SERRA

ESPÍRITO SANTO

BRAZIL

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Conheça aqui um pouco da Cidade Histórica da Serra - ES.


 



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SERRA

ESPÍRITO SANTO

BRAZIL


OLD TRIBE OF THE TEMIMINÓS, SERRA START ITS BUILDING IN 1556, WITH THE ARRIVAL OF THE JESUIT FATHER BRAZ LOURENÇO. IT USED TO BE CALLED TRIBE OF NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO, BUT FINALLY JUST SERRA. WITH 547 KILOMETERS SQUARE, WITH THE POPULATION OF 302.150 THOUSANS OF INHABITANTS. SERRA IS OUTSTANDING ON ITS INDUSTRIAL CENTER. BUT NOT ONLY OF INDUSTRIES LIVE SERRA. THE CITY ALSO HAS A RICH FOLKLORE AND NATURAL BEAUTY. ON ITS 38 KILOMETERS OF COST THE OUTSTADING GO TO THE BAY OF MANGUINHOS, JACARAÍPE AND NOVA ALMEIDA, ALL WITH GOOD HOTELS.

AMONG THE FOLKLORE'S FEAST OF THE REGION ARE: CONGADA AND MACULELE, WITH LOCAL DANCES. BESIDES TRADITIONAL FEAST OF SÃO BENEDITO (BETWEEN 23 AND 27 OF DECEMBER) WITH ALL OF THE TRADICIONAL BANDS OF THE REGION.


SERRA ESPÍRITO SANTO BRASIL

O Município de Serra no Estado do Espírito Santo possui a Sede do Município entre as coordenadas geográficas: 20º 07' 43'' de Latitude Sul e 40º 19' 07'' de longitude WGR.

O Município está situado na Região da Grande Vitória, e a Sede fica a cerca de 27 km do centro Capital do Estado. A área é de 547 Quilômetros Quadrados. O Conselho do Governo do Espírito Santo estabelece o Município da Serra em ato de 2 de abril de 1833 e a instalação ocorre em 19 de Agosto. A População da Serra no Censo de 1993 era de 240. 376 habitantes. Em 2.000 a população era superior a 302.150 habitantes e para o ano 2.010 a População é estimada em cerca de 500 mil habitantes.


A natureza foi generosa para com a Serra. Dotou-a de belezas sem igual, tanto no litoral como no interior.

Rica também são as manifestações culturais, as mais expressivas do Espírito Santo e que se mostram nas festas populares, na música, na dança, no artesanato e na culinária.

De sua abastada história, os serranos fizeram festas, misturaram sabores, construíram inúmeros trabalhos artísticos e moldaram objetos para guardar na memória suas raízes.

Serra, da puxada do mastro de São Benedito, das Bandas de Congos, da Insurreição do Queimado, do Mestre Álvaro.

Serra, da Moqueca Capixaba com peixes nobres, muito coentro e tintura de urucum em panelas de barro.

Serra, dos quindins de Nova Almeida e dos bolinhos de arroz da sede do Município.

Serra, de um mar esverdeado e litoral tranquilo que oferece o ano inteiro, alimento, prazer e saúde.

Serra, das manifestações populares marcantes. De um povo com um passado de heroísmos, conflitos e bravuras.

 

SUPERFÍCIE E PRAIAS

A extensão territorial do Município é de 547 Km2

As cidades foram crescendo, ficando muito próximas umas das outras, dando a impressão de ser uma cidade só. Essa proximidade fez com que surgisse relação de dependência entre as mesmas.

Área ou Região Metropolitana é o conjunto de cidades, próximas e dependentes, uma das outras.

A Serra é um dos Municípios da Região Metropolitana da Grande Vitória, sendo o maior em extensão. Em segundo lugar está Viana, (328 km2), em terceiro Cariacica, (273 km2), e quarto lugar Vila Velha, (232 km2). Dos cinco, a capital Vitória, (81 km2), é o menor Município em superfície.

Os 547 km2 de área do Município da Serra representam 1,2 por cento da área do Estado do Espírito Santo e 37,4 por cento da área da Grande Vitória. A Serra é quase sete vezes maior do que a Capital, Vitória.

A sede da Serra está a 12 km da costa. Possui 151 km2 existindo nas proximidades vários bairros da periferia que ampliam a sua área. Fica a 27 quilômetros de Vitória. Em linha reta são pouco mais de 20 quilômetros do centro da Serra até a divisa entre os municípios de Serra e Vitória, nas proximidades do Aeroporto Eurico Salles, no bairro Jabour, região de Goiabeiras.

O litoral é um espaço público de riqueza inigualável, cujo trunfo é precisamente o seu patrimônio cultural e natural, cuja defesa exige comportamento único e solidário com autoridades e povo atentos e vigilantes para que não ocorram impactos ou mudanças na qualidade de vida do nosso povo.

O litoral do Espírito Santo possui 411 km., sendo que existem publicações, que informam 436km. O Brasil possui 7.367 km. A Serra possui 23 km de litoral, compreendendo as praias de Jacaraípe; Nova Almeida; Manguinhos; Bicanga e Carapebus. Antigas vilas de pescadores, esses balneários no Verão, com sol quente, acolhem grande número de turistas, oferecendo modernidade, prazer e qualidade de vida.

Não se pode escrever sobre a Serra sem se falar da própria história dos índios e dos primeiros colonizadores do Espírito Santo. Existe um elo de ligação nesta grande corrente histórica de heroísmos, bravuras e idealismo.

 

Cidade localizada na região da Grande Vitória, com a sede do Município a 27 km da capital do Estado do Espírito Santo, a Serra é rica em belezas naturais, folclore, potencialidades turísticas e industriais.

Com área de 547 Km2, apresenta em seu relevo uma série de lagoas, rios e ondulações em forma de chapadas. O primeiro impulso econômico foi a cana-de-açúcar. Depois ocorreu a plantação em larga escala de abacaxi. Hoje o setor industrial destaca-se com várias indústrias instaladas no município.

O litoral é caracterizado pela vegetação de dunas, praias e manguezais. As praias são extensas e admiradas pelos visitantes, dispondo a região de excelente infra-estrutura hoteleira.

 

ALTITUDE DA SERRA SEDE

A Serra teve o seu território explorado pelos primeiros colonos do Espírito Santo já em 1535, quando da colonização da Capitania do Espírito Santo.

Antes de 1535, a Serra era habitada pelos Índios Tupiniquins que vivam no litoral. Posteriormente, vieram do Rio de Janeiro os Índios Temiminós, ocasião em que o padre jesuíta, Braz Lourenço e o Chefe Indígena, Maracajaguaçu (Gato Grande), fundam, em 1556, nas proximidades do Mestre Álvaro, a Aldeia de Nossa Senhora da Conceição, estabelecendo as bases de colonização de uma região que posteriormente seria a cidade da Serra.

A sede da Serra é a cidade mais alta de região da Grande Vitória, com a média de 40 metros de altitude, medida no centro, próximo a Igreja de Nossa Senhora da Conceição.

A altitude depende do local de onde ocorreu a medição.

A sede do Município da Serra possui 151 quilômetros quadrados, existindo nas proximidades vários bairros da periferia que ampliam a área da sede Municipal.

 

COORDENADAS GEOGRÁFICAS

As coordenadas geográficas são linhas que servem para determinar a posição de um ponto sobre a superfície da Terra. Assim a posição de uma cidade pode ser determinada através das coordenadas.

As coordenadas geográficas, que determinam a posição de uma cidade num Mapa, distinguem-se em Latitude (linha horizontal) e Longitude (linha vertical) e variam conforme o local exato de onde elas são definidas.

Latitude é a distância de qualquer ponto da terra ao Equador, medida em graus no Meridiano desse ponto.

Longitude é a distância entre um lugar e um primeiro Meridiano convencionado, contado sobre o Equador.

No mundo há um local chamado Greenwich, na Inglaterra, onde convencionou-se a passagem de um meridiano que fica a zero grau. A partir daí são estabelecidas as coordenadas das cidades.

A linha de Greenwich passa entre as cidades de Londres, Capital da Inglaterra, e Paris, Capital da França.

 

COORDENADAS DA SERRA SEDE

São 20 graus de latitude sul e 40 graus de longitude oeste

 

A sede do Município da Serra está situada entre as coordenadas geográficas:

20º 07’ 43" de latitude sul;

40º 18’ 28" de longitude oeste.

Estas coordenadas foram obtidas a 305 metros a Nordeste da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, na sede do Município.

Existem algumas divergências quanto aos números exatos da latitude e longitude, contudo os 20 graus de latitude sul e os 40 graus de longitude oeste permanecem inalterados, ocorrendo apenas algumas diferenças nos minutos e segundos, diferenças estas em razão do local exato de onde foram feitas as medições.

