| Eu sou o passageiro |
Eu rodo sem parar |
Eu rodo pelos subúrbios escuros |
Eu vejo estrelas saindo no céu |
É o claro e o vazio do céu |
Mas essa noite tudo soa tão bem |
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Entre no meu carro |
Nós vamos rodar |
Seremos passageiros da noite |
E veremos a cidade em trapos |
E veremos o vazio do céu |
Sob os cascos dos subúrbios daqui |
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Mas essa noite tudo soa tão bem |
Cantando lá-la, lá-lá (lá-lá-lá-lá)
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Cantando lá-la, lá-lá (lá-lá-lá-lá)
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Cantando lá-la, lá-lá (lá-lá-lá-lá) lá-lá-lá
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Olha o passageiro |
Como, como ele roda |
Olha o passageiro |
Roda sem parar |
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Ele olha pela janela |
E o que ele vê |
Ele vê sinais no céu |
E ele vê as estrelas que saem |
E ele vê a cidade em trapos |
E ele vê o caminho do mar |
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E tudo isso foi feito pra mim e você |
Tudo isso foi feito pra mim e você |
Simplesmente pertence a mim e você |
Então vamos rodar e ver o que é meu |
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Cantando lá-la, lá-lá (lá-lá-lá-lá)
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Cantando lá-la, lá-lá (lá-lá-lá-lá)
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Cantando lá-la, lá-lá (lá-lá-lá-lá) lá-lá-lá
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Cantando lá-la, lá-lá (lá-lá-lá-lá)
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Cantando lá-la, lá-lá (lá-lá-lá-lá)
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Cantando lá-la, lá-lá (lá-lá-lá-lá) lá-lá-lá
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Eu sou o passageiro |
Eu rodo sem parar |
Eu sou o passageiro |
Eu rodo sem parar |
Eu sou o passageiro |
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