(NARRADOR): - NO CAPÍTULO ANTERIOR, BEM, FOI O PRIMEIRO CAPÍTULO. CLARO... VOLTANDO, LITERALMENTE DESCERAM O BARRACO NA RUA. O JOSÉ DEU UM BERRO E AINDA LEVOU UM FORA DO PAI DE RODOLFO. E PRA COMPLETAR... (Marquinho) (encarando): - Ih, vai encarar? Vai encarar? José dá um soco na cara de Marquinho. (Marquinho): - Ah, você me paga seu infeliz. Marquinho tenta dar um soco em José que se esquiva. (Rodolfo): - Caramba. O Zé não levou o soco. É o fim do mundo mesmo. DE NOITE, ESTÃO TODOS NA RUA SENTADOS. (Anderson) (olhando para o céu): - Essa atitude do Marquinho foi exagerada demais. (Rodolfo) (bebendo refrigerante): - Ah, Anderson. Pára de ser o defensor dos fracos e oprimidos. Zezinho merecia uns socos mesmo. (Marcelo) (olhando para Rodolfo): - Mas não levou nenhum. (Marcos) (deitando-se no chão): - O Anderson tá certo, gente. Pra que ficar brigando? (Rafael) (fazendo força com o braço): - Eu pelo menos posso mostrar meus dotes do Jiu Jitsu. (Anderson) (irônico): - Dotes? Você corre de tudo e todos, Rafael. É medroso pra caramba. (Marcelo): - Daqui a pouco o Marquinho aparece aqui e vai dizer que enfiou a porrada no Zezinho. E... (Marquinho) (fazendo os gestos): - Viram naquela hora em que eu dei um soco que pegou na cara do Zé? (Marcelo) (levantando-se): - Me desculpa, mas não vi em momento algum você fazer isso. (Marquinho) (ficando sério): - O que quer dizer com isso? Acha que estou mentindo? (Marcelo) (rindo): - Sim. É claro que está mentindo. Marquinho dá um empurrão em Marcelo. Marcos se levanta. (Marcos) (encarando): - Vai bater nele? Vai? (Marquinho): - Ah, me desculpe. Esqueci que o namorado dele está aqui. Ficou com ciúmes? Não quero beijar o Marcelo... só quero dar umas porradas nele!!!! (Marcos) (gritando): - Se voltar a dizer isso... quem vai te bater sou eu!! Anderson puxa Marcos e o senta na calçada. Marcelo fica observando Marquinho voltar para dentro de casa. (Rafael) (sentando-se na calçada): - Marquinho é muito cínico. Caramba... merecia um trofeu. (Rodolfo) (amassando a lata de refrigerante): - Ele mente com tanta facilidade. Incrível! (abraçando o Marcos) Ainda bem que nosso amigo aqui não deixou sair outra confusão. (Marcelo): - Se criar confusão com o Marquinho vem o pai a mãe, o irmão, o avó, a avó e até o papagaio para tirar satisfações. (Anderson): - É melhor esquecermos isso. Iremos ao cinema amanhã então? (Marcos): - Claro. (Marcelo): - Que horas? (Rodolfo): - 16:00 saímos daqui para pegar a sessão das 17:10 e garotas . (Rafael) (rindo): - Com essa banha? O máximo que você pega é o Free Willy. Todos riem. NO DIA SEGUINTE, ESTÃO TODOS PRONTOS PARA IREM AO CINEMA. (Marcelo): - Vamos? (Anderson): - Vamos. Eles atravessam a calçada e quando estão passando por um telefone público. (Anderson) (lendo um papel): - Marcelo e Marcos são namorados. (Marcos): - O que? Eles voltam e vêem o papel. (Rafael): - Só pode ter sido uma única pessoa. (Marquinho) (chegando até eles): - E fui eu mesmo quem fez isso. (NARRADOR): - A CHAPA VAI ESQUENTAR NO PRÓXIMO CAPÍTULO. ESTOU ANCIOSO PRA VER O QUE O AUTOR VAI FAZER COM ESSE MARQUINHO. TOMARA QUE LEVE UMA SOVA DAQUELAS BEM DADAS. MAS NO CAPÍTULO 03 DE “ENTRE AMIGOS” SABEREMOS. ATÉ LÁ. |
|||