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 Capítulo 4 - Final Paul abre os olhos e percebe que está novamente na cela da Delegacia. Surge o Carcereiro acompanhado de dois guardas e abre a cela.
PAUL
O que é dessa vez?
CARCEREIRO
O Delegado quer falar com você novamente...
Paul se levanta e vai junto com eles
SALA DO DELEGADO
Paul ao entrar na sala leva um susto ao ver John Fuller com hematomas no rosto, bastante machucado, sentado diante deles sob os olhares sarcásticos do DELEGADO e de mais três policiais.
DELEGADO
Lembra do seu amigo Fuller, senhor Stanley?
John apenas olha para ele com uma expressão de desespero
PAUL
Por que fizeram isso com ele?
DELEGADO
Não consegue imaginar? David Buttler é encontrado morto com o que parece ser um tiro numa casa abandonada na cidade. Nenhuma pista sobre a arma do crime. O que foi aquilo, senhor Stanley? Um ajuste de contas? O que ele devia para você e Fuller? Nosso amiguinho aqui teve certa dificuldade em nos contar...
PAUL
Não tivemos nada com isso...
DELEGADO
testemunhas viram você saindo da casa. E logo depois o corpo dele é encontrado. Nunca aconteceu coisa parecida aqui em Norton Bates. Não até a chegada de Fuller e você. É claro que as mortes devem estar relacionadas..
PAUL
Mortes?
DELEGADO
Scott e Margareth Herman. Benjamin e agora David Burton. Você e Fuller tiveram contato com todas essas pessoas e logo depois elas aparecem mortas. Qual é o segredo, senhor Stanley?
PAUL
Não tenho nada a ver com essas mortes...
JOHN (Enfraquecido)
Não adianta... Estamos perdidos...
PAUL
Mas não tivemos nada a ver com isso...
DELEGADO
Você foi visto conversando no bar com Fuller assim que chegou na cidade, senhor Stanley. O garçom nos disse que vocês pareciam bastante íntimos...
PAUL
Não foi nada disso. Ele se aproximou de mim para me alertar sobre o que encontraria de fato aqui...
DELEGADO
Fuller já estava sendo observado por sua conduta sempre tendenciando a desmoralizar a imagem da cidade. E junto com o senhor, fez com que os fatos estranhos acontecessem..
JOHN
Não adianta, Paul... eles não aceitam o que estamos dizendo...
DELEGADO
Pense bem, senhor Stanley. Estamos lhe dando a chance de refletir se o melhor não é mesmo contar toda a verdade sobre vocês e o que querem aqui...
O DELEGADO faz sinal para os guardas que carregam PAUL e JOHN de volta as respectivas celas.
INT.DA CELA
Ela acaba de ser trancada pelo carcereiro tendo Paul em seu interior. Ele percebe que John está na cela ao lado.
PAUL
Por que nos trancaram separados? E justamente um ao lado do outro?
CORTA PARA...
...CELA DE JOHN
JOHN
Nada parece fazer sentido aqui. Descobrimos que esse lugar não é o que aparenta... E pelo visto vamos acabar pagando por isso.
CORTA PARA...
...CELA DE PAUL
PAUL
Desde o dia que cheguei aqui, você tentou me alertar. Mas não dei ouvidos... E agora...
CORTA PARA...
...INT. CELA DE JOHN
JOHN
Confesso que não sei o que vai ser de nós. Estamos num lugar repleto de ACONTECIMENTOS DESCONHECIDOS. Começo a sentir medo
Neste momento, JOHN começa a ouvir um som estranho. Como se muita água começasee a se aproximar.
JOHN
Paul!! Está ouvindo isso? Está ouvindo?
Inexplicavelmente não obtém resposta. Começa a se assustar e a gritar enquanto sua voz começa a ecoar.
JOHN
Guardas! Guardas! O que está havendo? O que está havendo? Guardas!!Guardas!! Que barulho é esse?
O som se propaga pelo ambiente até que JOHN percebe que está acontecendo uma enchente. Desesperado ele volta a gritar pelos guardas mas não obtém resposta.