 

EVOLUÇÃO HISTÓRICA

Historicamente a Serra possui a seguinte evolução:

1) Foi fundada em 8 de dezembro de 1556 por Braz Lourenço e Maracajaguaçu;

2) Foi elevada à Categoria de Freguesia, em 24 de março de 1724. Como em 1724 a Freguesia não pode ser instalada, pois a Igreja não estava concluída, nova Carta Régia foi elaborada em 24 de maio de 1752 elevando a Serra à categoria de Distrito e Paróquia. Contudo como a Igreja não estava edificada com pedras e alvenaria, aguardou-se o fim da construção da Igreja para que a Serra fosse oficializada como Freguesia, o que só veio a ocorrer 17 anos depois, em 1769. A Freguesia só foi instalada após a construção total da Igreja, em 1769, desmembrando-se assim a Freguesia da Serra da Freguesia de Vitória.

Na Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, publicada em 1959, consta o seguinte sobre o assunto:

"Carta Régia de 24 de março de 1752, mas em virtude de só em 1769 concluir-se a Igreja, retardou-se, para esse ano, a execução da referida Carta".

Freguesia, segundo os Dicionários, significa Paróquia, conjuntos de paroquianos, ou seja, pessoas que freqüentam uma Igreja. A Igreja Católica ao perceber a evolução de um determinado povoado, estabelecia a Freguesia, que só era instalada após a Igreja estar totalmente construída.

 

VILA E MUNICÍPIO DA SERRA

A sede da Serra passou a condição de Vila a 2 de abril de 1822.

Na Enciclopédia dos Municípios Brasileiros está que :

"Em 1822 é elevada a categoria de Vila."

O Município foi criado, com território desmembrado do Município de Vitória através da resolução do Conselho de Governo, de 2 de abril de 1833.

O Município da Serra, embora criado em abril, só foi instalado em 19 de agosto do mesmo ano, sendo sua sede apenas uma Vila desde 1822.

A sede da Serra deixa de ser Vila e é elevada à categoria de cidade, em 6 de novembro de 1875, pela Lei N.º 6, de 6 de novembro daquele ano.

Informa errado quem cita Lei N.º 6, de dezembro de 1875.

A Lei que transforma a sede de Vila em Cidade da Serra é de autoria do Deputado Provincial do Espírito Santo, Major Joaquim Pereira Franco Pissarra e foi aprovada pela Assembléia Legislativa Provincial.

A instalação solene com festas, organizada pelo Deputado Major Pissarra e políticos locais ocorre no dia do aniversário de Dom Pedro II, a 2 de dezembro do mesmo ano de 1875.

 

LEI TRANSFORMA SERRA DE VILA EM CIDADE

Domingos Monteiro assina lei da Assembléia Provincial

 

A sua transcrição completa é a seguinte:

"LEI N.º 6

Domingos Monteiro Peixoto, Bacharel formado em Sciencias Jurídicas e Sociaes pela Faculdade do Recife, Juiz de Direito, Oficial Imperial Ordem da Rosa, Cavalleiro da de Christo (sic) e Presidente da Província do Espírito Santo, etc, etc.

Faço saber a todos os seus habitantes que a Assembléia Legislativa Provincial decretou e eu sancionei a Lei seguinte:

Artigo 1º - É elevada a cathegoria (sic) de Cidade a Villa (sic) de Nossa Senhora da Conceição da Serra.

Artigo 2º - A Villa (sic) de Nova Almeida fica desannexada

(sic) da Comarca e Termo de Santa Cruz, e encorporada ao termo e comarca da Serra.

Parágrafo 1º - As divisas desta Comarca serão pelos atuaes (sic) limites de Nova Almeida e de Santa Cruz.

Parágrafo 2º - As da Comarca da Conceição da Serra e das frequezias (sic) do Queimado e de Carapina serão pelos limites da Comarca de Vitória.

Artigo 2º - Revogão-se (sic) as disposições em contrário.

Mando, portanto, a todas as authoridades (sic), a quem o conhecimento a execução da referida lei pertencer, que a cumprão (sic) e fação (sic) cumprir tão inteiramente como nella (sic) se contém. O Secretário do Governo d’esta (sic) Província a faça imprimir, publicar e correr.

Dada no Palácio do Governo da Província do Espírito Santo, aos seis dias do mês ( sic ) de Novembro de mil oitocentos setenta e cinco, qüinquagésimo quarto da Independência e do Império.

L. S. Domingos Monteiro Peixoto.

Carta de Lei pela qual Vossa Excellencia (sic) manda executar o Decreto d’Assembléia (sic) Legislativa Provincial, que houve por bem sanccionar (sic), elevando à Cathegoria (sic) de Cidade a Villa (sic) de Nossa Senhora da Conceição da Serra, bem como desannexando (sic) da Comarca e Termo de Santa Cruz a Villa (sic) de Nova Almeida, como acima se declara.

Para Vossa Exª vêr (sic).

O 2º Official (sic):Sebastião Pinto Homem, a fêz (sic).

Sellada (sic) e publicada n’esta (sic) Secretaria da Presidência da Província do Espírito Santo, em seis de novembro de 1875.

No impedimento do Secretário. - O Official (sic) - Maior, Manoel Corrêa de Lírio." (Livro de Leis Estaduais / Arquivo Público do Estado do Espírito Santo).

A transcrição da Lei foi feita com a grafia da época, assim por exemplo Categoria está com th e as palavras cumpram e façam estão no texto da lei, cumprão e fação. No texto a palavra Revogam-se está escrito revogão-se.

A expressão "sic" entre parêntesis, significa que a palavra está escrita como no documento original.

Na lei, o N.º 2 é colocado de forma repetida. Assim constam dois artigos com o número dois.

 

SÍMBOLOS DO MUNICÍPIO

O brasão, a bandeira e o hino da Serra

 

A Pátria é o país onde nascemos e pelo qual temos muito amor. O sentimento de amor pela Pátria chama-se Patriotismo. Nossa Pátria é o Brasil.

Para representar a nossa Pátria existem símbolos. A Bandeira Nacional, as Armas Nacionais, O Selo Nacional e o Hino Nacional são os símbolos nacionais. Os Estados e os municípios possuem também os seus símbolos.

São símbolos da Serra:

1) Brasão; Escudo; Selo ou Armas Municipais;

2) Bandeira;

3) Hino.

 

BRASÃO DA SERRA

O Brasão e a mesma coisa que Escudo ou Armas

O Brasão da Serra, possui as seguintes características:

1 – Cinco estrelas nas partes laterais que simbolizam os cinco distritos do Município.

2 – Ao centro encontram-se uma parede (engrenagens) e uma chaminé simbolizando as Indústrias da Serra.

3 – Ao fundo a Serra do Mestre Álvaro de onde surgiu o nome da cidade, banhado pelas águas do mar que representa as praias do litoral da Serra.

As armas (ou logotipo, escudo ou ainda brasão) do Município da Serra foram idealizadas por Marinaldo Fraga Castelo, vencedor do Concurso realizado na Administração Aldary Nunes e premiado em cerimônia cívica realizada no Município no dia 28 de maio de 1975. Marinaldo recebeu como prêmio a quantia de CR$ 500,00 (quinhentos cruzeiros).

 

SIMBOLOGIA DO BRASÃO

O formato é idêntico ao Brasão conferido pelo Rei Dom João III à Duarte Coelho, como prêmio aos serviços prestados no Oriente e em Pernambuco na formação de núcleos habitacionais.

No Brasão encontramos:

 

1 - ESTRELAS.

Simbolizam os Distritos da Serra.

 

2 - ENGRENAGEM.

Marca a chegada das Indústrias de laminados, Siderúrgicas e similares, fonte de riqueza para o Município.

 

3 - DATAS:

1556 - Ano de fundação da Serra.

1833 – Data da lei que estabelece o município da Serra.

 

Pelo Decreto N.º 10. 008/98, assinado pelo Prefeito Antônio Sérgio Alves Vidigal, datado de 23 de janeiro de 1998, a segunda data seria a de elevação à categoria de vila, ou seja, 1822, já que a Serra foi elevada à categoria de Vila, em 2 de abril.

No escudo já se colocou 1875, ano em que a sede da Serra foi elevada a categoria de Cidade, mas nunca 1822. O ano que sempre consta é de 1833.

A sede da Serra foi elevada a categoria de Vila em 1822 e não 1833 e a categoria de Cidade em 1875. Em 2 de abril de 1833 foi assinada uma resolução do Conselho de Governo do Espírito Santo estabelecendo a Serra como Município, separando-a do Município de Vitória.

