| Boemia, aqui me tens de regresso |
E suplicante te peço a minha nova inscrição |
Voltei pra rever os amigos que um dia |
Eu deixei a chorar de alegria, me acompanha o meu |
violão |
Boemia, sabendo que andei distante |
Sei que essa gente falante vai agora ironizar |
Ele voltou, o boêmio voltou novamente |
Partiu daqui tão contente por que razão quer voltar |
Acontece que a mulher que floriu meu caminho |
De ternura, meiguice e carinho, sendo a vida do meu coração |
Compreendeu e abraçou-me dizendo a sorrir |
Meu amor você pode partir, não esqueça o seu violão |
Vá ver os seus rios, seus montes, cascatas |
Vá sonhar em nova serenata e abraçar seus amigos leais |
Vá embora, pois me resta o consolo e alegria |
De saber que depois da boemia |
É de mim que você gosta mais |
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