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 Voc� fica, sem roupa, ali diante de meus olhos. Em teu corpo n�o h� um s� defeito.
Que ombros e que bra�os gostosos de se tocar. Que belos seios, que doce comprimi-los!
Que ventre mais polido logo abaixo do peito! Que delicadeza da cintura � articula��o das coxas! E que coxas! Por que pormenorizar? Nada vi n�o louv�vel. E lhe estreito a nudez contra o meu corpo.
Tenho a �nsia infinita de te possuir at� o fundo sem qualquer constrangimento algum. E ao mesmo tempo quero fazer-te sentir
-se, ent�o, senhora nem que por um momento.
Em meio � faina, no meio da batalha, membro em riste, sem nenhum tra�o de clem�ncia, afasto teus l�bios vaginais e cravo tudo, rompendo tua resist�ncia!
E ao sentir-se t�o fundo penetrada tua vagina entregar-se-a de toda, vibrando por dentro, toda encharcada, domina-me enquanto a fodo.
E a luta afasta de n�s, todas as �ticas no af� de possuir a alma alheia. Uma ciranda entoada sem po�ticas, uma charanga expressa em carne, nervos e veias.
E eu te domo, gazela desenfreada. E eu te fodo ainda mais minha amada enfurecida. E eu te quero assim, escancarada, para despejar dentro de ti, a minha vida.
Assim se aproxima a ultima estocada, o frenesi expresso, un�ssono dueto. Tua vagina me traga, esfomeada e eu te devoro no teu fundo quente e macio.
Mas num momento em que tudo � mais tudo, como se fizesse a morte
inquilina, nesse instante supremo eu fico mudo e me rendo inteiro... em tua vagina...
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