Nos últimos anos a Prefeitura e a Câmara Municipal estão adotando o ano de 1833, quando o Município foi criado.

O ano de 1833 parece-nos o correto, já que caracteriza bem a emancipação política do município da Serra do município de Vitória. Uma data expressiva. Uma data que significa libertação, emancipação política e administrativa.

 

4 - MONTANHA.

Representa a Serra do Mestre Álvaro.

 

Em alguns desenhos do Brasão da Serra, pessoas mal informadas colocam um Sol que com os seus raios estaria nascendo na parte detrás do Mestre Álvaro. Tal sol não existe, até por que o sol, devido a posição geográfica do Mestre Álvaro, não nasce e nem se põe na parte detrás do Mestre Álvaro.

 

5 - MAR.

Representa o litoral.

 

BANDEIRA DA SERRA

Faixas horizontais, letra "S", Mestre Álvaro e indústrias

 

A Bandeira da Serra foi idealizada por Evaldo Vizeu Barcelos, que na época estava com 25 anos de idade, vencedor em 1º Lugar do Concurso Bandeira do Município, criado na Administração do Prefeito, Aldary Nunes.

Participaram do concurso 27 candidatos.

O prêmio de Cr$ 1. 500,00 (hum mil e quinhentos cruzeiros), foi entregue ao vencedor pelo Prefeito Aldari Nunes, em uma cerimônia cívica no dia 28 de maio de 1975.

 

SIMBOLOGIA DA BANDEIRA

A bandeira da Serra possui a seguinte simbologia:

 

1 – FAIXAS HORIZONTAIS.

São três faixas:

A primeira verde, pintada na sua parte superior, representando as matas locais.

A faixa do meio, mais larga e branca simboliza a paz que deve reinar no município Serrano.

A faixa azul representa o mar do litoral.

 

2 – LETRA "S"

Dentro da faixa branca, encontram-se duas figuras em meia lua, na cor amarela, representando o clima tropical e a letra inicial do nome Serra, ou seja a letra "S".

 

3 – MESTRE ÁLVARO

Ao fundo, a Serra do Mestre Álvaro, representando toda a beleza e grandeza do colosso que orgulha a todos os Serranos.

Em alguns desenhos da bandeira da Serra, pessoas mal informadas colocam erradamente um sol que com os seus raios estaria nascendo na parte detrás do Mestre Álvaro. Tal sol não existe, até por que o sol não nasce e nem se põe na região do Mestre Álvaro.

 

4 – CHAMINÉ E ENGRENAGEM

À frente do desenho do Mestre Álvaro, existe o desenho de uma chaminé e o desenho de engrenagens (uma parede) de fábrica simbolizando o progresso advindo com o complexo industrial e da construção civil.

 

HINO DA SERRA

Foi apresentado pela primeira vez em 1927

 

O Hino da Serra possui letra do prof. Jayme de Abreu e música do Maestro, Manoel Xavier, da Banda de Música, que existia na Serra, na década de vinte, a "Lira Estrela do Norte".

O hino foi apresentado pela primeira vez em sessão solene realizada no município no ano de 1927, na gestão do Prefeito Alexandre Cardoso.

O hino, em 1998, sofre pequenas modificações feitas pelo Maestro Antísthenes Loureiro, da Banda de Música "Estrela dos Artistas", para "corrigir incoerências simétricas".

O decreto N.º 10.007/98, datado de 21 de janeiro de 1998, assinado pelo Prefeito Antônio Sérgio Alves Vidigal aprovou o Hino da Serra, considerando que "cada município institui os seus símbolos, constituídos de elementos gráficos e musicais destinados a representar a sua imagem patriótica e a indicar a sua soberania, de sorte a merecer demonstrações de cortesia e respeito dos munícipes e visitantes".

 

HINO DA SERRA

Letra Jayme de Abreu - Música de Manoel Xavier

"Nos OrgulhamoS desta invicta terra,

Recamada de glória e de beldade.

E Havemos de fazer de nossa Serra

Um sublime Rincão, linda cidade.

 

Estribilho.

Ei! avante serranos, trabalhemos,

Confiantes num porvir mais bonançoso.

A bem da Terra, unidos, caminhemos,

PrÁ podER alcançar viver ditoso.

 

O Serrano e MEU irmão sincero

E A todos abraço sem rodeio,

em seu seio feliz me considero,

considero e digo sem receio.

 

Nossa Serra querida, esplendorosa,

há de um dia alcançar o que deseja.

Confiante, prossegue esperançosa

De conseguir no futuro O bem que almeja.

 

Ei!, avante, irmãos o que almejo.

ser feliz, bem estar em nossa vida.

não Espero que percamos este ensejo

De rever nossa Serra mais querida."

DEFININDO CONCEITOS DO HINO DA SERRA

Vocabulário das principais palavras do Hino da Serra

 

Almeja: De almejar; Desejar com muita vontade alguma coisa.

Beldade: Beleza.

Bonançoso: Calmo; Tranquilo; Sereno.

Ditoso: Venturoso; Feliz; Que tem sorte.

Ensejo: Ocasião; Oportunidade.

Esperançosa: Que dá ou tem esperança; Que promete.

Esplendorosa: Que tem esplendor; Beleza.

Glória: Fama; Renome; Honra; Pessoa muito ilustre.

Invicta: Que nunca foi vencido; Que nunca foi usado.

Porvir: Futuro.

Querida: Prezada; Estimada; Pessoa amada.

Recama: Enfeitar; Aprimorar; Bordar.

Receio: Medo; Dúvida; Apreensão.

Rever: Tornar a ver; Ver com atenção.

Rincão: Lugar especial; Recanto.

Rodeio: Ato ou efeito de rodear; Circundar uma questão; Meio indireto.

Seio: Coração; Local especial.

Sublime: Muito alto; Elevado; Majestoso.

 

CORES DA SERRA

As cores da Serra são:

 

AMARELO.

Representando as culturas de arroz, banana, laranja, abacaxi e milho, cultivadas no Município.

 

VERDE.

Representando o principal produto agrícola até os fins da década de 20, o Café.

 

BRANCO.

Representando a produção de leite, destaque da pecuária do Município.

 

BAIRROS TURÍSTICOS E PRAIAS DA SERRA

Jacaraípe, Manguinhos, Bicanga, Carapebus e Nova Almeida

 

O Brasil possui cerca de 7.367 quilômetros de costa, do cabo Orange no Amapá, ao arroio Chuí, no Rio Grande do Sul. São aproximadamente 1.574 praias, sendo destas inúmeras do Espírito Santo e dentre as mais bonitas estão as praias da Serra.

O litoral da Serra possui 23 quilômetros de extensão, sendo o limite norte em Nova Almeida, na divisa com o município de Fundão e o Limite sul em Carapebus, na divisa com Vitória

 

AS DEZ PRAIAS DA SERRA

São dez as principais praias da Serra:

1 – Praia Mole:

Atualmente ocupada pela Companhia Vale do Rio Doce que instalou no local o Porto de Praia Mole;

2 – Bicanga:

Trata-se de uma praia de águas calmas. Nos últimos anos passou a ser bastante freqüentada pela instalação no local de infra-estrutura de apoio ao visitante.

3 – Carapebus:

Possui como principal atração uma faixa de areia que separa a lagoa do mar espetáculo de rara beleza, localizado ao norte da praia que permite aos freqüentadores alternarem banhos de água doce e salgada.

Trata-se de um balneário típico de pescadores, com uma área de 1,5 quilômetros de areia grossa, com formações areníticas e de corais ao sul e águas claras e mornas. Na região existe área de preservação ambiental.

4 – Manguinhos:

A praia de Manguinhos sempre esteve associada a Paz, Tranqüilidade. Possui águas calmas com ruas pacatas. Muita natureza, muito mar e muita vegetação. O local é próprio para quem pretende fugir da agitação das grande cidades. Existem formações areníticas e de corais em alguns locais, mas que não prejudicam a beleza e a tranqüilidade do local. A comunidade preserva a região como se fosse uma vila de pescadores. Manguinhos oferece o que há de melhor em peixe, sendo praia que nos últimos anos é a preferida de intelectuais e recanto seguro para as tartarugas marinhas que desovam em suas praias.

5 – Praia da Baleia (Jacaraípe):

Recebe o nome de Baleia por ter sido visto no local um filhote de baleia. A praia é uma ligação entre Manguinhos e Jacaraípe, destacando-se pela tranqüilidade e águas calmas. Como todas as praias da região existem no local formações areníticas e de corais.

