![]() |
|
"Ranzinza e chato por natureza. Suas melhores qualidades são a teimosia, sua postura radical e o cinismo afiado. Está bem que isso não são qualidades, mas comparados aos outros defeitos até fica parecendo. Seguindo a tradição, aqui vai mais um post da série: "Comentários atrasados sobre filmes que só vi agora porque sou muito muquirana e não gasto dinheiro com cinema." O filme de hoje é o Mar Aberto, que como podem concluir, só chegou este mês na Net. A característica que considero mais marcante neste filme é a frustração. Ao usar muitas imagens com poucas falas, várias passagens e cenas abstratas, fica clara a tentativa do diretor em flertar com o cinema feito no leste europeu. Percebe-se uma tentativa de deixar o filme menos pipoca e mais cult, todavia essa tentativa fracassa, afinal o tema principal não ajuda muito. Em cada cena que se passa é possível identificar em que ponto houve um esforço de alcançar tal objetivo, mas a o resultado final é frustrante, tanto para o diretor quanto para o espectador. Ao anunciar que o filme é baseado em fatos reais, a expectativa é inevitável, porém com o decorrer do enredo percebe-se que isso não tem valor nenhum. Vejamos os fatos. A parte verídica da história é o fato de que certa vez um casal durante um passeio de barco foi abandonado no meio do mar. Nada além disso. E esta parte verídica torna-se um detalhe quando comparado ao restante do enredo. Depois de abandonados no meio mar que o filme começa para valer. Daí é explorado o desespero do casal, o quanto cultura fútil pode ser em certos momentos, e o melhor de tudo, a instabilidade emocional do casal. A cada momento que passa, um fica nervoso ao extremo, enquanto o outro tenta controlá-lo. Minutos depois os papéis se invertem. Também é mostrado a cumplicidade do casal. De acordo com que a situação se agrava, mais forte o fator casal ficava. Porém, como disse, nada disso pode ser levado em conta, pois os dois ficaram a deriva sozinhos no mar. Ninguém sabe ao certo o que aconteceu com eles desde o minuto que foram esquecidos até a morte da mulher. Portanto, volto a frisar, a informação que é baseado em fatos reais de nada vale. É mesma coisa que colocar essa mesma informação nos filmes do James Bond só porque já existiu um dia um agente secreto britânico cuja matrícula era 007. Pois bem, de qualquer forma achei o filme muito legal. Apesar de tentar sair dessa categoria, ele é bem pipoca. Puro entretenimento. Principalmente quando me refiro ao suspense. O filme prende bastante a atenção. O espectador a todo momento acha que chegou o momento do inevitável, o ataque fatal dos tubarões. E mesmo sendo inevitável o ataque dos tubarões, quando ele ocorre, não é feito da forma hollywoodiana com muito sangue, pedaços humanos e agonia. Ele é bem sutil e exótico, o que no meu ver, deixou o filme muito mais interessante. Eu havia prometido no início do ano que não faria comentários pagãos, mas acho que este seria inevitável. No decorrer do filme, quando o desespero do casal alcança um ponto elevado, eles começam a rezar pedindo ajuda a deus (sim, aqui será sempre em letra minúscula). A cena, na minha concepção, soa patética, apesar de ser exatamente o que quase todo mundo faria em um caso com aquele. Porém a coisa mais submissa e lamentável naquele momento é implorar a deus por ajuda. Afinal é o mesmo deus que fez com que eles fossem abandonados por lá. Mas fazer o quê? Os católicos tendem a ser assim mesmo. Pergunta idiota após tanta futilidade: Mas, Aquela história do puteiro do post anterior acabou me lembrando uma história que participei, que é bastante parecida. Ela aconteceu tem tempo, mas acho que vou poder relatar os fatos mais importantes sem maiores dificuldades. Certo dia, um pessoal do trabalho (leia-se só homens) resolveu dar um passeio por um puteiro da vida. Na época, de solteiro só tinha eu e mais outro, o resto era tudo casado, logo cada um soltou a sua mentira em casa. Quase todas as mentiras colaram, menos uma. Um deles, vamos chamar de X, fez a besteira de falar para a esposa que ia trabalhar, só que saiu arrumado demais. É claro que ela desconfiou. Não pelo horário, pois ele costumava trabalhar à noite, e sim, pela excessiva vaidade em um mero dia de trabalho no meio da semana. Todos se encontraram no local marcado e partimos direto para um barzinho. Ali começaria o aquecimento da noite. Todos bebiam bastante, afinal de contas, depois que se entra em um puteiro, tudo fica cinco vezes mais caro. A cerveja descia gelada e o papo estava animado. Certo momento, não sei porquê, uma das criaturas casadas resolveu perguntar sobre como cada um deu a sua desculpa em casa. Todos falaram, inclusive X. Porém foi unânime a opinião de que a desculpa de X nunca colaria. Insistente, ele acrescentou que não