JOHN
O que está acontecendo?!!! Socorro!!! Socorro!!!
A água começa a entrar pela grade da cela e JOHN acuado começa a ver a cela ser inundada rapidamente pela força da água. Logo, a cela está tomada pela água e JOHN inutilmente tenta nadar e não consegue. A água rapidamente toma conta do local e JOHN começa a se afogar.
...INT. CELA DE PAUL
O local inexplicavelmente está sêco. PAUL está gritando por JOHN sem obter resposta após Ter ouvido seus gritos.Começa a chamar os guardas e também não consegue ouvir nada. Repentinamente um barulho chama a sua atenção. É um som semelhante a chocalhos de cobras. PAUL começa a se desesperar e a se lembrar do dia em que estava correndo na floresta e caiu num buraco cheio delas. Se desespera ao ver cobras entrando pelas grades da cela. Grita desesperadamente pelos guardas mas não obtém resposta. Acoado, ele vai para o canto enquanto parece Ter a alma invadida por sua fobia. Neste momento, começa a ouvir uma voz ecoando pelo corredor da DELEGACIA:
VOZ
Precisa se lembrar quem é!!! Precisa se lembrar quem é!!!
Ao olhar para o teto, vê que está cheio de cobras prontas para pular em cima dele. Começa a gritar por JOHN e os guardas sem obter resposta. É neste momento que vê o corredor sendo invadido também por cobras por todos os lados. Elas começam a se enroscar por todo o corpo de PAUL que grita em desespero sem nada poder fazer. Com o seu corpo sendo tomado por elas e totalmente em desespero, ele cai no chão enquanto cada vez mais tem o seu corpo tomado pelas ameaçadoras cobras. Mais uma vez a a voz ecoa pelo ambiente.
Precisa se lembrar quem é!!!
PAUL com o corpo totalmente tomado pelas cobras e com apenas o rosto de fora grita desesperado
CORTA PARA...
INT. DE UM LOCAL DESCONHECIDO
PAUL abre os olhos e assustado tenta se livrar das cobras. Ao se dar conta de onde está, percebe-se em um outro local tendo seu corpo envolvido por vários fios presos em seu tórax.
Ele se levanta ainda assustado e percebe que está num local de iluminação branca e que os fios em seu peito estão ligados a um aparelho que mede seus batimentos cardíacos e sua pressão arterial. Neste momento nota que está em uma cama e que outras 5 estão lá com pessoas deitadas nela sendo que os aparelhos conectados a estas pessoas estão desligados.
PAUL por contsa própria se solta dos diversos fios e sai da cama ficando de pé. Percebe uma certa dificuldade em andar, como se estivesse há muito tempo deitado.
Curioso vai até as outras camas que possuem o nome gravado das pessoas que ali se encontram. Elas estão cobertas e isso desperta sua curiosidade.
Ele vai até a primeira cama e se surpreende ao ler o nome de SCOTT HERMAN gravado na cama. Descobre a pessoa da cama e reconhece ser o prórpio SCOTT. Ele repete a mesma coisa com as outras pessoas e descobre que ali estão os corpos sem vida de MARGARETH, BENJANIN, DAVID BUTTLER e JOHN FULLER.
PAUL mais uma vez parece confuso e olha para o local onde está. Neste momento, ouve alguém mexer na porta para entrar e rapidamente se esconde.
Entra um HOMEM com uniforme de enfermeiro com uma prancheta na mão e ao se aproximar das camas, nota a falta de PAUL . Neste momento, PAUL num gesto rápido sai debaixo da cama e se atira nele. Dá dois socos no HOMEM fazendo-o desmaiar. PAUL está desesperado e resolve sair de onde estava.
CORREDOR
PAUL sai num corredor e caminha em busca da saída do local. Neste momento, um outro HOMEM também de roupa branca, idêntico a um dos policiais que estava em NORTON BATES chama a atenção dele e pergunta aonde ele vai. PAUL mais uma vez desnorteado, corre pelo corredor enquanto o HOMEM dá o alarme.
