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* * A R T I G O S * *


�TICA OPERACIONAL NOS 6 METROS



          




           Vamos relembrar o conte�do, com base no texto aprovado para a 1� Regi�o:



          

6 metros � uma faixa de DX, como o s�o as outras faixas de HF, ou seja, todos os que operam devem se respeitar e ter toler�ncia, assim como � feito nas faixas de HF;



           Respeite sempre o Plano de Utiliza��o da Faixa, definido pelas autoridades do pa�s.



           Respeite igualmente o que est� definido pela IARU, com rela��o aos QSOs locais. Evite todas as maneiras, efetuar QSOs locais no segmento compreendido entre 50.1 e 50.13 MHz, que � a chamada �janela de DX�; Aprenda a escutar. Os verdadeiros operadores de DX dedicam 5 % do seu tempo a chamar geral e 95% escutando, observando assim as mudan�as de propaga��o e as dire��es para as quais ela se abre.



           Este procedimento se mostrar� muito mais eficiente do que ficar infinitamente chamando CQ DX; De 50.1 a 50.13 MHz � a faixa de freq��ncia de DX, o texto original em franc�s fala em �tr�fego intercontinental�, definido, para quem ainda n�o saiba o que � DX, sendo a freq��ncia de 50.110 MHz, reservada como freq��ncia de chamada de DX.



           Este segmento de freq��ncia n�o deve ser utilizado para contatos dentro do mesmo continente;



           Chamadas na freq��ncia de 50.110 MHz. A primeira regra � escutar antes de chamar. De tempos em tempos, um CQ � suficiente para descobrir se a propaga��o est� aberta e para onde; T�cnica dos contatos: siga o sistema operacional t�pico para esta��es de DX nos 6 metros. Ou seja, fa�a contatos curtos. Seja breve, para que, mais radioamadores possam usufruir a oportunidade de contato. Quer seja voc� o contestador ou o contestado;



           Em caso de pile-up escute atentamente a esta��o DX e proceda como ela determina. N�o fique barrando na freq��ncia, se a esta��o chama por um indicativo em particular ou um pa�s que n�o seja o seu. N�o chame quando o radioamador passou a palavra para outra determinada esta��o;



           Sempre que um DX provoque um pile-up, � recomendado o tr�fego em split, o que significa chamada numa freq��ncia e resposta em outra, sendo a dist�ncia entre as freq��ncias, da ordem de 10 KHz. Este procedimento limpa a freq��ncia de resposta da esta��o que est� sendo contestada, tornando assim acess�vel a todos, ordenadamente;



           N�o se lance desesperadamente � qualquer chamada de DX. Veja se j� n�o contatou a esta��o que chama. Seu contato duplo, al�m de valer nada, est� ocupando desnecessariamente o tempo, para que outro radioamador consiga o seu QSO, para ele, in�dito;



           O CW � o modo que permite mais facilmente contatos nos 50 MHz.m Esteja atento �s particularidades de propaga��o desta faixa



           Em raz�o da largura de faixa ocupada pela emiss�o em FM convencionaram os radioamadores da Regi�o 1 � Europa � que todos os contatos nesta modalidade devem ser efetuados acima de 50.5MHz;



           Quanto �s interfer�ncias, tenha presente que, em primeiro lugar, uma eficiente opera��o da esta��o, minimiza os riscos de �splatters�. Assim, uma boa regulagem do ganho de microfone, � indispens�vel para evitar distor��es na modula��o. Os amplificadores lineares devem ser usados sem superexcita��o e somente nos casos de dificuldade de propaga��o.



           A� est�o, portanto, as regras operacionais que, os radioamadores da Regi�o 1 definiram, na confer�ncia de San Marino.O radioamadorismo est� auto-suportado por muitas conven��es. N�o s�o leis, mas acordos de cavalheiros, que visam �nica e exclusivamente a otimiza��o do uso do espectro de freq��ncia � n�s destinado, tamb�m por conven��es internacionais.



           S�o regras, portanto, que bem respeitadas, permitem que, todas as modalidades e todos os radioamadores do mundo, possam conviver com resultados eficientes naquilo que se propuseram quando optaram por serem radioamadores.



           Embora sendo, no caso, especificas para a faixa de 50 MHz, muito deste c�digo de conduta pode ser utilizado nas faixas de HF e tamb�m nas demais de VHF. O ser humano tem a liberdade de ser, o que quiser ser, o entanto, o ser humano � provido da intelig�ncia, para pensar, raciocinar e conviver pacificamente com os seus semelhantes.


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Porto Alegre, RS, 15 de dezembro de 2006
Atualizado em 15 de dezembro de 2006

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