teria problemas, pois deixou o celular em casa, e assim ela nunca o acharia. Pois bem, a noite seguia, o aquecimento também, quando o celular de alguém toca. A bina reconhece o telefone do trabalho. Pronto, sujeira no ar. Era a supervisora de plantão. Ela estava preocupada, pois a esposa de X havia ligado querendo falar com ele. Como X não estava lá, ela simplesmente disse que ele estava em outro setor e não poderia atender. Apesar da esposa ser apenas de X, todos ficam preocupados como se fosse a própria esposa. Cada um tenta inventar uma nova desculpa. Outros optam em abortar a missão. Já os solteiros resolvem entrar no puteiro, afinal se é para dar Todos aceitam e entram. Alguns se divertem, mas a tensão continua no ar. X está visivelmente apreensivo, mesmo com uma mulher seminua no seu colo. Os minutos passam e o tal celular acaba tocando novamente. Era a supervisora. Dessa vez não tinha desculpa, já se passara muito tempo, X deveria estar de volta ao seu setor. Ela não sabia mais o que falar para a esposa dele. X pede que irá retornar a ligação em alguns minutos e desliga. Não dava para bolar uma desculpa coerente estando com alguém no colo. Muito menos dava para conversar no celular com aquela música alta do estabelecimento familiar que nos encontrávamos. Passados os minutos, X liga para o trabalho e pede o seguinte favor: a supervisora deveria em uma outra linha ligar para o celular da esposa dele, e assim que desse o primeiro toque, essa deveria ser transferida para a ligação em que ele estava. Para quem nunca trabalhou em uma central, vou explicar qual o sentido desse planinho, o qual tenho orgulho de assumir meia autoria. Ao ligar para o celular da esposa, iria acusar na bina o número do trabalho de X, e sendo transferida logo após o primeiro toque, por mais que a esposa atenda rápido, seria de qualquer forma X na ligação, e não a supervisora. Assim ficava fácil dela acreditar que ele estava mesmo no trabalho. A primeira parte deu certo, só faltava agora convencê-la. Para ficar mais convincente, ele saiu do puteiro e ficou na beira da calçada para não haver barulho. Como já estava de madrugada, o silêncio era total na rua. Aos poucos, estávamos todos reunidos ao redor dele para ouvir e ajudá-lo em tempo real. Voltando à ligação, ele começou em um tom de raiva. Afinal, ele precisava transparecer que estava trabalhando e que a sequência de ligações dela o estava atrapalhando. Ele disse que estava no central de computadores tentando resolver um problema, por isso estava isolado do local onde trabalha. Ele continuou nessa linha que ia dando certo. Ela estava engolindo a história com facilidade. Tudo estava perfeito. Estava, até parar ao nosso lado uma Kombi. Da janela dela um ser do pântano grita para o ponto vazio: "Ipanema, Leblon e São Conrado!" Nem preciso dizer que metade do grupo caiu na gargalhada, outra metade voou no pescoço do coitado que não entendeu nada e, o pobre X entrou em pânico. Resultado final, a Pergunta idiota após tanta futilidade: Vamos chamá-lo de X? Você não acha que está vendo Linha Direta demais, não? Como era de se esperar, recebi um e-mail malcriado da dona da pensão. Ela ficou indignada com o post sobre a sua tentativa de me estuprar. Não sei o porquê de tamanha indignação. Era tudo verdade, mas de qualquer forma, irei tentar reproduzir a idéia do e-mail por ela enviado. No e-mail, ela reclama que não aceitei o que ela chamou de tentativa de me seduzir. Porém este não foi o motivo da sua indignação. O real motivo era que ela esperava que eu aceitasse a sua frustrada tentativa, pois estava com três diárias de graça. Isto é, ela queria uma troca. Três diárias por uma rapidinha de fim de noite. Honestamente, pouco me importa a opinião ou indignação dela. O que interessa é a satisfação de Carolina ao saber da minha fidelidade para com ela. Assim também como Carolina pouco se importou se minha reputação pudesse ficar em risco, para ela, saber que resisti ao máximo foi uma satisfação e um alívio inexplicável. Tanto que desde a leitura do post anterior, ela não conseguiu elaborar um e-mail sequer. Ela ficou sem palavras. Já a dona da pensão, gastou todo o seu latim para tentar me atingir. Azar o dela. Sorte da Carol. Acrditem. O ótimo colunista de retalhos Anselmo Gois gastou um espaço da sua coluna para colocar a seguinte notícia: Uma casa de "massagens" de Jacarepagua desenvolveu um dispositivo para enganar as esposas dos seus clientes. Toda vez que o celular de um deles toca, e é uma ligação da esposa, eles soltam barulhos de ônibus, pessoas falando e de metrô, para que a patroa pense que ele está na rua. Pois bem, se alguém do naipe do Anselmo Gois gastou algumas linhas com uma nota desse tipo, é claro que aqui gastaremos alguns parágrafos divagando sobre a nota. Para