O homem desperta e sai a cada alvorada para o acaso das coisas e, a sa�da, leva uma cren�a vaga, indefinida, de achar o ideal pelos caminhos, mas no entanto as horas morrem sobre as horas... Nada! E ao poente o homem, com a sombra recolhida, volta pensando: Se o ideal da vida n�o veio hoje, vir� na outra jornada. Ontem, hoje, amanh�, depois e, assim, mais ele avan�a, e mais distante � o fim, mais se afasta o horizonte pela esfera e a vida passa... ef�mera e vazia... Um adiamento eterno que se espera, uma eterna esperan�a que se adia...

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