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| Contribui��es de Wallon para a psicopedagogia | ||||||||||||||
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| Wallon prop�e um desenvolvimento na qual se distribui nos campos funcionais da Afetividade, Motricidade e Intelig�ncia.Seu projeto te�rico abrange a elabora��o de uma psicog�nese completa do ser humano. Sua teoria sobre o procedimento metodol�gico � capaz de compreender as atitudes e os significados comportamentais da crian�a atrav�s da Observa��o.Esta prop�e que se estude a crian�a tomando a pr�pria crian�a como ponto de partida. Levando em considera��o os aspectos f�sicos do espa�o onde de ela est� inserida, a linguagem, o seu conhecimento pr�prio e sua cultura; estas formam a caracteriza��o do contexto geral do desenvolvimento do indiv�duo. Wallon coloca fases para a compreens�o do desenvolvimento; fases estas que dever� se observar como cada uma delas se estabelece para que a partir delas se possa intervir com um determinado tipo de atividade. Essas atividades dever�o corresponder aos recursos que a crian�a ou o indiv�duo disp�e naquele momento para interagir com o meio ambiente. Uma outra contribui��o que Wallon nos coloca � o da fun��o postural. Pois a fun��o postural est� intimamente ligada tamb�m � atividade intelectual. Expressamos atrav�s de gestos e express�es aquilo que estamos pensando e sentido.Isso nos leva a uma compreens�o mais completa da informa��o que est� sendo dada.E � essa postura, ligamos com uma outra quest�o que � o da emo��o.Ao dirigir seu foco de an�lise para a crian�a, Wallon revela que � na a��o sobre o meio humano, e n�o sobre o meio f�sico, que deve ser buscado o significado das emo��es.Ou seja, � na rela��o com o outro que a crian�a procura par�metros para o desenvolvimento de suas emo��es.�O outro � um parceiro perp�tuo do eu na vida ps�quica� (Wallon). Sendo a fun��o postural uma das ferramentas de compreens�o da atividade intelectual, elegemos tamb�m a fun��o pensamento e linguagem como parte desse contexto. � muito grande o impacto da linguagem sobre o desenvolvimento do pensamento e da atividade global da crian�a.Atrav�s da din�mica do pensamento infantil vimos que por mais fragment�rio que possa parecer, est� longe de ser totalmente inorganizado.Pois ela combina em �pares� os objetos mentais.Ou seja, a crian�a pode sempre associar uma id�ia � outra mais pela sonoridade das palavras do que por uma coer�ncia de sentido.E isso n�o implica que esteja errada.Devemos levar em considera��o a id�ia que ela quis passar a respeito do objeto. Todas essas observa��es nos levam a uma compreens�o melhor para a abordagem psicopedag�gica. Elegendo primeiramente a observa��o como meio de conhecer melhor o indiv�duo em seu contexto s�cio-psiqu�co, observando as fases de seu desenvolvimento. Mas sempre lembrando, que ela nunca ser� linear; Compreendendo como suporte da a��o intelectual a fun��o corporal, e a emo��o agindo sobre ela e o meio.E finalizando com o pensamento e a linguagem, que ser� sempre impregnado de subjetividade porque adv�m das origens afetivas da atividade cognitiva, at� que a intelig�ncia se diferencie da afetividade. |
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