Tomografia Computadorizada
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Verbete: tomografia
[De tom(o)- + -graf(o)- + -ia.]S. f. Med.
1. Forma de tomografia baseada na detectação, mediante equipamento próprio, de raios X transmitidos através de uma seção do corpo, deslocando-se a fonte emissora desses raios X em segundo movimento circular, e permanecendo o eixo do feixe de raios X, sempre, no mesmo plano. O instrumental inclui um computador acoplado, que reconstrói a imagem topográfica com base nos dados transmitidos e segundo um programa previamente estabelecido, além de gravá-la na memória e transmiti-la para um sistema de televisão.
Dicionário Aurélio Buarque de Holanda Versão Digital
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Tomografia Computadorizada é uma técnica radiográfica de obtenção de imagens atraves de "cortes" seccionais do tecido em varios angulos, por finos feixes de Raios X, após estes cortes o computador faz os calculos dos coeficientes de atunuação linear dos vários elementos presente na secção, e finalmente mostrando a imagem reconstruida numa tela de televisão com uma escala de cinza bem definida, diferenciando as varias estruturas presentes no "corte". Diferente outras técnicas de imagenologia ( exceto a Ressonância Nuclear Magnética ), a TC permite a diferenciação radiografica entre os diversos tecidos, partes moles. A TC é tão sensivel que permite diferenciar tecidos com a diferença de apenas 1% entre suas densidades. Para se ter uma comparação, a radiologia convencional requer uma diferença de densidade de pelo menos 5% ,entre as estruturas. Desta forma a TC, na cabeça, possa diferenciar entre vasos sanguineos, massa branca, massa cinzenta, fluidos cerebroespinhal, edema cerebral, e processos neoplásico. Os números na TC refletem a atenuação de um tecido específico relativo ao número da água, que foi arbitrariamente dado como número 0. O maior número da TC é o do osso; e o menor o do ar. O número de TC da gordura é menor que 0, enquanto os tecidos suaves, partes moles tem seus números maiores que 0.
O desenvolvimento da tecnologia nos equipamentos de tomografia computadorizada tem reduzido , e muito, o tempo necessário para se produzir uma imagem, o que permitiu uma avaliação de qualquer parte do corpo. Em alguns casos é necessário que seja feito uma radiografia convencional, para detecção de algum material de alta densidade que possa interferir diretamente na obtenção da imagens, (materiais metálicos, clips, bário, eletrodos). Uma imagem inicial com a relação dos "cortes" a serem realizados permitem uma visualização ideal entre as imagens e a posição correta em relação ao objeto estudado.
A injeção de contraste iodado endovenoso é parte integrante de diversos exames na TC. Fazendo-se uma aquisição de imagem logo após ou mesmo durante a administração do contraste, permite a diferenciação entre estruturas vasculares e estruturas não vasculares. A diferença entre o tempo de absorção e o grau de contraste das estruturas permite a detecção de processos neoplásicos ou infeccioso em uma estrutura normal. Gordura tem o número de TC relativamente baixo, o que permite servir de contraste natural, delineando o parenquima dos órgãos. Em paciente com lesões malignas, a perda de gordura adjacente é indicativo de extenção de tumores. Para estudos abdominais, especialmente aqueles de pâncreas e retroperitonio, é frequentemente utilizado contraste oral para demonstrar a luz do trato gastrointestinal e permitir diferenciar as estruturas abdominais sólidas do intestino.
Rotina Realização de Exames - Nesta página você encontrará uma série de rotinas para a realização de diversos exames de Tomografia Computadorizada.
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