CAPÍTULO 2


(NARRADOR): - NO CAPÍTULO ANTERIOR, BEM, FOI O PRIMEIRO CAPÍTULO. CLARO... VOLTANDO, LITERALMENTE DESCERAM O BARRACO NA RUA. O JOSÉ DEU UM BERRO E AINDA LEVOU UM FORA DO PAI DE RODOLFO. E PRA COMPLETAR...

(Marquinho) (encarando): - Ih, vai encarar? Vai encarar?

José dá um soco na cara de Marquinho.

(Marquinho): - Ah, você me paga seu infeliz.

Marquinho tenta dar um soco em José que se esquiva.

(Rodolfo): - Caramba. O Zé não levou o soco. É o fim do mundo mesmo.

DE NOITE, ESTÃO TODOS NA RUA SENTADOS.

(Anderson) (olhando para o céu): - Essa atitude do Marquinho foi exagerada demais.

(Rodolfo) (bebendo refrigerante): - Ah, Anderson. Pára de ser o defensor dos fracos e oprimidos. Zezinho merecia uns socos mesmo.

(Marcelo) (olhando para Rodolfo): - Mas não levou nenhum.

(Marcos) (deitando-se no chão): - O Anderson tá certo, gente. Pra que ficar brigando?

(Rafael) (fazendo força com o braço): - Eu pelo menos posso mostrar meus dotes do Jiu Jitsu.

(Anderson) (irônico): - Dotes? Você corre de tudo e todos, Rafael. É medroso pra caramba.

(Marcelo): - Daqui a pouco o Marquinho aparece aqui e vai dizer que enfiou a porrada no Zezinho.

E...

(Marquinho) (fazendo os gestos): - Viram naquela hora em que eu dei um soco que pegou na cara do Zé?

(Marcelo) (levantando-se): - Me desculpa, mas não vi em momento algum você fazer isso.

(Marquinho) (ficando sério): - O que quer dizer com isso? Acha que estou mentindo?

(Marcelo) (rindo): - Sim. É claro que está mentindo.

Marquinho dá um empurrão em Marcelo. Marcos se levanta.

(Marcos) (encarando): - Vai bater nele? Vai?

(Marquinho): - Ah, me desculpe. Esqueci que o namorado dele está aqui. Ficou com ciúmes? Não quero beijar o Marcelo... só quero dar umas porradas nele!!!!

(Marcos) (gritando): - Se voltar a dizer isso... quem vai te bater sou eu!!

Anderson puxa Marcos e o senta na calçada. Marcelo fica observando Marquinho voltar para dentro de casa.

(Rafael) (sentando-se na calçada): - Marquinho é muito cínico. Caramba... merecia um trofeu.

(Rodolfo) (amassando a lata de refrigerante): - Ele mente com tanta facilidade. Incrível! (abraçando o Marcos) Ainda bem que nosso amigo aqui não deixou sair outra confusão.

(Marcelo): - Se criar confusão com o Marquinho vem o pai a mãe, o irmão, o avó, a avó e até o papagaio para tirar satisfações.

(Anderson): - É melhor esquecermos isso. Iremos ao cinema amanhã então?

(Marcos): - Claro.

(Marcelo): - Que horas?

(Rodolfo): - 16:00 saímos daqui para pegar a sessão das 17:10 e garotas

. (Rafael) (rindo): - Com essa banha? O máximo que você pega é o Free Willy.

Todos riem.

NO DIA SEGUINTE, ESTÃO TODOS PRONTOS PARA IREM AO CINEMA.

(Marcelo): - Vamos?

(Anderson): - Vamos.

Eles atravessam a calçada e quando estão passando por um telefone público.

(Anderson) (lendo um papel): - Marcelo e Marcos são namorados.

(Marcos): - O que?

Eles voltam e vêem o papel.

(Rafael): - Só pode ter sido uma única pessoa.

(Marquinho) (chegando até eles): - E fui eu mesmo quem fez isso.

(NARRADOR): - A CHAPA VAI ESQUENTAR NO PRÓXIMO CAPÍTULO. ESTOU ANCIOSO PRA VER O QUE O AUTOR VAI FAZER COM ESSE MARQUINHO. TOMARA QUE LEVE UMA SOVA DAQUELAS BEM DADAS. MAS NO CAPÍTULO 03 DE “ENTRE AMIGOS” SABEREMOS. ATÉ LÁ.





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