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A
DOR
EU
E
O OUTRO
“A
dor do outro é também a minha
dor”
Duas
pessoas que se relacionam estão
em intimidade.
Quando
estão apaixonados minimizam
discordâncias
Evitam
atitudes que possam abalar o
relacionamento.
Porque
ambos sabem o que fazer
Para
agradarem um ao outro.
Do
mesmo modo, saberão o que fazer e
falar,
Para
desagradar um ao outro, inclusive,
Podendo
causar feridas profundas.
Os
comportamentos e gestos
Que
desagradam e irritam
Deixam
de ser segredo.
Questão
muito delicada.
A
intimidade torna-se uma arma
Que
utilizada em emoções alteradas,
Podem
resultar em ferimentos
intencionais.
Levando
mesmo a se isolarem como defesa.
A
comunicação deve entrar em ação.
Comunicar
as próprias insatisfações sem
agressão mútua
E
ao mesmo tempo, saber ouvir com
ouvido emocional.
Cada
um dos envolvidos deve saber o que
o outro sente
Durante
o intercâmbio de impressões que
são pessoais
E
carregada de emoções e nesse
ponto,
A
intimidade deve funcionar como
aliada.
Toda
expressão corporal diz ao outro
quando está sendo
Afetivo,
irônico, distante, agressivo,
engraçado, etc.
Não
é evitar emoções nem programá-las,
Mas
sim expressá-las com a maior
cautela.
No
virtual as ações falam mais que
tudo
A
percepção fica mais aguçada.
Cada
um deve pensar o que vai fazer ao
outro
Para
que não lhe façam da mesma
forma,
Obedecendo
à lei da física, “ação e reação”.
No
entanto, a lei mais séria é a
lei do indecifrável,
A
chamada e nem tão temida “lei
do retorno”.
Pense
muitas vezes antes de agir,
Para
não ser impelido pela força da
impetuosidade.
Com
isso evitar que se machuque e a
seu próximo.

Maria
do Carmo

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