6 – Jacaraípe:

É o principal balneário da Serra. É uma praia moderna, totalmente urbanizada, com bares e quiosques à beira mar. É palco de importantes campeonatos de diversas modalidades esportivas. Há um mercado e um local, na foz do rio Jacaraípe, onde se encontra muitos peixes frescos.

7 – Praia do Barrote e Solemar (Jacaraípe):

Faz parte do balneário de Jacaraípe, destacando-se pelas atividades exercidas pelos surfistas. São chamadas de praias dos Surfistas.

8 – Costa Bela:

Uma pequena praia tranqüila muito usada pelos moradores do bairro Costa Bela e de bairros próximos. Fica entre o balneário de Jacaraípe e Nova Almeida.

9 – Praia de Capuba:

Trata-se de uma pequena praia, localizada ao final do balneário de Jacaraípe, onde estão situados os últimos quiosques da área urbanizada da orla de Jacaraípe. Região de muita tranqüilidade e águas calmas.

10 – Nova Almeida:

Possui praias de águas calmas. O balneário está bem moderno com uma área de lazer devidamente urbanizada com quiosques, campo de futebol e quadra esportivas. O local é mais calmo do que Jacaraípe e suas águas do mar sem poluição. Há um mercado especializado na venda de peixe fresco.

 

JACARAÍPE É A ANTIGA ALDEIA CARAÍPE

Caraípe: Caminho do homem branco na terra das rosas

 

Reduto de turistas, Jacaraípe, segundo os turistas é o mais bonito balneário da Serra, em razão de estar urbanizada e iluminada.

A praia é uma das mais bonitas do Estado, com o seu calçadão e quiosques padronizados.

Pela sua grande extensão, o balneário reúne inúmeras pequenas praias que servem para a identificação do local exato onde os eventos acontecem.

Assim no balneário de Jacaraípe estão as praias da Baleia; da Castanheira, próximo ao tradicional hotel Castanheira; Solemar que é conhecida como a praia dos Surfistas e Capuba.

 

ÍNDIOS TUPINIQUINS

Os primeiros habitantes da região foram os índios tupiniquins. Posteriormente com a chegada dos índios Temiminós que vieram do Rio de Janeiro com Maracajaguaçu, os tupiniquins foram para o norte, além do rio Doce e os Temiminós passaram a ocupar toda a região litorânea da Serra. Há historiadores que citam a presença dos índios Goitacases na região, contudo pesquisas recentes mostram que os Goitacazes estavam mais ao sul da Capitania e na hoje região de Campos dos Goitacazes.

Anualmente são disputados em Jacaraípe competições de Surf e Body board, principalmente nas praias do Barrote ou em Solemar onde "rolam" as maiores ondas.

 

SIGNIFICADO

Em Jacaraípe localiza-se também o Barródromo onde anualmente são realizados torneios de Marcas e Pilotos, com corridas de carro, promovidos pela Federação de Automobilismo do Espírito Santo.

Jacaraípe tem origem na antiga aldeia de pescadores denominada Aldeia de Caraípe.

Assim a origem da palavra Jacaraípe nada tem a ver com Jacaré e rio dos Jacarés e, sim, com Caraípe que se origina da língua Tupi, usada pelos índios primeiros habitantes da região e que significa "Caminho do Homem Branco".

Os termos Cari e Carai em Tupi geralmente referem-se homem branco.

Carioca é casa do homem branco.

Cariacica na língua Tupi significa chegada do homem branco.

Segundo os dicionários a palavra Caraípe é uma variante de Caraipé, significando o nome de várias plantas da família das Rosáceas (Rosas). Caraípe portanto é o lugar das rosas. Jacaraípe é a Terra das Rosas.

O Jornal "A Gazeta", de 19 de dezembro de 1995, informa no Caderno de Turismo que Jacaraípe significa "Caminho ou rio de jacarés." O Jornal não cita a fonte em que se baseia para tal afirmativa, deve basear-se numa interpretação livre da palavra Jacara ou da palavra Jacareipe (Jacaré - ipe).

A palavra Jacaraípe é encontrada escrita em algumas publicações: "Jacareipe".

A Telecomunicações do Espírito Santo S.A., TELEST colocava até Dezembro de 1996, "Jacareipe" em suas contas de cobranças de telefonemas.

O certo é Jacaraípe, conforme uso popular.

Jacaraípe era conhecida como Caraípe. Assim não havia a sílaba "Ja" que surgiu posteriormente com o tempo. Portanto qualquer alusão a "Ja" ou "Jacaré" é pura invenção, lenda, pois nada há de concreto com a realidade do local que antigamente era conhecida como Caraípe.

O viajante Auguste de Saint - Hilaire (1779 -1853), que foi um dos mais notáveis Naturalistas, quando esteve no litoral Espirito-Santense, no dia 15 de outubro de 1818 esteve na Aldeia Caraípe e registra o fato em seu diário de viagem.

Os antigos moradores da Serra utilizavam o "Caminho de Caraípe" para irem da sede do Município ao litoral.

Documentos antigos usam a palavra Caraípe.

 

EM NOME DO SOL

O Jornal "A Gazeta", de 24 de janeiro de 1992, na página Guia Turismo, publica a seguinte reportagem com o título: "Jacaraípe: Em Nome do Sol."

Não há indicação do autor do texto, que é o seguinte:

"Mais que lotada nesta temporada, Jacaraípe continua fazendo o Verão de muitos mineiros e capixabas que não dispensam o sol e o mar.

Urbanizada, a orla toda pavimentada e iluminada, conta com diversos quiosques. A prática de esportes é uma constante nas areias. Conhecida e disputada pelos adeptos do Surf e do Body-board, por suas imensas ondas, Jacaraípe é um convite para quem gosta de agitação e de conviver com muita gente."

A reportagem destaca ainda que Jacaraípe dista 30 quilômetros de Vitória e possui vários bares, alguns com música ao vivo, e várias opções de restaurantes, alguns com Cardápio Internacional, bem como hotéis e pousadas.

Em "A Gazeta", de 19 de dezembro de 1995, consta na página 11 do "Caderno de Turismo", que "Jacaraípe já foi uma vila de pescadores à beira do rio Joara."

Pelo texto observa-se que o rio Jacaraípe é denominado no Jornal, de rio Joara, mas oficialmente segundo Mapa do IBGE, Juara, com "u" e não com "o" é o nome da Lagoa, também chamada de Jacaraípe.

A informação de "A Gazeta" baseia-se no fato do rio Joara ou Juá, Lagoa de Jacaraípe, Largo do Juara e rio Jacaraípe, serem interligados entre si. O rio Juara cuja foz situa-se em Jacaraípe no Mapa do IBGE consta como sendo o mesmo rio Jacaraípe.

As festas de Jacaraípe são tradicionais no calendário turístico, principalmente a Festa de Iemanjá, na passagem do ano e o Carnaval.

Jacaraípe está distante 27 km de Vitória.

 

HOTEL CASTANHEIRAS

O Jornal "Tempo Novo" de 15 de fevereiro de 1995, publica na página 2 uma reportagem com o título: "Dona Zezé, 40 anos à frente da hotelaria de Jacaraípe". Em princípios de 1996, ajudava na gerência do Hotel Castanheiras, o primeiro de Jacaraípe, o Sr. Délio Rosalém. Eis alguns trechos da reportagem: "Morando em Jacaraípe há quase 50 anos, dona Maria José Cláudio Teixeira Corrêa, de 72 anos, mudou-se para o balneário com seu marido, José Corrêa Neto, falecido há 5 anos, quando havia poucas casas e a maioria da população vivia do comércio de peixe. ( ... ) Após muita luta, dona Zezé e seu marido construíram o Hotel Castanheiras, primeiro sobrado do balneário, obra de 40 anos. Mãe do vereador, João Luiz Teixeira Corrêa, dona Zezé é uma pessoa ativa e muito respeitada em Jacaraípe. Seu nome é sinônimo de trabalho."

 

MANGUINHOS É TERRA DA TRANQÜILIDADE

Moradores preservam balneário

 

Manguinhos é um bairro litorâneo da Serra. Surgiu a partir de uma vila de pescadores que começou a se formar no início de 1900.

O balneário de Manguinhos é portanto originário de uma antiga Vila de Pescadores. Os moradores locais procuram preservar a tranqüilidade e a paisagem agreste e suas ruas são simples, sendo construída recentemente uma moderna praça, mas que não retirou a característica de uma vila, onde os seus nativos são os pescadores que vendem peixes na areia da praia e que saem cedo com seus barcos, retornando ao entardecer cheios de peixes.

O fluxo de turistas aumenta no verão, mas, na baixa temporada, esta vila de pescadores oferece muita paz com uma praia limpa que encanta os que querem fugir da poluição.

