e não existe equívocos. Um sorriso não é smile, não é sonrisa, nem sourire. É um sentir que nasce do mais profundo do homem. Mãos.... inteiras apertadas, não são hands nem tampouco manos, são a transmissão do não ter ganas, de força, de intenções e de abraços. Como se poderia traduzir um olhar com palavras de qualquer idioma? Se ali está a tua alma. Está tudo ali!!!!!!!!! Nela estão os beijos, as mãos dadas, o aqui estou, os sorrisos e está o silêncio. Então olha-me com teus olhos claros. ....Terei tuas mãos, teus beijos, teu sorriso, terei a tua alma e teu silêncio. Não necessito idiomas, nem traduções. Sei conhecer todas as palavras do idioma do teu olhar e nele estás toda comigo.

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