PAUL correndo avista uma porta e arrisca passar para o outro lado.
EXT. DO LOCAL. – Noite
PAUL sai do local e percebe que estava numa espécie de casarão e que se encontra em um jardim. Avista de costas para ele mais um homem vestido de segurança. ELE vai por trás deste HOMEM e sem que ele espere, pula em cima dele dando-lhe dois socos e seguida e se apoderando da arma que ele carregava. PAUL começa a correr e percebe estar na parte da frente do jardim enquanto vê que o local é cercado por grades. Mais adiante, está uma espécie de AMBULANCIA parada com alguém que parece ser o MOTORISTA dela. Neste momento, outros seguranças e homens com uniformes de enfermeiros saem da casa e avistam PAUL. ELE corre em desespero até o motorista e o ameaça com a arma que tomou do segurança pedindo as chaves do veículo. O MOTORISTA obedece e PAUL rapidamente entra na AMBULÂNCIA e dá apartida enquanto tentam se aproximar. ELE rranca com ela e com violência atravessa as grades que parecem frágeis diante do veículo.
Mais adiante, na frente da casa se encontra uma placa com a descrição em letras tridimensionais:
Clínica Psiquiátrica Norton Bates
ESTRADA
A ambulancia com PAUL no volante passa por ela. Seus olhos estão trêmulos e a visão ainda um pouco embassada. Parece sentir um estranho efeito de algo. Perde a direção e o veículo sai da estrada indo parar em um matagal. PAUL bate com a cabeça no volante e desmaia..
FADE
Um som de porta de veículo se abrindo. O plano abre e vemos 2 HOMENS retirando PAUL que continua desfalecido da ambulancia e colocando-o no chão. UM deles examina se PAUL ainda vive e sinaliza para os outrso que sim. PAUL começa a mover a cabeça e a delirar
PAUL(delirando)
Norton Bates...
HOMEM 1
Não entendo o que ele diz...
HOMEM 2
Ele parece muito fraco...
PAUL (Ainda delirando)
Norton Bates... Norton Bates...
FADE
INT. DE UM OUTRO LOCAL DESCONHECIDO
PAUL abre os olhos e se levanta assustado. Vê diante dele um HOMEM DE MAIA IDADE e de óculos fundo de garrafa.
HOMEM DE MEIA IDADE,br>
Calma, agente Stanley. Estrá tudo bem...
PAUL (Surpreso)
Agente Stanley?
HOMEM DE MEIA IDADE
Não se preocupe pelo fato de não se lembrar quem é. Isso faz parte do processo que passou...
PAUL
Do que está falando?
Neste momento se aproxima dele uma BELA JOVEM que beija seu rosto
BELA JOVEM
É bom te ver de novo. Temia que isso nunca mais acontecesse.
HOMEM DE MEIA IDADE
Bobagem, Mary. A programação mental que coloquei no agente Stanley foi para que ele nunca sofresse uma amnésia total. Este esquecimento parcial logo passará.
PAUL STANLEY
Se importariam de me dizer quem são vocês?
HOMEM DE MEIA IDADE
Essa bela jovem é na verdade sua parceira. A Agente Mary Fisher.
MARY apenas sorrí para ele.
HOMEM DE MEIA IDADE
Eu sou Freddy Burlock. Médico e terapeuta para assuntos especiais do Bureau.
PAUL
Vocês sào agentes federais?
FREDDY
Nós somos, Paul. Você foi designado para investigar a terapia aplicada pelo Doutor Norton Bates em sua clínica psiquiátrica. Ficou se tratando com ele até que ele resolveu colocá-lo em sua mais ousada e certamente equivocada experiência. O que ele chama de Método Bates. Criando em seus pacientes uma espécie de Hipnose coletiva cujo objetivo principal seria fazê-los acreditar que estavam em um lugar para se curarrem de seus mais profundos traumas.
MARY
O problema é que várias mortes passaram a ocorrer na clínica e o Doutor Bates sempre se defendendo das acusações de que a causa mortis era de fato seu método terapêutico.
