Antecedentes de EAD


Resumo – Texto Antecedentes da Educa��o a Dist�ncia

 

No S�culo XVIII, em Boston foi publicado por um professor de taquigrafia um an�ncio onde o mesmo propunha ensinar mat�rias por correspond�ncia. Para o professor uma pessoa que estudasse semanalmente li��es em sua resid�ncia, poderia ser t�o bem instru�do quanto em curso presencial. Em 1840, Pitman foi o pioneiro em um curso regular de taquigrafia por correspond�ncia, sendo considerado o primeiro a praticar EAD nesta modalidade.

No s�culo XIX, surgiu em v�rios pa�ses, principalmente nos EUA, Austr�lia e Europa os mais variados cursos, tornando-se populares. Em 1920, a Uni�o Sovi�tica amplia a abrang�ncia da EAD, criando cursos a dist�ncia, utilizando de uma estrutura semi-presencial, onde os alunos cumpriam parte das tarefas a dist�ncia e tinham tamb�m momentos presenciais obrigados, para cursos t�cnicos e superiores regulares.

Em 1940 surgem os cursos por correspond�ncia, no Brasil, sendo o Instituto R�dio- Monitor (1939) e o Instituto Universal Brasileiro (1941) os pioneiros e com experi�ncia de relativo sucesso. Para educa��o formal, foi criando pela Secretaria de Educa��o do Cear�, o curso Supletivo de primeiro e segundo graus, e o da Televis�o Educativa do Maranh�o e tamb�m o curso de aperfei�oamento para professores alfabetizadores do Rio de Janeiro, exemplos de sucesso.

 

Situa��o atual da Educa��o a Dist�ncia no Brasil

O surgimento da Internet no Brasil, vem alavancar a aplica��o de novas tecnologia na Educa��o a Dist�ncia (EAD), possibilitando assim uma intera��o ampla que confere � EAD. Jornais e revistas destacam projetos de escolas e universidade virtuais, tornando uma aplica��o mundialmente, onde as melhores universidades come�am a montar seus campi virtuais oferecendo Educa��o a Dist�ncia via Internet.

Hoje estamos assistindo a constru��o de um modelo pedag�gico especifico para atender as necessidades dos alunos, como  Educa��o a Dist�ncia on-line, criando assim alguns aspectos importantes como, profissionais e cidad�os capazes de trabalhar em grupo em equipes reais ou virtuais, pessoas que saibam contribuir para o aprendizado do grupo, aprendendo a aprender colaborativamente � mais importante do que aprender a aprender sozinho, o aluno deixa de ser visto como mero receptor, e o professor deixa de ser um provedor de informa��es. Desta forma aluno e professor tornam-se companheiros de uma aprendizagem.

Aprender a ser um aluno on-line e um professor on-line exige um grande esfor�o. Este novo professor precisa antes de mais nada ser convertido a uma nova pedagogia, assumindo um papel de companheiro, lideran�a, animador comunit�rio sendo algo bem diferente do que tem sido sua atividade na educa��o convencional.

Estamos vivendo um momento fecundo da Hist�ria, de mudan�a de paradigmas, inclusive na educa��o. O momento atual exige clareza nesta percep��o.

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