começar, iremos dar o verdadeiro nome aos bois. Aqui não rola essa história de casa de massagens. Aqui o nome é puteiro mesmo. Ora, que coisa! Voltando ao tema. Até que a idéia do dono do puteiro é uma boa, mas só na teoria, porque na prática deve ser um caos. Analisem comigo: Imagine que o cara está lá no puteiro no final da noite ou de madrugada. Você honestamente acham que alguém iria acreditar em barulho de metrô ou de ruas cheias em uma hora daquelas? É claro que não! Aliás, só vai piorar. Se a esposa foi neurótica, vai associar a barulheira com dia, e como está tarde, ela vai pensar que ele está do outro lado do mundo com a sua segunda família escondida. Olha só que problema! Agora finjam que o cara está lá na hora do almoço, ou de tarde mesmo. Ao ouvir aquela barulheira toda, a esposa com certeza vai ficar na dúvida. Afinal, não é um hábito comum passar ônibus dentro do restaurante em que o seu marido almoça. Ou até mesmo, passar um metrô no escritório dele. A reação é óbvia:'"Querido, que barulheira é essa? O que está acontecendo? Estão evacuando a cidade? Você está fugindo sozinho? Nem vai me levar? Já sei, prefere viver com aquela segunda família escondida! Pode falar!" Pergunta idiota após tanta futilidade: Analisando os fatos, não fica mais fácil falar que está em um puteiro? Eu acho que dá menos dor de cabeça. Eu sei que estou sem postar há muito tempo. Só que dessa vez a culpa nem é da pensão. Minhas diárias acabaram na quinta pela manhã. A culpa foi da preguiça mesmo. Assunto é que não faltava. Já que falei da pensão, vou tentar encerrar esse assunto de vez. A dona da pensão bem que tentou me assediar para que assim fizesse uma propaganda melhor. Aliás, na noite de quarta para quinta ela abusou. Se tivesse conseguido algo comigo, poderia chamar facilmente de estupro. Mas nada ocorreu. Afinal de contas, como todos sabem, sou um homem fiel. Por ser um indivíduo muquirana, odeio cinema. Logo, costumo ver os filmes com alguns meses de atraso. Van Helsing é um belo exemplo. Só ontem tive a oportunidade de vê-lo. Eu sei que é um abuso, mas as coisas são assim comigo. O filme atende com facilidade o título de terror-pipoca, mas as versões de seus personagens deixam a desejar. Tudo porque criou-se uma confusão de identidades neles. Começo falando de Carl, o ajudante. Seus visual, carequinha no topo da cabeça, casaco com gorro verde e andar engraçado, lembra bastante o Quasímodo da Disney. Além disso, suas constantes descobertas somadas a sua fidelidade a Van Helsing, cria uma paródia a Watson, eterno parceiro de Sherlock Holmes. Já a mocinha (deu para perceber que não lembro do nome dela) parece ser fruto de uma completa operação plástica definitiva. Mesmo depois de várias lutas, noites mal dormidas e longas viagens, sua maquiagem e penteado permanecem perfeitos. Nas lutas, ela flerta com Xena. Mas o melhor ficou para o final, a cena do cabo de aço e seu funeral. Na primeira cena citada, sem dúvida nenhuma é Jane. Já na segunda, ela está a cara da Fran do seriado The Nany. Fecho com Van Helsing. Ora, esse supera os dois anteriores. Do início ao fim, suas sobrancelhas levantadas acusam o Wolverine (inevitável, eu sei). Seu cabelo (putz) parece do Capitão Gancho quando interpretado pelo Dustin Hoffman. Sua infinidade de armas e munição expõe um Batman com seu cinto de multi-utilidades. Seus chapéu que sempre cai, mas nunca some, associado a cena do mesmo cabo de aço da Jane, digo, mocinha, entrega um Indiana Jones. E fechando, seus movimentos e agilidade escarram o Neo do Matrix. Mesmo assim o filme é divertido. Em todos os aspectos. Pergunta idiota após tanta futilidade: Alguém tem dúvida de que Carolina vai se rasgar de raiva depois de ler o segundo parágrafo de hoje? Como deu para perceber, pois tem alguns dias que não publico nada de novo, ainda estou hospedado na pensão. Originalmente, minhas diárias se encerrariam na manhã de ontem, fato que se concretizou. Bem cedo pela manhã, peguei minhas coisas e fui embora. Porém, para a minha surpresa, minha alienada secretária me avisou de que a pensão havia me contactado para informar que fui premiado com mais três diárias gratuitas. Confesso que desconheço o porquê deste prêmio, suspeito que estejam tentando fazer uma média comigo, afinal meus comentários sobre a pensão não foram totalmente positivos. De qualquer forma, lá estou novamente hospedado. Sem internet. Sem DVDs idiotas. Sem som alto. As refeições até que melhoraram e não se repetem mais, mas mesmo assim existem outras coisas para melhorar. Até porque, a dona da pensão pedir para mudar de roupa para se deitar na cama é demais para a minha cabeça. Apesar do que costumam dizer por aí, as pessoas que costumo citar nos meus comentários são reais. Uso o Roberto como prova disto. Ele realmente existe