A veces creo no tenerte porque la distancia está entre nosotros o porque en las tardes no te encuentro. Pero como no tenerte a pesar de las distancias o de mis tardes solas si estás en mis manos que te conocieron tanto Mis ojos han tomado el color de los tuyos de tanto mirarte Tu voz está en mis oídos que todo lo convierten en tu voz Tu aliento esta conmigo en el viento y me envuelve con los aromas de mujer convertida en torbellinos o quieta como nuestras noches quietas en las cuales solo fuimos miradas Tus manos no tienen distancias, ellas siempre me alcanzan y las mías están esperándolas siempre Tu boca está en cada sensación que tengo, y en las caricias que me entrega el tiempo cuando camina O en los momentos en que el sueño me toma En que ninguno de mis sentidos se opone, como cuando tu me invades y me haces tuyo. Te tengo siempre, aun en tu distancia está cada una de las cosas tuyas en el mundo mío. Às Vezes eu Creio que Não te Tenho Às vezes eu creio que não te tenho porque a distância está entre nós ou porque nas tardes eu não te encontro. Mas como não te ter apesar das distâncias ou das minhas tardes solitárias, se estás nas minhas mãos que te conheceram tanto Os meus olhos tomaram a cor dos teus de tanto olhar-te, Tua voz está nos meus ouvidos que tudo transformam na tua voz Teu hálito está comigo no vento e me envolve com os aromas de mulher convertida em redemoinhos, ou quieta como nossas noites quietas nas quais fomos só olhares Tuas mãos não têm distâncias, elas sempre me alcançam e as minhas estão esperando-as sempre Tua boca está em cada sensação que tenho, e nas carícias que me entrega o tempo quando caminha Ou nos momentos em que o sonho me toma, em que nenhum dos meus sentidos se opõe, como quando tu me invades e me fazes teu. Te tenho sempre, mesmo à distância cada uma das coisas tuas está nesse mundo meu
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