Poema Autógeno


I

Recomeçava
empoleirado na girândola
dormente de gravidade e quem-sabe-mais-que-um-sonho
Risonhas sílfides me violentando
enquanto se preocupavam com as minhas marcas


Nem choque térmico, nem morte por afogamento
tão somente um cordão no dedo
para me fazer lembrar de algo
não expelido comigo.



II

Das luzinhas e da voz doce
quis esquecer num impulso
de pés aquáticos sobre o muco
até querer-me de novo em claro
na noite de trinta e um de dezembro
pronto para receber
uma urna com os restos de Erato.



III

...







Will Fall


Hosted by www.Geocities.ws

1 1