 

MOQUECA E PEROÁ FRITO

Manguinhos é hoje refúgio de muitos veranistas. A principal atividade econômica do lugar é o turismo. Sua culinária é rica e tradicional servida em modernos restaurantes que oferecem bons frutos do mar e a tradicional moqueca capixaba, que segundo os moradores locais, em Manguinhos possui um sabor bem especial, pela qualidade da forma como é feita. Na culinária o destaque ainda é para o peixe peroá (conhecido como Porquinho no sul do Brasil) frito, uma das especialidades da região.

Os bares e restaurantes de frente para o mar são as atrações dos Turistas. Em 2000, os destaques eram: Bar e Restaurante São Geraldo, de Maria Ribeiro Rodrigues a Doninha; Bar e Restaurante Enseada de Manguinhos, freqüentado por empresários durante a semana, de propriedade de Geraldo Alves e de Euclides Jorge Filho; Restaurante Estação Primeira de Manguinhos, que possui uma galeria de Arte dentro de um vagão de trem. Além das moquecas, oferece o camarão na moranga. Outros destaques na culinária: Pizzaria Convés; Sorvetes Delícias da Vila. Nos quiosques da praia onde existem opções de mariscos e peroá frito, o destaque é o quiosque do Pedrinho.

O balneário de Maguinhos encontra-se situada a uma distância de 20 a 24 km de Vitória

Manguinhos é sinônimo de tranqüilidade e bucolismo. Possui águas limpas e calmas, com ondas fracas e uma faixa estreita de areia clara e fofa.

O Balneário é um ponto de partida para passeios a pé até Bicanga e Carapebus, possuindo vegetação de restinga, preservada por lei e recanto seguro para a desova e nascimento das tartarugas marinhas.

O nome deriva do terreno pantanoso, de Mangue, com vegetação específica que existia na região, embora o morador da região, Ronaldo Lourenço Rodrigues afirme que o nome deriva da fruta Manga que em tamanho pequeno havia em grande quantidade no local.

O censo de 1996 informa que a população de Manguinhos é de 1 mil e 100 habitantes. Em 2000, a população fixa era estimada em 1.500 habitantes, atingindo uma população flutuante de 3.000 habitantes nos meses de Janeiro e Fevereiro.

Na entrada do bairro o visitante atravessa uma pequena ponte que muitos julgam ser sobre o rio Manguinhos, mas que na verdade é sobre o rio Maringá, cuja foz ocorre num local chamado "Chaleirinha" onde vários pedaços de pedras afloram na praia.

O rio Manguinhos, segundo Mapa do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, possui a sua foz entre as praias de Bicanga e a de Manguinhos.

 

A FESTA DE SANTA ANA

Manguinhos possui também as suas festas populares. A mais tradicional é a de Sant’ Ana, normalmente promovida pela própria comunidade em julho. É uma espécie de festa "Julina", com quadrilha, forró e danças folclóricas.

A festa de Sant’ Ana vem sendo realizada há 60 anos pelos moradores locais.

Consta que em 1940, a imagem da santa, esculpida em madeira, foi levada para Manguinhos pelo barão de Monjardim que visitava suas netas na comunidade. A imagem pertencia a capela de Jucutuquara, atualmente Solar Monjardim e chegou a Manguinhos em procissão de pescadores, em uma canoa. Na capela local, após os rituais da semana de festa, a imagem foi roubada. Os padres da época a substituíram, então, por outra feita de gesso e com adornos de ouro.

Com saias rodadas, coroas azuis e vermelhas, destacam-se em Manguinhos as Pastorinhas, que se apresentam no balneário no início de Janeiro durante os festejos da Folia de Reis, quando três pessoas representando os três Reis Magos saem pelas casas à procura do menino Jesus, acompanhados de várias pessoas que cantam ao som de vários instrumentos musicais, como viola, triângulo e tambores. Em Manguinhos os Reis Magos são substituídos pelas Pastorinhas. Uma das coordenadoras das Pastorinhas de Manguinhos em 2.000 era a Sra. Elcy Rosetti Machado.

No Carnaval é tradicional o banho de mar à fantasia. Os foliões confeccionam as fantasias com papel crepom e elas se desmancham nas águas do mar no final da apresentação dos blocos.

A ocupação urbana de Manguinhos começou na década de 1970. O loteamento mais antigo é o de Atapoã, com 285. 755 metros quadrados e que foi aprovado na Prefeitura da Serra em 1953. Os loteamentos Balneário de Manguinhos, com 211. 863 metros quadrados e o Pomar de Manguinhos, com 79. 487 metros quadrados, foram aprovados em 1975. Já o loteamento Recanto dos Profetas, com 154. 180 metros quadrados foi aprovado em 1978.

 

TARTARUGAS NA SERRA

A partir de 1996 Manguinhos passou a ser manchete dos Jornais pelo nascimento de Tartarugas em suas praias. O Jornal "A Gazeta" de 13 de janeiro de 1996 relata:

"Nascem 105 Tartarugas em Manguinhos - A Praia de Manguinhos, na Serra tornou-se um local de desova de Tartarugas Caretta-Caretta. Ontem no início da manhã nasceram 105 tartaruguinhas. Elas foram lançadas ao mar com a ajuda dos banhistas que compareceram ao local onde estava o ninho, próximo a quiosque do Mineiro. No último sábado nasceram 67 filhotes. (...) Existem ainda na Praia de Manguinhos mais três ninhos de Tartarugas que deverão eclodir daqui a uma semana, segundo a coordenadora do Projeto Tamar, em Vitória, Tuta Burtet".

Entre janeiro e fevereiro de 1996, nasceram mais de 2 mil tartaruguinhas na praia de Manguinhos. Até o ano 2.000 foram contabilizados mais de 20 mil nascimentos de tartarugas marinhas na região de Manguinhos.

 

 

ENSEADA DE MANGUINHOS

O Jornal "Tempo Novo", do Acadêmico Eci Scardini, em sua edição de 2 de fevereiro de 1995, publica a reportagem: "Dona Arlete, meio século de vida no comércio de Manguinhos" Eis alguns trechos: "Viúva há 19 anos, dona Arlete Euclides, de 70 anos, reside em Manguinhos há exato meio século. Figura muito conhecida no balneário, dona Arlete foi residir em Manguinhos quando as poucas casas do local ainda eram feitas de estuque e coberta de palhas. "Poucas pessoas moravam aqui. Somente os nativos e alguns pescadores residiam em Manguinhos. Poucos veranistas construíam casas, mas não vinham, explica dona Arlete.(...) Quando mudou-se para Manguinhos, com o seu marido, Euclides Nunes Rodrigues, em 1945, dona Arlete começou a vida de comerciante, que mantém até hoje. Seu marido montou um bar em Manguinhos e a vida do casal teve início naquele balneário. (...) Não havia ruas nem rodovia para Jacaraípe.(...) O pequeno bar de dona Arlete virou o "Enseada de Manguinhos", um freqüentado e famoso restaurante local, que servem os procurados frutos do mar."

 

CARAPEBUS

A praia de Carapebus é vizinha de uma das maiores siderúrgicas da América Latina que é a Companhia Siderúrgica de Tubarão, a CST. Mesmo assim é uma praia tranqüila. Parece uma vila com poucas casas, pequeno comércio e vegetação nativa com uma impressionante lagoa circundada por árvores. Devido a lagoa, o Turista possui as opções entre a água salgada do mar e a doce dos rios. É muito freqüentada por mineiros devido a Colônia de Férias da Polícia Militar de Minas Gerais que ali está situada.

Carapebus está localizada a uma distância de 17 km de Vitória e 11 km da sede da Serra.

 

BICANGA

A praia de Bicanga é uma praia com bela paisagem. Conta também com uma pequena lagoa e vasta vegetação rasteira preservada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, o IBAMA. É muito freqüentada por mineiros e capixabas do interior do Estado.

Bicanga está a 15 km de Vitória.

A sede da Serra localiza-se a 12 quilômetros do litoral.

 

PONTOS TURÍSTICOS DA SERRA

Locais de importância turística do município

 

O município da Serra é rico de locais de importância turística. Alguns são verdadeiros Patrimônios Culturais do Estado e do País. Outros são locais de lazer e tranqüilidade.