e possui as mesmas características que costumo realçar. Sim, também acho difícil que exista alguém que não saiba diferenciar uma manga de um mamão. Bem, assim como ele, existem outros. Aliás, outro dia queria citar um outro pesonagem-amigo, só que quase ninguém saberia de quem se tratava, logo não teria nenhuma utilidade. De qualquer forma, irei apresentá-lo caso seja necessário incluí-lo em uma outra crítica. Seu nome verdadeiro é Gabriel Diniz, mas atende também quando chamado de Cássio. De qualquer característica que pudesse levantar, a que mais chama atenção é a sua opção por ser vegetariano. Eu até entendo e respeito uma opção como essa. O cara não come carne porque não gosta do sabor. Ou como no caso dele, não come carme porque acha um absurdo matar um animal para alimentar um outro. Analisando, até que faz sentido, tem uma coerência, além de ser muito bonito, mas não é comigo. Não conseguiria ficar sem comer carne. Pois bem, ser vegetariano não tem nada de especial para que mereça a minha atenção e meu sarcasmo, a não ser que tenha algo por trás disso. E tem! Ele é a primeira pessoa que conheço que mesmo sendo contra a matança de animais, promove churrascos na própria residência. Sim, é meio esquisito, mas pelo menos nesses churrascos ele só come lasanha de espinafre. Ah, agora ficou bem melhor... Vejam como as coisas passam na frente dos nossos olhos e não enxergamos nada. A Polícia Federal encheu os pulmões para dizer que desmontou uma quadrilha de lavagem de dinheiro originário do tráfico de drogas. Aliás, entre os integrantes da quadrilha estavam os sócios de um dos restaurantes mais prestigiados do Rio, o Capricciosa. Ora, existe algo muito além disso. Eles descobriram a causa da doença da Vaca Louca. Elas ficam assim simplesmente porque tem cocaína dentro do bucho. Tem cada cego... Pergunta idiota após tanta futilidade: Será que com mais alguns parágrafos como os dois primeiros do post de hoje eu consigo favores sexuais da dona da pensão? Ou dá ou denunciarei sobre os pêlos de gatos nas camas. Seria tolice minha imaginar que não receberia nenhum comentário da pensão criticando o que foi dito aqui no post passado. Não vou questionar este direito dela em rebater o que foi dito. Muito pelo contrário. Irei apoiá-los, para que possamos ter um debate sadio. E, assim, chegarmos a um ponto comum. Não posso deixar de comentar que os meus comentários surtiram efeitos na rotina da pensão. Antes, o almoço era repetido na janta. Agora, a janta de anteontem foi repetida na janta de ontem. Pode não parece nada de especial, mas já é uma evolução. Outro dia vi um carro oficial passando ao meu lado. Fiquei curioso e resolvi alcançá-lo para tentar ver se algum político estava dentro dele. Confesso que nada pude ver, tamanho era escuridão dos vidros. Só deu para perceber a penumbra de duas mulheres no banco de trás. Frustrado, reduzi a velocidade para que pudesse ver a placa. Era da cidade do Rio de Janeiro mesmo. Pertencia ao Poder Legislativo e o número do carro era 46. Bem, até aí nada demais, porém algo chamou-me a atenção. No vidro de trás estava colado um enorme adesivo escrito: "Só Jesus salva!." Confesso que fiquei espantado com aquilo. Afinal de contas, até onde sei, era algo ilegítimo misturar religião com poder público. Mesmo com essa cena, pelo menos, esquisita, continuei tendo a certeza de que política e religião não podem nunca se misturar. Tratam-se de duas coisas distintas, em que o poder público não pode ser influenciado por uma determinada religião, como também, nenhuma religião pode ser imposta, mesmo que indiretamente, pelo governo. Acontece que lendo o jornal ontem, comecei a ficar com sérias dúvidas sobre esse tema. Após a renúncia do Bispo Rodrigues, a Igreja Universal vai lançar um partido próprio. Isto é, agora que tudo vai ficar misturado. Os evangélicos não conseguirão mais saber onde acaba a religião e onde começa a política. Desse jeito, o número de Bispos nos plenários e câmaras irá aumentar consideravelmente e nós que pagaremos. E nem será o dízimo, vai ser o pato mesmo. Falando de adesivos na traseira de carros, acabei lembrando de um fato que ocorreu no ano passado e foi noticiado em vários jornais. Um dia qualquer, durante uma blitz um carro foi parado por estar sem as placas. O policial falou que iria multar o carro por estar quebrando uma das normas básicas. Eis que o condutor vem com a seguinte desculpa: "Eu sei que está errado. Acontece que sou o vereador Cesar Daflon e estou sendo ameaçado de morte. Por isso tirei as placas do meu carro. Para que ninguém saiba que é meu e assim não possam segui-lo." Está aí uma boa desculpa, se não fosse por... Vamos deixar o policial falar: "Senhor, até entendo a sua preocupação. Mas vai ser um pouco difícil de se acreditar, já que em