Rotas



Como eram boas 
as rotas em seus braços.
Confortáveis, seguras
como barco perdido
nevegando em aguas turbulentas
que aporta em terra firme
no alivio de uma paz total
Aonde as amarras se soltaram,
não o sei.
Só sei do bem, e do mal.
Sei que sai a deriva
tentando em vão lançar ancoras
até o naufrágio final.
Hoje, sobrevivente que sou
navego em calmaria,
sem a quimera da emoção
Penso e repenso minhas rotas
a procura de um porto seguro
aonde ancorarei meu coração!

Vuch@
19:30 
25/08/06

 

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