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O Ataque em Superioridade e Inferioridade Numérica
Esta situação de inferioridade ou de superioridade numérica que vimos na
defesa também pode acontecer no ataque. Quando em inferioridade a equipe
deve tentar criar situações que não prejudiquem muito a definição da jogada,
tais como: jogar sem pivô para conseguir uma boa combinação de passes e
possível arremesso dos nove metros, não se precipitar e trocar passes, a fim
de manter a posse da bola até o atleta que estava cumprindo os dois minutos
possa voltar, sem se descuidar e cair em jogo passivo, entre outras que
dependerão das qualidades do ataque. Em superioridade numérica, a equipe
pode tirar vantagem, jogando com dois pivôs para tentar o passe a eles e
criar condições de definição desses jogadores, utilizar os pontas que podem
tem mais espaço, realizar trocas de posições a fim de iludir a defesa
adversária e criar espaços para arremessos.
A
boa utilização dessas ferramentas no ataque, entre outras, podem levar a
equipe a suprir a deficiência, momentânea, pela falta de um jogador e
conduzi-la a uma vitória, se realizadas eficientemente, ou a derrotas, caso
não se consiga tirar proveito delas.
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