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Traga
minha boca e deixe que ela pouse sobre teus seios. Deixe-me dizer o quanto
te amo, o quanto a desejo. Ouça os meus pedidos em teus ouvidos. Deixe-me
morder-te no pescoço, nos ombros, nas nádegas, sentir a umidade entre as
tuas pernas. Deixe-me selar tuas pálpebras com saliva de beijos suaves,
enquanto gritas que me odeias e me amas.
Minha mãos numa roda viva, ora entre tuas nádegas, ora entre o vão de tuas pernas, ora entre teus seios. Feche os olhos, deita enquanto eu a amo e deixe escapar os teus gemidos. Deixe a minha língua, a tua língua, o meu pênis, o teu clitóris, o meu pênis, a tua língua. Deixe-me verte de joelhos, como se implorasse para que eu enterre bem fundo entre as tuas pernas como se fosse isto a última coisa do mundo! Deixe-me ouvir-te implorar para que a possuas de todos os jeitos e formas... Ouvir-te implorar para que eu derrame dentro de ti, meu líquido, minha vida... para que saciar-te possa e acalme o fogo do teu cio, a chama ardente do teu amor... Sinta o movimento do meus quadris em tuas ancas, o sobe e desce, lento. Olhes e sintas. Segura os meus quadris em tuas mãos, puxa e tira novamente. Olhe... Meu olhar para ti flameja e o ar falta-me. Minha boca nos teus seios, gemo... Tuas mãos nos meus pelos púbis, grito... Minha voz e teus gemidos... Minhas mãos tentam tocar o infinito enquanto gozo louco no teu segredo, enquanto sinto teus espasmos dentro de ti. Minhas mãos na tua pele, meus desejos, marcas púrpuras dos teus beijos em meu pescoço. O suor da tua pele no meu corpo. Canso... E adormeço nu e acolhido em teus braços... |
