Como um fantasma que se refugia
Na solidão da natureza morta,
Por trás dos ermos túmulos, um dia,
Eu fui refugiar-me à tua porta !Fazia frio, e o frio que fazia
Não era esse que a carne nos conforta...
Cortava assim como em carniçaria
O aço das facas incisivas corta !Mas tu não viestes ver minha Desgraça !
E eu saí, como quem tudo repele,
-Velho caixão a carregar destroços-Levando apenas na tumbal carcaça
O pergaminho singular da pele
E o chocalho fatídico dos ossos !