LOS RIOS ZIGZAGUEANTES

Los ríos zigzagueantes en sus bajadas, parecen sin destino como si ellos no supieran donde llegar Toman curvas, senderos de sombras, se encuentran con el calor del día o con la oscuridad de la noche. Ellos se detienen a veces a jugar con los árboles a conversar con la luna, a fabricar saltos con las montañas, a pintar arco iris en las cascadas Mi andar hacia ti, como los ríos, hace caminos de zigzag Todos mis sentidos saben a donde llegar Me encuentro con cada detalle tuyo y detengo mi andar para jugar con ellos A veces mis manos juegan a ser viento y desarman tu pelo En otras es mi boca la que salta jugando con tus colinas. Mis ojos siempre conversan con los tuyos los míos entran en los lagos de tus pupilas Entonces tus ojos se bañan desnudos en las aguas quietas de los míos. Los ríos en caminar ebrios se unen a otros ríos para ser mas completos sumar fuerzas y combinar colores El río se prepara para el estallido final En mi marcha de desvíos mis sensaciones primeras se van uniendo a otras como lo hacen los ríos Toman los sentires tuyos para mezclar aromas Para unir los arroyos tuyos y los míos Y juntan mis palabras con tus susurro Nos vamos llenando: de nuestras voces, de nuestras aguas unidas,de miradas, de lunas y de la alianza de nuestro movimiento. El río sabe desde que nace que su camino es el mar Que el encuentro con él, es la entrega total El río se hace uno con el mar Desde la primera sensación que asoma en mi Sé que mi llegada es a tu mar, lleno de olas y de vaivenes En mi llegada final a ti siento la llegado tuya y nos hacemos uno.... Yo desaparezco en ti, y tu te confundes en mi Te entrego mis lamentos, recibo tus ayes Me regalas tu rostro de sorpresas, te doy el mío apasionado Siento el calor de tus manos, Me das el estampido final de tu oleaje Te entrego mis olas, convertidas en lluvia te transmito la ternura de las mías Me das el estampido final de tu oleaje Te entrego mis olas, convertidas en lluvia. OS RIOS ZIGUEZAGUENTES Os rios ziguezagueantes nas suas baixadas, parecem sem destino como se eles não soubessem aonde chegar. Fazem curvas, trilhas de sombras, se encontram com o calor do dia ou com a escuridão da noite. Eles se detém a brincar com as árvores, a conversar com a lua, a fabricar cachoeiras com as montanhas, a pintar arco-íris nas cascatas. Meu andar até você, como os rios, faz caminhos de ziguezague. Todos os meus sentidos sabem aonde chegar. Me encontro com cada detalhe seu e detenho meu andar para brincar com eles. Em certas ocasiões minhas mãos brincam de ser vento e desarranjam seus cabelos. Em outras, é minha boca a que salta brincando com tuas colinas. Meus olhos conversam com os seus: os meus entram nos lagos de suas pupilas então os seus se banham nus nas águas quietas dos meus. Os rios em seu caminhar bêbado se juntam com outros rios para ficar mais completos, somar forças e combinar cores. O rio aguarda a explosão final. No meu andar de desvios, minha sensação primeira junta-se a outras, como o fazem os rios. Tomam seus sentires para misturar cheiros, para unir os córregos seus e meus, e juntam minhas palavras com teus sussurros. Vamos nos emchendo de nossas vozes, de nossas águas misturadas, de olhares, de luas, da aliança de nosso movimento. O rio sabe desde que nasce que seu caminho é o mar, que o encontro com ele é a entrega total. O rio faz-se uno com o marDesde a primeira sensação que aparece em mim eu sei que minha chegada é a teu mar cheio de ondas e de vaivens. Em minha chegada final até você eu sinto a sua chegada e nós nos tornamos um. Eu desapareço em você e você se confunde em mim. Eu te dou meus lamentos e recebo teus ais. Você me presenteia seu rosto de surpresas eu te dou o meu apaixonado. Eu sinto o calor de tuas mãos, transmito para você a ternura das minhas. Você me dá a explosão final de suas ondas eu te entrego as minhas transformadas em chuva.

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