todos os vidros do seu carro tem um adesivo com o seu nome bem grande." Pergunta idiota após tanta futilidade: Não seria mais inteligente tirar os adesivos e deixar a placa? Sei lá, é só uma sugestão! Como deu para perceber, estou ausente por um bom tempo. Isso é decorrente do fato que estou passando uma temporada fora de casa. É óbvio que não estou em um hotel 5 estrelas, nem em um spa de luxo. Caso contrário teria acesso à internet direto e poderia manter o site atualizado. Mas também não pensem que estou em uma espelunca vagabunda. Podemos dizer que estou no meio dos extremos, quase uma pensão. A comida até que é boa. Mesmo levando em conta o fato de que o almoço e a janta de ontem foram a mesma coisa. E como é de praxe, quando fico muito tempo fora, a tendência é que os assuntos sejam antigos. Bem, fazer o quê? Eles ficam me remoendo por dentro. É algo tão grande que tenho de compartilhar com vocês. Na semana passada teve um jogo do Brasil contra o Chile pelas Eliminatórias da Copa. Como sempre, Galvão Bueno fez a transmissão. Como era de se esperar, ele falou Em um determinado momento do jogo, o lateral Roberto Carlos dividiu uma jogada e caiu com bastante dores. Na hora, o Galvão começou com aquele drama boçal: "Parece que é sério! Ele está com muita dor! Provavelmente aconteceu alguma coisa com o ligamento do joelho direito!" Notem, que para o Galvão o problema era na perna direita, apesar do Roberto Carlos rolar pelo chão com a mão na perna esquerda. Ele esfregou a mão na perna esquerda diversas vezes, mas mesmo assim a besta insistia: "Menos mau que não foi na perna boa. A perna do canhão! Mesmo assim é preocupante. Deve ter sido uma contusão grave na perna direita!" E mesmo estando óbvia a idiotice dele, foi passado o replay para que ele pudesse confirmar o que aconteceu: "Olha ali, amigo! Foi na hora de apoiar a perna direita no chão! Ele fez muita força com a perna direita. Hum, veja isso! Dá para ver claramente o momento em que a patela direita dele se desloca. Isso deve doer!" Como se não bastasse a estupidez mor, ele ainda viu a patela sendo deslocada. De qualquer forma, o mais interessante foi quando o repórter parou ao lado do Roberto Carlos e falou: "Galvão! Estou ao lado do Roberto Carlos e ele está me dizendo que não foi nada de grave. Foi apenas uma pancada na perna esquerda. Realmente dá para ver os machucados causados pela chuteira na perna esquerda dele." Assim que acabou de falar, ficou um silêncio. Algo como: " Durante essa situação patética eu lembrei do Roberto. Não o lateral, e sim um amigo meu. Fiquei imaginado ele assistindo ao jogo e logo depois do Galvão falar que viu a patela ser deslocada, provavelmente ele gritou: "Seu animal, patela é uma verdura! Como pode ser tão burro?" Pergunta idiota após tanta futilidade: Quem duvida que depois do primeiro parágrafo de hoje, a pensão não vai me dar um grama sequer de comida à noite? Hoje vai ser mais um daqueles posts. O mesmo assunto já comentado outras vezes, só que com novas reclamações. Coisa de gente chata ranzinza, que reclama sempre da mesma coisa, mas falando de um jeito diferente. Acho que de tanto reclamar e atrapalhar a maldita Banda do Jiló, eles resolveram organizar os seus eventos em minha função. Não é possível. Quando resolvo passar o domingo fora, nada acontece. A rua fica um deserto. Rola até bola de pêlos no meio dela. Porém, basta ficar em casa que tudo muda. É pagode, bingo, samba, karaokê e até discursos. Parece brincadeira minha, mas não é. Infelizmente. Normalmente, quando rola a tal confraternização da Banda, eles começam a arrumar as coisas antes do meio dia. Com isso você já fica ligado que vai ter fuzuê e sai de casa. Hoje, eu acordei quase depois das treze horas. Olhei para a rua e nada. Um deserto. Dava para escutar o barulho do sinal mudando. O sorriso no rosto era evidente. Nada aconteceria. Teria um domingo de paz. Porém, minha mãe vem me avisar que almoçaríamos fora. O que era de se esperar. Afinal, só não rola nada quando estou fora. De qualquer forma estava feliz. Não teria barulho, comeria fora e na volta teria a minha tranqüila digestão em frente a televisão. Pois bem, voltava para casa, quando ao virar a esquina vejo a cena do inferno. Metade da rua fechada com cones. Carros fabricados no início da década de oitenta estacionados em qualquer posição pelas calçadas. Pessoas feias dançando no meio da rua quando deveriam estar trabalhando em algum circo de horrores como atrações. Aquela maldita bandinha de pagode desafinada fazendo um esporro descomunal que espantou até os ratos da rua. Aliás, está aí o único ponto positivo da história. E como não bastasse tudo isso, agora tem um corneteiro maldito. Provavelmente, deve ser o capeta que fica nos portões do inferno anunciando a chegada do novos