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Em semelhan�a ao que acontece com a grande parte das ra�as mais antigas, n�o podemos definir o momento do aparecimento do Rafeiro do Alentejo. Supoem-se que ter� tido origem no fim do s�culo passado como c�o de guarda de montes alentejanos e de rebanhos. Pensa-se tamb�m que como outros grandes mastins Europeus, este descenda do Mastim do Tibete, que enquanto acompanhava as legi�es Romanas, se ia fixando em v�rias regi�es, e cruzavam com c�es dessas regi�es e iam desenvolvendo as difren�as morfol�gicas que cada ra�a apresenta. Esta origem � comum a outras ra�as Portuguesas. As diferen�as entre elas s�o consequencia da adapta��o ao clima e relevo das regi�es onde se fixaram e que viria a ser o seu solar. O Rafeiro do Alentejo � a ra�a de maior porte entre as nossas ra�as. O rei D. Carlos tinha v�rios exemplares desta ra�a, os quais utilizava em montarias ao javali e a outras esp�cies de ca�a grossa. Existem v�rios destes momentos registados em fotografias, que representam o rei em trajos de ca�a com os seus Rafeiros do Alentejo. Esta ra�a esteve praticamente em extin��o, mas gra�as ao esfor�o de alguns canicultores, da Universidade de �vora e do Clube de Ra�a existente nessa altura, conseguiu ser recuperada. Uma das formas de esta ra�a ser recuperada, foi a introdu��o de sangue do Mastin Espanhol, uma ra�a em tudo id�ntica ao nosso Rafeiro. |
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