![]()
|
|
H� muito tempo, sim,
que n�o te escrevo.
Ficaram velhas todas as not�cias. Eu mesmo envelheci: Olha, em rel�vo, estes sinais em mim, n�o das car�cias
(t�o leves) que fazias no meu rosto: s�o golpes, s�o espinhos, s�o lembran�as da vida a teu menino, que ao sol-posto perde a sabedoria das crian�as.
A falta que me fazes n�o � tanto � hora de dormir, quando dizias "Deus te aben�oe", e a noite abria em sonho.
� quando, ao despertar, revejo a um canto a noite acumulada de meus dias, e sinto que estou vivo, e que n�o sonho.
De seu filho...
|
![]() |
![]()
Q-BRADO WebStudios� Copyright� 1998 -
2001
Divis�o WebSites Design - All Rigths Reserved.