pecadores. Honestamente, quase chorei, quase vomitei o almoço todo e quase atropelei todo mundo de propósito. Só que isso não seria uma boa idéia. Primeiro, porque chorar na frente do meu pai e do meu avô poderia me trazer problemas futuros em relação a minha masculinidade. Segundo, que vomitar aquele almoço maravilhoso do La Mole seria a maior estupidez de todos os tempos. Seria preferível ter almoçado no churrasquinho Grego do Largo da Carioca. E terceiro, porque atropelar aquela mulambada toda iria amassar o meu carro e faria de mim também um pecador. Imagina depois de morrer, eu sendo levado para o inferno. Sendo esperado pelo corneteiro apocalíptico e ainda tendo de aturar a Banda do Jiló por toda a eternidade. Entrei de fininho na garagem. Foi a melhor coisa que fiz.
Pergunta idiota após tanta futilidade: Ah, sim! Você só seria um pecador se atropelasse aquela turminha? O seu passado não é suficiente? Eu falei no post passado sobre a peça O Rim, porém esqueci de falar sobre dois fatos importantes. Um deles, é mais um elogio ao Marcelo Serrado. O outro, é algo que de certa forma chega a ser triste, mas preciso comentar. Conforme citei, a cadeira de rodas era o quinto personagem em cena na peça. Contudo, em um certo momento, ela deixou todos na mão. Literalmente. Já quase no final da peça, ela parou de funcionar. Não andava nem para frente, nem para trás, tão pouco para os lados. Momentos como esse, sempre foi o maior pesadelo dos atores de recursos limitados. Já para os experientes e talentosos, isto é tudo com que eles sonharam. É neste momento que eles saem do script e entram na improvisação, a melhor parte do teatro ao vivo. Quando ficou claro que a cadeira quebrou, ficou uma certa tensão no ar. Poucos sabiam se o Marcelo Serrado era realmente capaz de contornar tal adversidade magnanimamente. Porém, ele o fez. O seu improviso foi de uma qualidade ímpar. Levou na brincadeira e incluiu a quebra da cadeira no enredo com uma categoria de deixar muito escritor com inveja. A peça era boa por excelência própria, mas naquele sábado, os espectadores tiveram uma apresentação acima das outras. Não seria injusto se na saída cobrassem um taxa adicional pela cena extra incluída. A parte triste foi com o meu avô. Nem sempre toda boa ação acaba bem. E esta foi lamentável. Para nunca mais ser repetida e servir como experiência para os outros. Levamos o meu avô para assistir à peça também. Tudo com a maior boa vontade. Acontece que ele, nos seus noventa anos, está com a audição completamente comprometida. Resultado, não ouviu uma palavra sequer que foi dita pelos atores. Ninguém havia pensado nisso. Eu, particularmente, só pensei nisso no meio da peça. Foi quando olhei para ele e a ficha caiu. Lá estava ele, com o olhar perdido no espaço. Sem entender nada do que acontecia. Todos riam, mas ele não sabia o porquê. A impressão era de que ele foi solto no meio do vácuo. Silêncio absoluto. Assistir aquela peça no silêncio, fazia tanto sentido quanto ler um livro em que as letras foram impressas na mesma cor das páginas. De uma certa forma, fiquei com pena dele. Ao término ele usou como desculpa o fato de que os atores não falavam claramente. Só que todos sabiam qual o motivo real. Inclusive ele, que teimosamente, insiste em não procurar um médico otorrino. Algumas atualizações estão sendo feitas no espaço Toys. Além das fotos da minha coleção, fiz algumas correções nos guias. Só falta corrigir o guia dos Simpsons. Espero que fique pronto até o início da próxima semana. Ah, esqueci de falar, esse parágrafo era apenas para os meus amigos colecionadores que freqüentam o Poltrona®. Imagino que veio tarde essa observação. Pergunta idiota após tanta futilidade: HEIN? EU NÃO ESTOU OUVINDO! Neste último sábado eu fui ver a peça O Rim no teatro dos Quatro no Shopping da Gávea. A peça é muito boa. Tem um texto que flui com naturalidade. A encenação em si é ótima. Além de ser uma comédia de qualidade, que não cai em clichês, figuras caricatas ou baixarias. A história é sobre Rosário (Carolina Ferraz), uma funcionária da Biblioteca Nacional que vive apertada financeiramente. Ela é apaixonada por livros, além de ser uma sonhadora nata. Sua vida está presa, pois mora com a sua mãe (Ivone Hoffman), uma senhora que é paralítica porque quer, e seu irmão, Carlos (Marcelo Serrado), um gay enrustido que sonha em fazer um musical. Eles levam uma vida muito difícil, até que um acontecimento dá uma reviravolta. Carlos é atropelado por um suposto construtor de navios, Augusto (Heitor Martinez), que promete de tudo para compensar a dor e o sofrimento da família. Porém, nada disso não passa de um golpe para que ele consiga, na família, um doador para substituir o seu rim problemático. O enredo parece bobo, mas na hora da verdade, ele se