 

IGREJAS:

  1. Igreja dos Reis Magos, de Nova Almeida. Dista da sede 28 km.
  2. Igreja São José do Queimado. Dista 23 km da sede.
  3. Igreja Nossa Senhora da Conceição, na sede.
  4. Mestre Álvaro. Dista 1,5 km da sede.
  5. Santuário de Iemanjá. Dista da sede 18 km.
  6. LAGOAS:

  7. Jacuném. Dista da sede 18 km.
  8. Carapebus. Dista da sede 11 km.
  9. Capuba (Também conhecida por Lagoa Largo do Juara ou Lagoa Jacaraípe). Dista da sede 23 km. Quem se detém a analisar com calma e paciência o Mapa de lagos e rios da Serra, observa que o Largo Juara ou Juá é a mesma lagoa de Jacaraípe. Em sua parte oeste, pelos lados da sede da Serra, a lagoa é denominada de Juara ou Juá. Na parte leste, no lado do litoral, a lagoa denomina-se Jacaraípe, em razão do bairro ali existente. Existem outras pequenas lagoas no município da Serra.
  10. Jornal "A Gazeta" de 1º de abril de 1996, noticia na coluna linha direta a existência de uma Lagoa Baú, na Praia de Carapebus. Em Carapina na área da Vale existem várias lagoas, algumas nas proximidades dos bairros de São Geraldo e São Sebastião.

    ÁREA DE CAMPING:

  11. Associação Vale do Rio Doce;
  12. Camping Serra Verde;
  13. Camping Loteamento Costa Bela;
  14. Recanto Camping Bar.
  15. HOTÉIS CLASSIFICADOS:

  16. Jacaraípe Praia Hotel, na Praia de Jacaraípe;
  17. Hotel Praia Sol, em Nova Almeida;
  18. Praia Linda Hotel, em Jacaraípe.
  19. Hotel Reis Magos, em Nova Almeida;
  20. Outros hotéis: Hotel Castanheiras, o tradicional e pioneiro hotel de Jacaraípe; Pousada Mirante, em Nova Almeida; Hotel Aqualuzes, de Jacaraípe.
  21. Existem hotéis ao longo da BR 101 e também pequenas pousadas em Jacaraípe e Nova Almeida.
  22. MOTÉIS

    Município dispõe também de uma farta e excelente rede de Motéis, entre os quais Status, Tropical e Baby.

  23. Motel Status desde 1978 oferece a seus clientes um grande número de opções e novidades. O Motel pertence ao empresário Enir Mathias e é administrado por Evaldo Macedo Alves. O Advogado do referido Motel é o Dr. João Batista Ceruti Pinto. Possui padrão internacional com suites do tipo Mansão e Master. Fica localizado na rodovia ES 010, que liga a BR-101 a Jacaraípe.
  24. Outro Motel com suítes de qualidade é o Tropical, de Oriosvaldo dos Reis Tostes, localizado na avenida Guarapari entre os bairros de Jardim Limoeiro e Valparaíso.
  25. O Motel Dream’s fica localizado em São Diogo e seu proprietário é o empresário Antônio Sérgio Massad.

 

RODOVIAS

A Rodovia do Sol (ES - 010), que se inicia no sul e termina no norte do Estado do Espírito Santo corta todo o litoral do Estado e do Município da Serra. Passa pelos balneários de Marataízes no sul, Guarapari, Vila Velha indo até as praias de Aracruz, depois de passar pelo Município da Serra. Seu projeto inicial prevê uma rodovia que venha a percorrer todo o litoral do Estado da Praia das Neves, no extremo sul, até Guriri, Itaúnas e Conceição da Barra no extremo norte.

A ES-010, serve de acesso para os Turistas que visitam os balneários Serranos de Manguinhos, Jacaraípe e Nova Almeida e os balneários dos Municípios de Fundão, Aracruz e do norte do Estado.

Entre as principais rodovias estaduais, em 1971, havia no órgão estadual, (na época Departamento de estradas de Rodagem), o projeto da Rodovia ES 26, com 164 km, ligando Ibicaba (Afonso Cláudio) à Nova Almeida, permitindo dentro do município à ligação do litoral no balneário de Nova Almeida a BR 101, tornando fácil o acesso ao turismo na época de veraneio. Havia também o projeto da ES 27, ligando Fundão à sede do município da Serra, possibilitando através da BR 101 a ligação com o litoral.

Como Rodovia Municipal, destaca-se a opção de acesso ao Centro Industrial, construída pela Prefeitura Municipal da Serra que é a Rodovia Norte-Sul, de grande importância estratégica.

As Rodovias Federais que ligam a Serra a Vitória são:

1- BR 101, que atravessa todo o Município até o trevo de Carapina, contornando a Cidade de Vitória com destino ao Município de Cariacica.

2- BR 601 - Pequeno trecho asfaltado que se inicia em frente ao Aeroporto de Vitória e vai até o trevo de Carapina, passando em frente aos bairros de Jardim Carapina, Boa Vista, Bairro Nossa Senhora do Rosário de Fátima (Região de Carapina do lado direito sentido Vitória - Serra), Eurico Salles e entrada do Bairro de Fátima.

A Estrada de Ferro Vitória-Minas, que corta o Município em 30 quilômetros, tem capacidade para transportar 120 milhões de toneladas ano. É um dos tripés do Corredor de Exportação que pretende escoar 10 milhões de toneladas de grãos, por ano, originários de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

 

LIMITES DA SERRA

Os atuais limites do Município da Serra foram estabelecidos pela Lei Estadual N.º 1919, de 31 de dezembro de 1963.

 

A Serra limita-se:

1) Ao Norte com o Município de Fundão;

2) Ao Sul com os Municípios de Cariacica e Vitória;

3) Ao Leste com o Oceano Atlântico;

4) A Oeste, com o Município de Santa Leopoldina.

 

As Divisas Municipais são as seguintes:

 

a) Com o Município de Fundão:

Começa na foz do braço Norte no rio Timbuí; desce por este até a sua foz no rio Reis Magos; desce por este até a sua foz no Oceano Atlântico.

 

b) Com o Município de Vitória:

Começa no Oceano Atlântico, na ponta de Carapebus; segue por um paralelo até encontrar a baía de Vitória; segue por esta até a foz do rio Santa Maria da Vitória, na divisa com o Município de Cariacica.

 

c) Com o Município de Cariacica:

Começa no ponto em que termina o limite com o Município de Vitória; sobe pelo rio Santa Maria da Vitória até a foz do córrego Tauá, na divisa com o Município de Santa Leopoldina.

 

d) Com o Município de Santa Leopoldina:

Começa onde termina a divisa com o Município de Cariacica; sobe pelo rio Santa Maria até a foz do rio Mangaraí; segue por uma linha reta até o Morro Itapocu; segue por uma linha reta até a foz do braço Norte do rio Timbuí, na divisa com o Município de Fundão.

 

CINCO DISTRITOS DA SERRA

Serra Sede; Carapina; Nova Almeida; Queimado e Calogi

 

Segundo documentos históricos de 1700 a 1800, a Serra, Carapina e Jacaraípe pertenciam a Vitória. Consta o seguinte em documentos existentes no Arquivo Público Estadual: Divisão Administrativa de 1700 a 1800:

Vila de Vitória: Carapina, Serra, Caraípe, Praia e Boapapa.

Em 1989 a Prefeitura da Serra elaborou um folheto de divulgação do Município, com texto creditado ao Professor de Geografia Nourival Cardoso Júnior. Na época da elaboração do referido folheto, a Serra estava politicamente dividida em 8 distritos: Serra-sede; Carapina; Nova Almeida; Jacaraípe; Laranjeiras; José de Anchieta; Calogi e Queimado.

DIVISÃO ADMINISTRATIVA

Atualmente, no ano 2.000, os distritos da Serra estão definidos na Carta Magna do Município, a Lei Orgânica elaborada pelos vereadores e aprovada em 5 de abril de 1990, estando o território do Município da Serra dividido, para fins administrativos, em cinco distritos:

  1. Sede Municipal. Possui características sócio-culturais de cidade de colonização portuguesa com fortes tradições.
  2. Calogi. Distrito agropecuário.
  3. Carapina. De grande concentração Industrial. Possui Comércio bem desenvolvido, Parque de Exposição "Floriano Varejão" e população de trabalhadores operários em sua maioria.
  4. Nova Almeida. É onde está a melhor infra-estrutura turística, com belas praias e bairros operários.
  5. Queimado. Distrito com 98 por cento de sua população vivendo

da agropecuária.

Quem visita o distrito de Queimado de hoje não imagina como era o povoado há 150 anos atrás. Várias casas estavam construídas na colina próxima a Igreja de São José. Havia uma povoação com expressiva população, que usava basicamente o Porto, às margens do rio Santa Maria da Vitória, como caminho natural de deslocamento entre a sede administrativa do Espírito Santo, Vitória e a Serra e mesmo todo o norte do Espírito Santo.

Hoje não há povoado e nem três ou quatro casas juntas que justifiquem ser considerado um Distrito. As poucas casas da região estão esparsas em propriedades da região. A denominação de Distrito talvez seja apenas uma homenagem prestada pelos políticos Serranos a um local histórico, palco de uma Insurreição escrava em 1849.

