Rotas
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Como eram boas as rotas em seus braços. Confortáveis, seguras como barco perdido nevegando em aguas turbulentas que aporta em terra firme no alivio de uma paz total Aonde as amarras se soltaram, não o sei. Só sei do bem, e do mal. Sei que sai a deriva tentando em vão lançar ancoras até o naufrágio final. Hoje, sobrevivente que sou navego em calmaria, sem a quimera da emoção Penso e repenso minhas rotas a procura de um porto seguro aonde ancorarei meu coração! Vuch@ 19:30 25/08/06