PAUL
Norton Bates... O nome do dono da clínica!!! Não dá pra acreditar que estive em um mundo virtual...
FREDDY
Chame do que quiser, Paul. Mas você sobreviveu. O Doutor Bates está aguardando seu julgamento. Você é a testemunha chave. Desculpe Ter feito você usar seu trauma real de cobras no dia em que perseguia um foragido da justiça e caiu numa espécie de abismo onde uma grande quantidade delas se concentravam lá . Mas com isso foi fácil fazer com que você se infiltrasse na clínica e fizesse parte da experiência. Mas o importante é que você foi encontrado com vida e cuidamos de você para que testemunhasse contra tudo isso.
PAUL
A quanto tempo estou de volta?
MARY apenas olha para FREDDY
FREDDY
Quer mesmo saber? Quarenta e cinco dias.
PAUL fica surpreso
MARY
O Julgamento é daqui a duas semanas...
FREDDY
Até lá você vai descansar sob nossos cuidados...
PAUL recosta na cama. Fica pensativo com tudo que acabou de ouvir.
FADE
INT. TRIBUNAL
É o dia do julgamento. Diante do JUIZ, dos JURADOS e do PROMOTOR, está PAUL que olha para DR NORTON BATES no banco dos réus. Ele tem o mesmo rosto da cidade imagináriade NORTON BATES.
O PROMOTOR se dirige a PAUL
PROMOTOR
Senhor Stanley. O senhor é testemunha dos trabalhos terapeuticos do Doutor Norton Bates que resultou na morte de cinco pessoas?
PAUL
Sim...
O ADVOGADO do DR BATES se levanta
ADVOGADO
Portesto, merittíssimo! Ele está induzindo a testemunha com palavras afirmativas sobre as consequencias do trabalho de meu cliente
JUIZ
Protesto negado. Continue, promotor...
PROMOTOR
Senhor, Stanley... Conte-nos o que testemunhou quando se infiltrou na clínica...
PAUL respira fundo se preparando para o relato, enquanto olha sério para o DOUTOR BATES que também o encara. Com um olhar de que tudo pode acontecer.
INT. QUARTO DA RESIDÊNCIA DE MARY FISCHER
PAUL acorda meio sobressaltado. Vê diante dele MARY se aproximando com o jornal que possui na capa a seguinte manchete:
Tribunal adia sentença de DR NORTON BATES
MARY
Isso é um absurdo!
ELA joga o jornal para o colo de PAUL
PAUL
É de fato um absurdo. Esse homem é um louco. Eu sou testemunha viva de tudo que vivi e acabei acreditando ser aquela cidade.
MARY se aproxima e senta na cama em frente a ele.
MARY
Como se sente? Prometi ao Doutor Burlock que traria você pra minha casa depois da alta pra continuar cuidando de você.
PAUL
Me sinto como se meu cérebro fosse um jogo de quebra-cabeças
MARY (Olhando neste momento fixo nos olhos de PAUL)
Queria te fazer uma pergunta delicada...
PAUL
Claro...
MARY
Antes de você ir para a clínica investigar tudo. Você dormiu aqui em casa e acabou acontecendo um papo que pela primeira vez falava de nós dois...
PAUL neste momento passa a encará-la. Os dois se olham com uma certa intensidade.
MARY
Mesmo diante do que aconteceu... Isso ainda está em você?
PAUL apenas a encara. Os dois aproximam seus rostos e se beijam ardentemente.
MARY tira sua blusa e sutiã enquanto ajuda PAUL a se despir. Logo os dois estão na cama iniciando um ritual para fazerem amor. MARY vem por cima dele e cavalga em seu corpo enquanto PAUL é puro delírio e parece não conseguir tirar os olhos dela. Neste momento, percebe que os olhos de MARY ficam diferentes e seus braços transformam-se em cobras. PAUL está visivelmente apavorado e grita por socorro. O corpo de M,ARY se transforma em cobras de diversos tipos que envolvem todas as partes do corpo de PAUL imobilizando-o na cama, enquanto ele já está em total desespero.
