Os Ashanti |
![]() |
Baden-Powell trouze para casa muitas id�ias obtidas da campanha contra os Ashanti, onde agora � Gana, na �frica Ocidental. Muitas delas ainda est�o atualmente m uso no Escotismo.
A Costa do Ouro, atual Gana, foi uma colonia do Imp�rio Brit�nico. B-P foi enviado para l� em 1895 para estabelecer uma for�a nativa que se opusesse � poderosas tribo Ashanti. Os Ashantieram bem conhecidos pelos seus ferozes guerreiros, com o mote:
Se eu avan�o eu morro
Se eu rec�o eu morro
Melhor avan�ar e morrer
As for�as de Baden-Powell foram compostas por centenas de guerreiros das tribos Krobos, Elima, Mumford e Adansi. Eles tinham que explorar uma nova rota atrav�s da selva, em territ�rio inimigo, e construir uma nova estrada pela qual a for�a brit�nica principal �pudesse seguir para atacar a Kumasi, a capital Ashanti.
Construir uma estrada atrav�s da selva significa limpar a mata espessa, abrir caminho atrav�s dos p�ntanos, e construir pontes sobre rios e correntezas. B-P assegurou-se que o seu ex�rcito fosse treinado em conhecimentos da arte de lenhador, pioneirias e n�s. Eles construiram mais de 200 pontes de madeiras com mastros de madeira amarrados com cip�s.
Os Ashanti usavam tambores para sinalizar atrav�s das longas dist�ncias. e a intricada linguagem dos tambores podia ser ouvida todas as noites ecoando atrav�s da floresta.
Dos povos de Gana Baden-Powell aprendeu a frase 'devagarinho, devagarinho � que se pega o macaquinho' - e ele aprendeu que ele poderia obter um melhor resultado de suas for�as dividindo-as em pequenos grupos ,ou patrulhas, e dando a responsabilidade para o capit�o de cada grupo.
O bast�o escoteiro foi copiado de um usado na campanha Ashanti, para testar a prfundidade dos p�ntanos, para tatear o caminho � noite enquanto observava secretamente as posi��es inimigas, e tamb�m para erguer linhas telegr�ficas atrav�s da selva.
"Foi no territ�rio Ashanti, na costa ocidental da �Frica onde minha tarefa particular foi organizar um Corpo de escoteiros e pioneiros nativos."N�s est�vamos trabalhando dois ou tr�s dias � frente das principal for�a das tropas europ�ias na floresta virgem e densa, sem estradas ou caminho de qualquer tipo para nos conduzir.
"Para evitar o inimigo muito de nosso avan�o teve que ser feito � noite, o que significava dificuldades a cada passo entre os troncos ca�dos, atoleiros, juncais e matos, etc.
"Sem um bast�o n�o se poderia ir muito longe."
- B-P
H� duas hist�rias sobre a origem do aperto de m�o esquerda
no Escotismo. A primeira � simplesmente que a esquerda � mais
perto do cora��o. Todavia h� uma hist�ria muito
mais interessante que coloca este cumprimento como origin�rio de
tradi��es da tribo
Ashanti.
Quando B-P entrou em Kumasi, a capital dos Ashanti, ele foi cumprimentado pelo Chefe guerreiro que apertou a sua m�o esquerda. Ele contou a B-P que `os mais bravos entre os bravos se cumprimentam com a m�o esquerda.' Assim come�ou esta tradi��o que � seguida por milh�es de escoteiros em todo o mundo.
A explica��o para o cumprimento com a m�o esquerda � que um guerreiro usa esta m�o para carregar o escudo, enquando na direita carrega a lan�a. Assim para mostrar confian�a em algu�m ele tem que deixar de lado o escudo e cumprimentar usando a m�o esquerda.
Fontes:
Baden-Powell, Escotismo para Rapazes
Hillcourt, Baden-Powell: the Two Lives of a Hero
MacDonald, Sons of the Empire: the Frontier and the Boy Scout
Movement
The Scout Trail, manual da Associa��o Escoteira da
�fria do Sul
Lord Rowallan, remetido ao
The Left
Handshake por Hilary St. George Saunders
The Spirit of the
Staff