 

DIVISAS DISTRITAIS

As divisas entre os distritos do Município da Serra são as seguintes:

 

  1. Entre os Distritos de Serra-sede e Calogi:

Começa na foz do rio Calogi no rio Timbuí; sobe pelo rio Calogi até a foz do seu primeiro afluente da margem direita; sobe por esse afluente até a sua cabeceira; segue por uma linha reta até o Morro Mestre Álvaro.

 

b) Entre os Distritos de Serra e Nova Almeida:

Começa no rio Jacaraípe, barra do rio Cacu; sobe pelo rio Jacaraípe até o desaguadouro da Lagoa Capuba; segue pelo divisor de água entre os rios Jacaraípe e Putiri, até encontrar a estrada de rodagem da Serra a Nova Almeida; segue por um meridiano até encontrar o rio Reis Magos.

 

c) Entre os Distritos de Serra e Carapina:

Começa no rio Jacaraípe, na barra do rio Cacu; sobe por este até a sua cabeceira; segue em linha reta até o Morro Mestre Álvaro.

 

d) Entre os Distritos de Nova Almeida e Carapina:

Começa no Oceano Atlântico na foz do Rio Jacaraípe; sobe por este até a foz do rio Cacu.

 

e) Entre os Distritos de Carapina e Queimado:

Começa na foz do rio Tangui no rio Santa Maria; sobe pelo rio Tangui até encontrar a linha reta que passa pelos Morros Mestre Álvaro e Morerão.

 

f) Entre os Distritos de Calogi e Queimado:

Começa no Morro Itapocu; segue em linha reta até o Morro do Céu; segue em linha reta até o Morro Camará-Açu; segue em linha reta até o Morro do Morerão; segue pela linha reta que vai do Morro Morerão ao Mestre Álvaro até encontrar o rio Tangui.

 

g) Entre os Distritos de Carapina e Calogi:

Começa no Mestre Álvaro e segue pela linha que vai desse Morro Morerão até encontrar o rio Tangui.

 

LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO

Vereadores elaboraram Carta Magna da Serra

 

A Lei Orgânica do Município da Serra aprovada em 5 de abril de 1990 é uma espécie de Constituição, ou seja, Carta Magna, Lei Maior da Serra.

 

PRINCIPAIS ARTIGOS DA LEI

"Artigo 1º - O Município da Serra, fundado em oito de dezembro de 1556, é unidade do Estado do Espírito Santo com autonomia assegurada pelas Constituições Federal e Estadual, será regido pelo estabelecido na presente lei Orgânica.

Artigo 2º - O território do Município tem suas confrontações: Ao Norte com o Município de Fundão; Ao Sul com os Municípios de Vitória e Cariacica; A Oeste com o Município de Santa Leopoldina e a Leste com o Oceano Atlântico. ( ... )

Artigo 24º - A Organização Político-Administrativa do Município da Serra é constituída por seus Distritos, desta e das leis que vierem a ser adotadas.

Artigo 25º - A sede do Município é a cidade da Serra.

Artigo 26 º - O Território do Município será dividido, para fins administrativos, em cinco Distritos a saber:

1) Sede Municipal; 2) Calogi; 3) Carapina; 4) Nova Almeida; 5) Queimado.

Parágrafos Único - Os Distritos têm a seguinte ordem de Oficialização:

a) Sede Municipal - Lei Provincial N.º 6, de Dezembro de 1875. (sic).

b) Calogi, Carapina, Nova Almeida e Queimado - Decreto Lei estadual N.º 9981, de 11 de novembro de 1938. (...) .

Artigo 28º - São Poderes do Município, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo e Executivo.

Parágrafo 1º - O Poder Judiciário, representado pelo Juizado de Direito da Comarca, é instituição estadual. (...).

Artigo 29º - O Município goza de autonomia:

I - Política, pela eleição direta do Prefeito, Vice-Prefeito e Vereadores."

 

DISTÂNCIAS INTERMUNICIPAIS

Distâncias da sede da Serra até a sede das cidades do Estado

 

Vila Velha - 39 km ; Viana - 51 km; São Mateus - 191 km; São José do Calçado - 262 km; São Gabriel da Palha - 178 km; Santa Tereza - 58 km; Santa Leopoldina - 67 km; Rio Novo do Sul - 135 km; Pres. Kennedy - 181 km; Piúma - 119 km; Pinheiros - 260 km ; Pedro Canário - 240 km; Pancas - 157 km ; Nova Venécia - 222 km; Muqui - 192 km; Muniz Freire - 199 km; Mucurici - 326 km; Montanha - 308 km; Mimoso do Sul - 202 km; Marilândia - 129 km; Mantenópolis - 228 km; Linhares - 108 km; Jerônimo Monteiro - 200 km; Jaguaré - 175 km; Iúna - 213 km; Itarana - 100 km; Itapemirim - 150 km; Itaguaçu - 110 km; Iconha - 117 km; Ibiraçu - 46 km; Ibatiba - 193 km; Guarapari - 81 km; Guaçui - 240 km; Fundão - 30 km; Ecoporanga - 288 km; Dores do Rio Preto - 266 km; Domingos Martins - 73 km; Divino de São Lourenço - 259 km; Conceição do Castelo - 150 km; Conceição da Barra - 227 km; Colatina - 104 km; Castelo - 171 km; Cariacica - 37 km; Cachoeiro de Itapemirim - 164 km; Bom Jesus do Norte - 244 km; B. Guandu - 157 km; Bananal - 151 km; Aracruz - 58 km; Anchieta - 137 km; Afonso Cláudio - 167 km; Alegre - 221 km; Apiacá - 233 km; Atílio Vivácqua - 178 km.

 

DISTÂNCIAS INTERESTADUAIS

Distâncias da Serra sede para a principais cidades brasileiras

Rio de Janeiro.....577 km;

São Paulo...982 km;

Salvador....1.119 km;

Belo Horizonte....484 km;

Brasília....1.271 km

 

CONCEITOS HISTÓRICOS

 

CIVIT FOI CRIADO NA DÉCADA DE 70

Mais de seis milhões de metros quadrados para as indústrias

 

O Centro Industrial de Vitória, CIVIT está localizado no Município da Serra no Planalto de Carapina, a 3,2 quilômetros da BR 101, abrangendo uma área de 6 milhões, 650 mil e 250 metros quadrados, distribuídas nos setores I e II.

O setor I destina-se a abrigar instalações industriais e empresas de atividades de serviços. Possui uma área de 1 milhão e 700 mil metros quadrados com módulos de 90 x 30 m. (2 mil e 700 metros quadrados). Em fevereiro de 1991 tinha 51 empresas e vários lotes disponíveis para implantação de outras empresas. Em "A Tribuna", de 29 de agosto de 1993, um encarte especial sobre o CIVIT diz que a área formada pelo CIVIT 1 e 2 é de 4,5 milhões de metros quadrados e está totalmente infra-estruturada.

O Setor II também destina-se preferencialmente às instalações Industriais. Possui uma área de 4 milhões 950 mil e 250 metros quadrados, composta de módulos variando entre 1.000 e 10.000 metros quadrados. Possuía em 1991 um total de 50 empresas instaladas, 37 em implantação e 102 lotes disponíveis para indústria, 80 para o comércio e oito empresas com reserva de área.

A região do CIVIT é cercada pelos Conjuntos Habitacionais de Mata da Serra, Pedro Feu Rosa (bairro das Flores), Civit e Laranjeiras. Está a apenas 13,2 quilômetros do Aeroporto de Vitória, em Goiabeiras e a 23,12 quilômetros do Centro da cidade.

O CIVIT nasceu no início da década de 70, e a implantação do projeto foi executada em 1972, no Governo de Christiano Dias Lopes Filho. Em 1993 reunia 117 Indústrias dos mais variados ramos: Metalurgia, fabricação de Matéria Plástica, Têxtil, Ótica e Construção Civil, entre outras. Segundo dados técnicos até o ano 2.015 o CIVIT terá área para negociar com empresas interessadas em se instalar na região.

 

PORTOS NA SERRA

Praia Mole, Tubarão: Disputa de posse entre Serra e Vitória

PRAIA MOLE

O porto de Praia Mole, localizado na divisa entre Serra e Vitória. Foi inaugurado em 1983, sendo formado de um píer, de propriedade da CVRD - Companhia Vale do Rio Doce, e de um cais, pertencente a um consórcio de grandes Usinas Siderúrgicas (CST, Usiminas e Acesita), para exportação de aço. Sua capacidade é de Seis Milhões de Toneladas / ano. Já o píer tem capacidade para oito milhões de Toneladas / ano.