transforma nas atuações e nos excelentes diálogos. A peça demora quase duas horas, mas de tão agradável que é, parece que demorou apenas quinze minutos. Carolina Ferraz tem uma excelente atuação estável, tanto na parte dramática, quanto na cômica. Apesar disso, ela transborda sua beleza ao se apresentar com o mínimo de maquiagem possível. Ivone Hoffman superou minhas expectativas. Por ser uma atriz do Zorra Total, esperava uma atuação piegas e forçada. Muito pelo contrário, ela deu uma vida ao personagem que sequer era esperado. Heitor Martinez foi quem teve a atuação mais singular. Por estar interpretando um canalha, acredito eu, ele ficou muito próximo ao personagem que interpretou na novela Senhora do Destino. Teve poucos momentos de lampejo e ficou devendo, mais pelo nível dos colegas, do que pelo próprio histórico. Marcelo Serrado foi o nome da peça. Ele interpretando um gay ficou magnífico. Não soou ofensivo, clichê, nem caricato. Foi perfeito. Deu um show. Apesar de serem apenas quatro atores, existiu um quinto personagem na peça. Era a cadeira de rodas elétrica que Carlos recebe de presente de Augusto. Com ela, várias cenas ficaram hilárias. Ela foi o toque em situações que não merecia sequer um mexer de lábios, mas que acabavam roubando gargalhadas generalizadas. De qualquer forma, infelizmente não posso recomendar a peça para todos. Afinal de contas, ela saiu de cartaz no domingo. Quem sabe não fica para uma próxima? Pergunta idiota após tanta futilidade: Teria como ser um pouco mais morde e assopra? Nesta última quinta rolou o show do Michael W. Smith na Apoteose. Porém nem vou me dar ao trabalho de falar do show, pois sei que todos os meus seis leitores desconhecem o trabalho dele. Michael W. Smith é um músico gospel. Suas letras são bem do estilo evangélicas. Porém tudo isso passa batido facilmente. Por ser um músico norte americano, suas músicas, obviamente, são em inglês, fato que ajuda a ignorar a letra extremamente evangélica. Aliás, vale reforçar que parando para traduzir, suas letras são tão fervorosas quanto as que tocam aqui no Brasil. De qualquer forma o que importa é o estilo dele. Sua música é um pop rock de excelente qualidade. Se tivesse que compará-lo com alguém, diria que é uma mistura de Peter Gabriel com Yes. Os traços de Peter Gabriel podem ser notados se comparados a qualquer fase solo do ex-integrante do Gênesis. Já a referência ao Yes, é fortemente notada se comparado com o álbum 90125. Com isso, acredito que não resta dúvida alguma da qualidade do som tocado por ele. Imagino que estejam se perguntado como conheci um músico americano de pop rock evangélico. Pois bem, tudo foi graças a uma vizinha incomodada e apaixonada ao mesmo tempo. Calma, eu explico. Como todos sabem, sempre tive o costume de ouvir música em um volume exagerado. Com isso é óbvio que os vizinhos, mesmo de dez andares de diferença, saibam o que estou ouvindo. Na maioria do tempo o que coloco em som alto é rock, pois jazz eu prefiro em um volume mais saudável. Durante um tempo, no apartamento sobre o meu, existia uma menina que trabalhava por lá que era afim de mim. Ela sempre tentava uma aproximação, mas acho que o meu jeito a afastava. Afinal, ela era uma evangélica daquelas. Para piorar, nesse período estava escutando quase que diariamente alguns álbuns novos do Kiss que havia comprado. Pronto, assim era impossível que ela conseguisse falar comigo. Então, eis que ela resolveu tentar mexer no meu repertório para que ficasse mais do seu agrado. Certo dia ela aparece lá em casa com um presente. Era um CD do Marcelo Crivela. Eu, na minha educação talibã, disse que nunca escutaria algo daquele tipo. Ela entendeu bem a mensagem e resolveu trocar o CD na loja. Acredito que nessa segunda ida à loja, ela deve ter lembrado que gostava de rock e por isso pediu uma ajuda ao vendedor. Dias depois ela aparece aqui em casa com outro CD, dessa vez eu não conhecia o músico, portanto não tinha desculpas para dispensá-lo. Aceitei e coloquei para tocar. Gostei de cara. Do início ao fim. Tanto que ao término, coloquei para tocar novamente, mas dessa vez com o volume aos berros. Ela ficou uma semana inteira com um sorriso no rosto. Ironicamente, alguns dias depois a família da patroa dela se mudou e nunca mais a vi. Porém, o que importa ficou. Uma nova aquisição para a minha eclética Cdteca. Acho que nem preciso dizer que o tal CD era do Michael W. Smith. O álbum, pessoalmente, é o melhor de todos que tenho. Ele tem o esquisito nome de 2 Eye. Bem, fica aqui a indicação de algo para aumentar o acervo de vocês. Vocês acham estranho escutar rock em um volume alto? Pois saibam que tenho uma vizinha que vira e mexe escuta o Hino da Bandeira no mesmo volume. Coloquei novas seções de fotos da minha coleção no espaço Toys. Agora, além