| Como fosse um par que nessa valsa triste |
Se desenvolvesse ao som dos bandolins |
E como não e por que não dizer |
Que o mundo respirava mais se ela apertava assim |
Seu colo e como se não fose um tempo |
em que já fosse impróprio se dançar asssim |
Ela teimou e enfrentou o mundo |
Se rodopiano ao som dos bandolins |
Como fosse um lar, seu corpo a valsa triste iluminava |
e a noite caminhava assim |
E como um par o vento e a madrugada iluminavam |
A fada do meu botequim |
Valsando como valsa uma criança |
Que entra na roda, a noite tá no fim |
Ela valsando só na madrugada |
Se julgando amada ao som dos bandolins |
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