Caso
não captaram a moral, tenho perfeitamente o prazer de
explicar, pois era esse o objetivo no momento em que
escrevi o texto.
A impressão
que vocês tem de mim atualmente deve ser de um ser repugnante
ou sem escrúpulos, quem não simpatizava com minha pessoa
agora me odeia.
Isso
é um preço que estava preparado a pagar quando enviei
o texto tema.
As
pessoas possuem um padrão, seja ele para se vestir,
para escrever redações nos cursinhos da "poli"
ou criar um grupo virtual para se expressarem.
Vocês colocando um grupo aberto ao público estão sujeito
a todo tipo de pessoas, e aí entram as pessoas que possuem
o mesmo padrãozinho de vocês, as que possuem outro padrão
e as que não possuem padrão nenhum (que é onde entro).
O intuito
era quebrar os padrões, quebrar as regras, chocar, revoltar,
fazer rir, fazer chorar. E através de "excelentes
críticas" como essa do Karlos que tenho a certeza
que estou conseguindo realizar meu objetivo.
Em
relação ao conteúdo, sou contra o preconceito, (fui
preconceituoso), sou contra o vandalismo (incitei o
mesmo e o classifiquei como bom), sou contra o machismo
e a homofobia (defendi ambos), não suporto a rotulação
pessoal ou de "tribos urbanizadas" (o texto
em si foi uma apologia a rotulação).
Enfim,
nada do que escrevi neste texto faz parte de minha filosofia,
algumas já fizeram anos atrás, mas atualmente eu quis
levantar essa questão para satirizar o leitor.
O sentido principal
do texto é a liberdade, onde posso dizer que foi rica
nesse texto, sendo negativa e positiva.
Uma
liberdade é negativa quando ela atinge a privacidade
do próximo. Exemplos: O vandalismo é uma vontade que
certos indivíduos possuem, são livres em supri-las,
mas a mesma prejudica outras pessoas, logo ela deixa
de ser uma liberdade mútua.
A liberdade
é positiva, quando ela não infringe na liberdade do
próximo.
Exemplos:
Não ter compromissos com ninguém é um direito que
relativamente prejudica somente o próprio indivíduo.
Essa é uma liberdade mútua, pois todos podem possuir
tal direito sem que atinja o próximo.
Usei
a liberdade positiva quando não me importei com o que
o "Karlos" ia pensar ou o restante das pessoas
para quem enviei.
Usei
a negativa quando me expressei para causar
a revolta em todos vocês. Eu me diverti, vocês ficarão
transtornados.
Levanto
então a questão:
O que é Liberdade?
Até que ponto ela pode ser mantida?
(Comentários
por obséquio...)
Não
estou nervoso, irritado ou preocupado com todos os xingamentos,
vírus, "bombas" que recebi hoje, pois
como disse na última linha do e-mail, não representa
meu pensamento, foi mas uma das muitas sátiras que crio
ou copio.
Como
foi citado pelo autor da crítica acima, em "quero
me aparecer", está perfeito.
Vamos
ao fatos:
A rotulação
de um ser em uma classe é para auto elevar-se, a foto
que coloquei era para dar ainda mais ênfase a esse tema,
(porque era minha).
Todo ser humano necessita conquistar seu espaço, rotular-se
é o caminho mais fácil e o mais hipócrita.
Vomitar,
urinar, roubar, ser vandalista, bater, etc. São o preço
que muitos grupos de adolescentes pagam para manter-se
no grupo ou não ser chamado de careta. Estão tão obcecados
com o respeito da "Gang" que esquecem seus
próprios escrúpulos.
Deixei
de ser Punk há mais de 1 ano por pessoas dizerem que
eu devo ser isso, fazer aquilo, andar desta forma para
poder me auto-intitular punk.
A crítica
poderia ser aos punks, quanto aos skinheads que são
racistas, poderiam ser pagodeiros que são machistas,
os funkeiros que não sabem não sabem a diferença de
um objeto e uma mulher, um grupo de filosofia onde pessoas
querem manter um linguajar culto e julgar e excluir
os que não possuem a mesma sabedoria, seja em um
grupo de adolescentes do cursinho da poli
que decidiram criar um mundinho onde tudo deve ser da
maneira que o Karlos deseja ou qualquer outro grupo
de seres humanos que precisem manter um padrão para
que as pessoas possam desfrutar do direito de dizer
o que são.
Caso
fique algumas dúvidas, gostaria de que enviassem comentários
construtivos, ao contrário do acima, que terei o maior
prazer em dissertar.
Gostaria
de pedir desculpas aos que sentiram repúdio e desdém.
Nada do que está contido neste texto representa o que
sou realmente, o que faço, o que defendo ou o que apologizo.
Foi somente uma crítica aos próprios punks e a todos
que rotulam-se e se auto-padronizam.
O texto
teve tamanho realismo devido minha mente psicótica e
por ter tido uma experiência anos atrás com o que relatei
acima.
Karlos, parabéns pelo que escreveu e pela maneira na
qual agiu, mas cuidado para não precipitar-se novamente.
E obrigado pelos elogios dos textos que enviei anteriormente
(achei que deletava).
Diferente
de você eu coleto seu lado bom amigo e não seu lado
podre. Seus últimos textos e atitudes mostram que seu
lado podre está dominando seu lado bom, mas eu acredito
em seu potencial.
Mandei críticas, manifestos, monólogos, declarações,
fotos e materiais dos mais diversos com grande conteúdo
dissertativo a ponto de não dormir, porém 3 textos é
o suficiente para sua condenação precipitada.
Analise
você mesmo o meu lado bom, se é que possuo para sua
pessoa.
Ao
restante do OGDI, Filosofia Prática, Deserdados e
todas as pessoas que mantém contato comigo eu peço para
que caso não estejam satisfeitos com a minha pessoa,
manifestem-se que respeitarei o desejo de vocês de não
lhe mandar mais textos.
Pra fechar, Che Guevara é uma pessoa que eu não lutaria
ao lado, mas o respeito como respeito Jesus.
Abraço
a todos, desculpe a extensão do texto.
Para
o Karlos um beijo. (Novamente sem ressentimentos companheiro)
Digalou