| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
1 - Imprima o desenho da placa em negativo ( fundo preto e trilhas em branco) sobre um filme transparente, você pode, imprimir no papel e depois tire um xerox (ou outro processo que utilize toner sólido) mais carregado possível, dele em filme de poliéster (transparência) Detalhe: Não use trilhas ou espaçamentos menores que 0,5mm. |
|
Aqui, uma gota de solução salina em meia tampa de filme fotográfico 35mm. |
2- Prepare a solução fotográfica: |
|
Não coloque muita solução na cola pois senão ela ficará muito fina e será
difícil "esticá-la" sobre a placa de cobre . Como esse preparado é
fotossensível, lembre-se de prepará-lo e manuseá-lo em sala escura!
Não utilize colas com plastificante (tipo Cascorex) pois estas NÃO SAEM com água depois de secas. 3 - Pinte uma fina camada desta cola sobre a placa de circuito impresso virgem e deixe secar por completo numa gaveta ou outro local escuro. 4- Coloque o desenho sobre a placa - com a face pintada em contato com a placa - e prenda-os entre duas placas de vidro e exponha o conjunto ao sol por aproximadamente 2 minutos ou menos se usar lâmpada fotográfica. O tempo variará conforme a concentração da solução e da luz solar e ou potencia da lâmpada. Apenas as porções da cola que receberão luz, polimerização num composto não-solúvel em água. 5 - Lave a placa em
água corrente para remover a cola que não recebeu luz. A placa está pronta
para corrosão em percloreto. Se necessário, use uma pequena escova ou
bucha para auxiliar na remoção, mas não esfregue muito forte. Fique
esperto durante o processo de corrosão pois em alguns casos as trilhas se
levantam no final do processo e aí f...$%#& tudo. |
|
|
|
E aqui está a placa pronta para furação e montagem. Às vezes é necessário alguns retoques antes da corrosão, mas todo cuidado é pouco. Use um estilete bem afiado e cuidado para não erguer as trilhas pois assim o percloreto entra por baixo da cola e fura a trilha. |
No caso do resultado não ficar "de acordo", experimente variar a concentração de dicromato ou a exposição à luz. Uma maneira prática é fazer várias placas iguais e expo-las por tempos diferentes para verificar qual deu melhor resultado.
Abaixo os erros mais
comuns e suas causas:
|
|
|
|
|
Excesso de luz ou cola com muito sal. Até a porção que não tomou luz secou. |
Desenho do lado errado. O toner deve ficar virado para baixo, em contato com a placa para não "vazar" luz. |
Pouca luz ou solução fraca. As trilhas saem ao serem lavadas. |
Outros problemas comuns (sem foto, entretanto):
- A camada de cola se
cristaliza ao secar, mesmo no escuro. Causa: Muito sal na cola.
- A imagem grava mas não sai
ao ser lavada. Causa: Cola com plastificante. A Tenaz azul é a melhor.
- A imagem grava, mas sai
tudo ao lavar. Causa: Pouca luz ou paciência na hora de lavar.