MARY mantém em PAUL um olhar perverso e diante disso, ela se transforma no DOUTOR NORTON BATES.
DR BATES
Seja bem vindo, Paul Stanley, ao seu pesadelo sem volta.
Dizendo isso, seu rosto se transforma no rosto de uma Naja que tenta morder PAUL a todo custo.
PAUL se surpreende ao perceber todas as cobras que o envolvem enquanto saem do corpo da suposta MARY, estouram diante dele libertando-o como se fossem atingidas por algo.
INT. SALA DA CLÍNICA BATES
PAUL abre os olhos e mais uma vez se levanta percebendo estar numa cama e novamente ligado aos aparelhos da clinica. Diante dele DE arma em punho está MARY e mais três agentes que olham para o chão. PAUL mesmo que ainda confuso olha também e vê o DOUTOR NORTON BATES caído com um tiro na nuca. MARY vai até ele e enquanto PAUL vai se livrando dos fios, os dois se abraçam. PAUL continua visivelmente assustado.
PAUL
Como me acharam?
MARY
Ele ficou três dias fora. No mesmo tempo em que você sumiu... O réu e a testemunha desaparecidos? Achei que algo estava errado. É claro que ele iria tentar de novo.. desconfiei logo que ele de certo havia te sequestrado. A clínica é o único lugar que ele teria como te induzir ao transe novamente.
PAUL assustado mais uma vez olha para o corpo sem vida do DR BATES .
FADE
RODOVIÁRIA
Um ônibus de turismo está estacionado no local. PAUL se abraça a MARY e a FREDDY no embarque.
FREDDY
Tomara que tudo isso passe rápido.
PAUL
Essas férias depois de tudo que passei vieram a calhar. Vai ser bom voltar a minha cidade natal...
FREDDY
Vamos sentir sua falta, Paul.
PAUL mais uma vez abraça MARY e pega sua mala se preparando para entrar no ônibus. Sente vontade de voltar e novamente se aproxima de MARY
PAUL
Mate uma curiosidade minha?
MARY
Claro...
PAUL
O que aconteceu no dia em que dormi em seu apartamento?
MARY parece ficar sem entender a pergunta
PAUL
Esqueça...
ELA mais uma vez abraça ela, pega sua mala e entra no ônibus que já se preparar para partir.
A placa do ônibus de turismo indica que seu destino é a cidade de WINSTON FALLS.
FADE
Ainda com a tela escura, é possível ouvir o som do ônibus de turismo chegando.
INTERIOR DO ÔNIBUS
Sendo acordado pelo motorista, no fundo do ônibus está PAUL.
MOTORISTA
Chegamos, senhor...
PAUL (despertando)
Nossa! Eu acho que dormi demais...
MOTORISTA
Fez uma boa escolha... Não existe lugar melhor que este... Pelo menos na minha opinião...
PAUL neste momento se assusta com o que acabou de ouvir. Fica sem coragem de olhar na janela
PAUL
Onde estamos?
MOTORISTA
Como assim? Já chegamos no destino final...
PAUL sente um desespero invadindo seu peito, segura no MOTORISTA com certa violência.
PAUL
Quie lugar é esse? Responda!
MOTORISTA (assustado)
Winston Falls, senhor...
PAUL respira aliviado.
PAUL
A minha cidade natal...
Vai ao bagageiro e pega sua mala. Enquanto o MOTORISTA permanece olhando assustado para ele.
EXT. RODOVIÁRIA DE WINSTON FALLS
PAUL sai do ônibus com uma expressão feliz. Contempla por alguns instantes o local onde está. Vê um táxi parado e vai até ele. Entra no táxi que dá a partida.
A imagem é deslocada para um outro ponto na RODOVIÁRIA mostrando que ali se encontra im busto de alguém importante. Na lápide temos a seguinte inscrição:
Pela dedicação, competência e grande contribuição para esta cidade, nós de Winston Falls prestamos esta homenagem. Obrigado por tudo, DR NORTON BATES
Acima da inscrição encontra-se o busto de NORTON BATES.
FADE
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