Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois.

Porque você me deixa tão solto
Porque você não cola em mim
Tô me sentindo muito sozinho.

Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho meu desejos e planos secretos
Só abro pra você mais ninguém.

Porque você esquece e some
E se eu me interessar por alguém
E se ele de repente me ganha.

Quando a gente gosta
Claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está maduro
Onde está você, agora...

Peninha

Aqui, na penumbra do meu quarto, encontro-me
sozinho. Acordado, pensando no que fomos,
o que somos e o que seremos...
Meu pensamento vai para junto de ti.
Tento com isto fugir desta solidão que me acerca...
Neste momento, longe do sabor de teus carinhos,
estar sozinho assusta-me.
Vivo apenas de sonhos e ilusões...
dos fluxos e refluxos das marés.
De uma crença vaga, indefinida,
perdido em lembranças buscando motivos para viver.
E a vida passa... com ela, os sonhos,
as ilusões, o nosso amanhã...
O sono chega... com ele as incertezas do amanhã...

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