das fotos da coleção Justice League Unlimited e dos Simpsons, tem também a do Scooby-Doo e da Loucademia de Polícia. Depois dêem um conferida. Pergunta idiota após tanta futilidade: Sério mesmo que alguém escuta o Hino da Bandeira? E aos berros? Novela é uma praga! Em todos os sentidos possíveis. Um deles é a influência que elas criam no gosto musical dos seus telespectadores. De tanto repetir algumas músicas, os telespectadores passam a adorá-las e adotam as respectivas bandas como suas favoritas. Mesmo sem conhecer qualquer outra música delas. É claro que com a minha mãe não poderia ser diferente. Rata de novela como ela, é óbvio que também seria seduzida pela repetição interminável de músicas. Tanto que com a novela América, ela passou a adorar a banda também chamada America. Tudo isso porque a cada dez minutos de novela, cinco deles levam ao fundo a música Horse With No Nome desta banda. Semanas atrás ela descobriu que a banda America iria tocar aqui no Rio. Ela gostaria muito de ir no show deles. Eu também, afinal já conhecia o trabalho deles, diferente da motivação da minha mãe. De qualquer forma, ela acabou desistindo do show. Estava muito caro. Ela resolveu colocar de lado a idéia, até hoje. Ouvindo a rádio JB FM, ela fica tentada pela promoção que prometia como prêmio, um par de ingressos para o show do America. Ora, ela não resistiu e ficou tentando ligar compulsivamente, mas só dava ocupado. Até que, quando ia embora para aula, ela corre até a porta e: Ela: Rafael, consegui! Estou falando com a rádio. Claro que tinha de ser patético. Só não sabia que ela iria se superar mais duas vezes. A primeira, foi minutos após eu sair do prédio. Ela me liga para contar como foi a conversa com o funcionário da rádio. Segundo seus relatos, foi algo do tipo: Ela: Oi. Moço, eu queria um ingresso para o show do America. Para quem não a conhece, isso é algo praticamente impossível de se acreditar, mas ela não somente protagonizou tal diálogo esdrúxulo, como também se superou em atenção ao detalhes mais pertinentes. Eu: Alô? Pergunta idiota após tanta futilidade: Agora deu para se ter uma idéia do porquê eu sou assim? Cambaleando. Com uma regularidade muito pífia, estamos de volta com a nossa programação. Hoje, teremos temas variados. Todos sem a menor importância. Nada fará valer a pena os minutos perdidos lendo estas humildes linhas, mas mesmo assim peço que continuem nos visitando. Acredito que com a média de visitas que temos, logo conseguirei um patrocinador. Começo avisando que temos novidades no espaço Toys. Agora, além das fotos da minha coleção dos Simpsons, já estão disponíveis as fotos da minha coleção da Justice League Unlimited. Como disse anteriormente, aos poucos esse espaço vai crescendo. Assim espero. E ontem, o Palocci deu, sem querer, um tapa na orelha do Lula. Durante a coletiva que concedeu ontem, ele foi perguntado se não achava estranho ter acontecido corrupções sem o seu conhecimento durante o seu governo enquanto prefeito. Sua resposta foi firme. Ele disse que como foi um ato único isolado, era até admissível, mas se fosse algo regular, seria um absurdo acontecer sem o conhecimento da chefia máxima. Bem, levando para a realidade do presidente, podemos interpretar como se fosse um esporro no Lula. Isto é, ele, sem querer e indiretamente, disse que não aceitava que acontecesse tamanha corrupção no país sem que o presidente soubesse. É, a coisa tende a piorar... Foi só sair uma lei a respeito de Pit Bulls e etc, que alguns donos surtaram de vez. Uma parte resolveu burlar as leis e continuar expondo suas máquinas de destruição em plena luz do dia, perto de pessoas indefesas. Já outros, esses resolveram largar os cães pela cidade. Desistiram de criá-los. Simplesmente amarraram seus cachorros em postes e árvores e foram embora. Desde a aprovação da lei até hoje já foram mais de 30 cães abandonados. Deixando de lado a hipocrisia, até que essa última solução é excelente para todas as partes. Para o lado dos pedestres, teremos a certeza de um animal desse (o termo serve tanto para o cachorro, quanto para o dono) a menos solto por aí trazendo risco para todos. Já para o dono, é menos um custo no orçamento com ração, veterinário e etc. E para os cães, ficar livre de um dono que é capaz de abandoná-lo a própria sorte é a melhor coisa que pode lhe acontecer. Se o dono é capaz disso, imagina o que ele fazia com o pobre animal quando era dono dele. Por isso que existem tantos animais dessa raça descontrolados, doidos para atacar qualquer um, simplesmente para poder libertar a fúria acumulada causada pelos seus donos. Pergunta idiota após tanta futilidade: Você já teve vontade de abandonar alguém amarrado à uma árvore? [email protected] Desde 08 de Dezembro de 2003. Todos os direitos reservados.
|