(NARRADOR): - MARQUINHO TOMOU CHIFRE DE MAIS UM. MAS, NUMA CONVERSA COM OS COLEGAS, A SITUAÇÃO PODE COMPLICAR... (Marcos): - Bem, pelo menos você tá tranqüilo. Afinal o Marquinho não sabe que você foi pra cama com a Luíza. NISSO... (José) (pasmo): - Rafael transou com a Luíza? Caramba... JOSÉ SAI CORRENDO E VAI ATÉ OS COLEGAS (José): - Transou com a Luíza, Rafael? (Rafael): - Ai, não... era só o que me faltava. O bogus saber disso. (José): - Eu escutei o Marcos falando e... (Anderson) (corta): - Você entendeu errado, Zé. (José): - Não.. eu escutei muito bem. (Marcos): - A gente estava conversando sobre como seria a reação do Marquinho se algum de nós transássemos com a Luíza e... (José) (corta): - Menos você que é bicha. NO MESMO INSTANTE, MARCOS MUDA COMPLETAMENTE DE FEIÇÃO (Rafael) (sussurrando pra Rodolfo): - Ih, agora a coisa vai feder... MARCOS OLHA SÉRIO PRA JOSÉ QUE AINDA NÃO SE TOCOU (José): - Se fosse com um homem eu não duvidaria e... (Marcos) (gritando): - Chega!! MARCOS DÁ UM SOCO NO ESTÔMADO DE JOSÉ, QUE CAI NA HORA CRISTINA VÊ TUDO (Cristina) (revoltada): - Quem é você pra bater no meu filho? (Marcos): - Ele me chamou de bicha... e sabe perfeitamente que não sou. (José) (ainda sem ar): - Não agüenta... a verdad... verdade. (Cristina): - Toma vergonha na cara... moleque. (Marcos): - Dê educação pro seu filho... dona. CRISTINA LEVA JOSÉ PRA DENTRO DE CASA (Marcelo): - Pensei que a mãe do Zé ia bater em você, Marcos... (Marcos): - Tá bom... é ruim. (Rodolfo): - Mudando de assunto... a gente podia ir pra praia nesse fim de semana. Que tal? (Rafael): - Ah, sim, claro... como se seu pai deixasse. (Rodolfo): - É claro que ele vai deixar. E... (Marcão): - Não, não e não. (Rodolfo): - Ah, pai... deixa de bobeira. Porque não? (Marcão): - Porque tu é lerdo. E sozinho vai acabar se afogando. (Rodolfo): - Que confiança no seu filho o senhor têm... (Vani): - Então nós vamos com vocês. Pode chamar o Francisco, pai do Anderson... (Marcão): - É. Nos dois carros dá pra gente ir. (Rodolfo) (conformado): - Tá bom... fazer o que. E... (Rafael): - Eu sabia... se o teu pai deixasse era porque o mundo tava acabando... (Anderson): - Fizemos até uma aposta, Rodolfo. (Marcos): - Bem, pelo menos sua mãe vai levar o lanche. Pense por esse lado, não vamos ter que comprar nada. (Marcelo) (lambendo o beiço): - Hummm... esses sanduíches da tua mãe... já fiquei até com fome. (Rodolfo): - Tá, tá... mas eu preferiria ir sozinho. (Anderson) (ironizando): - Preferiria? Conseguiu conjugar esse verbo, Rodolfo? Treinou durante quantas semanas? (Rodolfo) (rebatendo): - Pelo mesmo tempo que você levou porradas da sua mãe. ANDERSON PERCEBE QUE RODOLFO O REBATEU MARCELO OLHA PRA MARCOS QUE OLHA PRA RAFAEL. (Anderson) (sério): - Foi só uma brincadeira. Não precisa apelar pro passado. Por isso que você se ferra em tudo. Só sabe apelar. (Rodolfo): - Desculpa... desculpa. (Anderson): - Primeira faz a merda e depois pede desculpas... Boa noite. ANDERSON VAI EMBORA PRA CASA (Marcos): - É por isso que você está sempre se ferrando, Rodolfo. (Rodolfo) (nervoso): - Vai querer dar sermões agora, defensor dos fracos e oprimidos? (Marcos): - Continua assim que você vai longe. MARCOS VAI PRA CASA MARCELO E RAFAEL ENTRAM PRA SUAS CASAS TAMBÉM RODOLFO FICA SOZINHO NA RUA (NARRADOR): - IH... SERÁ QUE A PRAIA CONTINUA DE PÉ? RODOLFO PEGOU PESADO DESSA VEZ. SÓ FIQUEI TRISTE PORQUE O MARQUINHO NÃO TOMOU MAIS CHIFRE... FALANDO NISSO, MINHA FONTE ME DISSE QUE NO PRÓXIMO CAPÍTULO MARQUINHO VAI APRONTAR... O QUE SERÁ? SÓ NO PRÓXIMO CAPÍTULO... ATÉ LÁ. |
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