Existem cadastrados no Brasil 19.602 atletas de Handebol de ambos os sexos e em todas as categorias, sendo: Masculino: 11.428 ; Feminino: 8.174; Federações Estaduais : 27; Clubes : 256; acredita-se no entanto que o número de praticantes em todo o Brasil seja muito maior, em torno de 25.000 atletas. Fonte: CBHb (Confederação Brasileira de Handebol - 2000).
     O Handebol é o segundo esporte coletivo com maior número de praticantes em todo o Brasil até a idade de 17 anos; o primeiro é o futebol. Fonte: CBHb (Confederação Brasileira de Handebol - 2000).

      Os maiores focos da prática e desenvolvimento do Handebol estão nos estados de: Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Maranhão, Pará e Amazonas.

     10.000 é o número de atletas e treinadores cadastrados no Handebol paulista; o levantamento feito por Silvana Lazzari, diretora social da FPH, confirma recentemente, onde apontou o Handebol como terceiro esporte mais praticado no país, ficando atrás apenas do futebol e futsal (fonte: FPH, Handebol News, ano 06, nº 59, nov/1999).

 

     Disputa-se o Camp. Paulista Masculino de Handebol desde 1941, e o Esporte Clube Pinheiros detém 21 títulos. Disputa-se o Campeonato Paulista Feminino de Handebol desde 1972 e A.A.Guarú detém 12 títulos. (até 1999)

Cortesia cubana
     O Brasil só participou de duas Olimpíadas no Masculino até hoje, porque Cuba não mandou sua equipe que estava classificada, e o Brasil teve a vaga. Nas Olimpíadas de Barcelona 92, o Brasil teve o último colocado dentre as 12 equipes participantes; em Atlanta 96, o Brasil teve a penúltima colocação, ganhando apenas do Kuwait; No Feminino, estreamos em Olimpíadas em Sydney-2000, onde ficamos com a oitava posição dentre dez participantes.

Chuva de gols
 

       A média de gols por partida tem aumentado a cada mundial. Em 1990, no primeiro mundial masculino da chamada "era profissional" do Handebol, disputado na antiga Tchecoslováquia, a média de gols por partida foi de 45,29. Já no mundial da França em 2001, essa média subiu para 50,05. No mundial masculino júnior da Suíça, tambem em 2001, placares altos foram anotados, como Espanha 51 x 25 Argélia e Bielorússia 41 x 40 Noruega.
 

 Domínio europeu

No último campeonato mundial masculino realizado na França (2001), 7 das 8 primeiras colocações foram de países Europeus. Ainda na França, pela primeira vez uma equipe não-européia classificou-se para as semi finais, foi o Egito, que acabou na quarta colocação.

 

Basquete e Beisebol

    A seleção masculina norte-americana para Atlanta-1996 foi convocada de uma maneira pouco convencional: a partir dos biótipos dos jogadores. Como o esporte não é popular nos Estados Unidos, foram convidados jovens atletas de basquete, beisebol e futebol americano que tinham altura, massa muscular e impulsão, mas não estavam indo bem nos esportes que praticavam. Os atletas treinaram por quatro anos e ficaram na nona colocação.

 

Participação desastrosa

     Em 1999 a Nova Zelândia foi o representante da Oceania no XII Campeonato Mundial masculino para juniores no Catar. Confira os resultados da pior participação de um país em mundiais:

Egito 64 x 4 Nova Zelândia
Iugoslávia 69 x 5 Nova Zelândia
Catar 84 x 10 Nova Zelândia
Brasil 44 x 9 Nova Zelândia
Noruega 73 x 16 Nova Zelândia
Hungria 56 x 13 Nova Zelândia
Israel 55 x 8 Nova Zelândia


      As maiores potências do Handebol a nível internacional estão na europa. São exemplos: Espanha, França, Alemanha, Suécia, Rússia, Noruega e Dinamarca. Na Ásia: destaca-se a Coréia do Sul; na África: A Tunísia, Argélia, Egito; nas Américas: Cuba, Argentina e Brasil.


Osama não viu isso...
 

A maior pontuação obtida em um jogo de Handebol Internacional foi registrada em um jogo em que a URSS derrotou o Afeganistão por 86 a 2, no torneio "Friendly Army" em Miskolc, Hungria, em Agosto de 1981.

No mundo o total de jogadores de Handebol em ambos os sexos chega a 17.000.000; 180 países filiados; 200.000 equipes inscritas; Espanha: 50.000 licenças; França: 300.000 licenças; Alemanha: 1.000.000; fonte: IHF (International Handball Federation-2000)

 

Aposentadoria do nobre

   Inaki Urdangarin, um dos principais jogadores do Barcelona e da seleção espanhola, abandonou o handebol após os Jogos de Sydney. Urdangarin, bronze em Atlanta-1996, é o marido da princesa Cristina, terceira na linha sucessória espanhola.


InaKi com a família real
espanhola

O Pelé do Handebol

O jogador de handebol sueco Magnus Wislander, recentemente eleito jogador do século pela Federação Internacional de Handebol, marcou contra a Islândia, no Mundial da França, seu gol número 1000 em partidas de seleção, recompensando assim quinze anos de carreira.
   Um recorde para o Guiness deste ex-carteiro de Gotemburgo, com um impacto na mídia bem menor que o da estrela Pelé. A comparação é válida, graças às conquistas do "Tubo", um apelido que ele recebeu por sua altura e corpo franzino. Wislander foi duas vezes campeão do mundo (1990 e 1999) e quatro vezes da Europa (1994, 1998, 2000, 2002). O único título que falta é o olímpico, já que a Suécia, com Wislander, ficou em três ocasiões com o segundo lugar.

17 gols em uma partida
 

Kyung-Shing Yoon, terceiro colocado na artilharia do Mundial da França, 2001, teve a maior média de gols por partida da competição, marcando 55 gols em seis partidas. O armador direito da seleção sul-coreana conseguiu a proesa de marcar 17 gols em uma só partida, e com isso ajudar sua seleção a vencer a Croácia por 38 a 33. Com o feito, o jogador é o maior goleador em uma só partida de mundiais. O site Sports.com chegou a mensionar que a seleção sul-coreana, 12º colocada, seria uma seleção medíocre sem o jogador.
 

Rapidinhas
 

Dentre os desportos coletivos de quadra, o Handebol é o segundo mais veloz, só perde para o Hóquei no gêlo.

Nas Olimpíadas de Atlanta nos EUA (1996), foi a primeira vez pela regra permitido a utilização de 1 minuto para pedido de tempo a cada período para cada equipe, pelos técnicos e suas equipes.

No Campeonato europeu masculino de 2002, na Suécia, foi pela primeira vez permitida a utilização de 7 jogadores como reservas, sendo 14 o número de inscritos por cada time para a partida, antes apenas 12 podiam ser inscritos.

O maior Campeão Olimpico é a antiga URSS, com cinco Títulos, sendo três masculinos e dois femininos.

O maior artilherio em mundiais é o sul-coreano Kyung-Shing Yoon, que marcou 86 gols no mundial da Islândia em 1995. No feminino, Indira Kastraovic marcou 71 gols pela Macedônia no mundial da Alemanha em 1997.

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