O Porto contudo tem atuado acima de sua capacidade já que em 1995, o Porto de Praia Mole - píer de carvão - desembarcou, 9.975.231,4 toneladas, contra 9.264.889 toneladas no ano anterior.

Algumas publicações informam que o Porto de Praia Mole está na área do Município de Vitória e não na Serra. A lei de limites em vigor, Lei N.º 1919, de 31 de dezembro de 1963, entre Vitória e Serra é imprecisa, já que usa uma linha imaginária que vai da Ponta de Tubarão até a baía de Vitória e de lá até a foz do rio Santa Maria da Vitória.

O Departamento Estadual de Estatística em publicação oficial com o título "Informações Municipais", 1994, onde divulga dados sobre o Município da Serra, cita o Porto de Praia Mole como na área do Município da Serra.

 

PORTO DE TUBARÃO

O Porto de Tubarão está localizado no Município de Vitória em área da Companhia Vale do Rio Doce. Fica a 12 quilômetros do Centro de Vitória e estende-se por uma área de 18 quilômetros quadrados. Possui um cinturão verde, formado de extensa área vegetal, em meio à qual existem 20 lagoas. A área situa-se nos dois Municípios: Vitória e Serra . A Vale possui uma Portaria de Entrada para sua área, na Serra, em frente ao Terminal Carapina, no bairro Manoel Plazza.

O Porto de Tubarão foi inaugurado em 1º de abril de 1966, dotado de dois píeres com capacidade para movimentar 80 milhões de toneladas de Minério de Ferro em granel e pelotas por ano e é o maior Porto do Mundo no gênero.

Sua função principal é embarcar minério de ferro em pelotas. Exporta também grãos e farelo de soja. Todo material circula pela ferrovia da Vale, que circula através do Município da Serra.

Segundo matéria paga da CVRD em "A Tribuna", de 31 de março de 1996, o Porto de Tubarão opera 24 horas por dia sendo que por ano são carregados 700 navios, ou seja, em 30 anos de existência Tubarão carregou cerca de 21 mil navios de todo o Mundo.

A Estrada de Ferro Vitória-Minas é uma das maiores do mundo em densidade de tráfego, com cerca de 830 quilômetros de extensão, ligando Vitória a Itabira, passando pela Serra. Tem capacidade de transporte para 120 milhões de toneladas por ano. Pela ferrovia se transporta: Minério de Ferro; Carvão Mineral; Madeira; Celulose; Pelotas; Cimento; Fertilizantes; Veículos; Grãos; Sucata; Aço; Derivados de Petróleo; Sal; Contêineres; Coque; Ferro-Gusa e outros produtos.

A Companhia Vale do Rio Doce foi criada em 1º de junho de 1942, durante o governo Getúlio Vargas. É uma sociedade de economia mista que tinha em fevereiro de 1996, o Governo Federal como acionista principal.

A Vale atua em: Alumínio; Ouro; Manganês; Cloreto de Potássio; Caulim; Cobre; Calcário; Reflorestamento; Celulose; Siderurgia; Transportes; Grãos; Pesquisa Tecnológica; Pesquisa Geológica.

 

PORTO SECO

Em 1996 foi inaugurado o "Porto Seco - Terminal Industrial Multimodal da Serra"( TIMS ).Trata-se de um terminal de cargas porto-ferroviário, construído para receber todas as mercadorias escoadas pelo corredor de exportação como se estivessem dentro de um navio. Dali, são levadas diretamente para a embarcação, sem embarque aduaneiros. O Terminal Portuário está em terra seca, na Rodovia BR 101 – Norte (Contorno), em Carapina. O TIMS foi construído para a Prefeitura da Serra pela firma Andrade Gutierrez.

 

GASODUTO DA SERRA

Em fevereiro de 1996, a Petrobrás construía um gasoduto que interligava o Município da Serra com os Municípios de Cariacica e Viana, num total de 42 quilômetros, segundo notícia do Jornal "A Tribuna" de 17/ 03/ 96, página 6, numa obra realizada à margem da Rodovia do Contorno da BR 101 Norte e da Ferrovia da CVRD.

A obra era realizada pela Construtora Andrade Gutierrez para a Petrobrás Distribuidora. Com o gasoduto várias empresas são beneficiadas, entre elas: Alcobaça; Coca-Cola; Braspérola; Dumilho; Cofavi; Belgo-Mineira; CCPL e Antárctica. Com o gasoduto a Petrobrás Distribuidora ofertará diariamente um total de 585 mil metros cúbicos de gás. Seis consumidores em fevereiro de 1996 já eram abastecidos com gás: CST; CVRD; Aracruz Celulose; Ornato; Logasa e Cimento Paraíso. O combustível é originário da base de extração da Petrobrás no Norte do Estado.

ASSOCIAÇÃO DE EMPRESÁRIOS

Cinco anos depois da instalação do CIVIT I, foi criada a Associação de Empresários da Serra, tendo em 1993 um total de 50 sócios ativos.

A Associação em 1993 elaborou um projeto denominado "Cinturão Verde" com objetivo de diminuir qualquer tipo de poluição ambiental da área. Constantemente a Associação reivindica melhorias para a região do CIVIT junto aos órgãos do Governo Estadual e Prefeitura Municipal da Serra. Naquele ano a presidência da entidade era exercida pelo Sr. João Luiz Vassalo Reis.

Em fevereiro de 1996, o Presidente era Ernesto Mosaner Júnior, da Carbo Derivados; Vice-Presidente Galdino Streii, da Atlantic Veneer do Brasil; 1º Diretor-secretário, Davidson Ribeiro, Rodoviário Litoral e Visão Publicidade e Diretor Financeiro, Carlos Cesar da Silva, da Cimento Paraíso.

A Associação possuía em 1996 o seguinte endereço: Av. Paulo Miguel Bohomoletz, 520 - Sala 48, Prédio do Senai - Civit I - Serra - ES.

As reuniões em 1996 estavam sendo realizadas às quartas-feiras.

Em 2.000 ainda permanecia na presidência da entidade a pessoa do Sr. Ernesto Mosaner Júnior. empresário que se destaca graças ao desprendimento com que apoia os projetos que procuram estabelecer uma melhoria da qualidade de vida da população da Serra. A Ases permanentemente colabora com projetos educacionais e de Segurança Pública.

 

FORMAÇÃO JURÍDICA DA SERRA

Judiciário possui vários Juízes e Promotores

 

Nos quadros da divisão territorial datados de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, como também no anexo ao decreto-lei estadual N.º 9.222, de 31 de março de 1938, o Município da Serra apresenta-se subordinado ao termo e à comarca de Vitória.

Tal situação manteve-se inalterada nas divisões territoriais do Estado vigentes nos quinquênios de 1939-1943 e 1944-1948, e fixadas, respectivamente, pelos decretos-lei estadual N.º 9.941, de 11 de novembro de 1938, e 15.177, de 31 de dezembro de 1943.

Atualmente existe a Comarca da Serra com várias Varas Criminais e um moderno Fórum que foi inaugurado em dezembro de 1995, quando era Presidente do Tribunal de Justiça, o Desembargador Acadêmico, Dr. Antônio José Miguel Feu Rosa e Diretor do Fórum da Serra, o Acadêmico Juiz, Dr. Paulo Roberto Luppi.

Na inauguração foi afixada no novo Fórum, uma placa de congratulações da Academia de Letras e Artes da Serra - Aleas.

 

TRÊS PODERES DA SERRA

Prefeito, Vereadores, Juízes e Promotores

 

Os Países, Estados e Municípios possuem os seus Poderes:

Poder Executivo, exercido pelo Presidente da República no Brasil; pelo Governador, nos Estados e pelo Prefeito nos municípios. Este poder executa as leis.

Legislativo, que é exercido pelos vereadores, que trabalham nas Câmaras Municipais. A nível de Estado é exercido pelos Deputados estaduais nas Assembléias Legislativas e a nível de país, pelos Deputados Federais e Senadores, na Câmara Federal e Senado, em Brasília. Este poder, cria e aprova as leis.

Judiciário, exercido pelos Desembargadores, Juízes de Direito e Promotores de Justiça. Este poder fiscaliza a correta execução da lei.

 

A Serra possui os Poderes:

  1. Executivo (Prefeito);
  2. Legislativo (Vereadores);
  3. Judiciário (Juiz de Direito e Promotor de Justiça).

 

RESUMO

 

Outros dados sobre o Município da Serra:

 

Agência de Correios: 05

Agência de Correio franqueada: 01

Emissoras de Rádio:

a) A Gazeta do Espírito Santo rádio e TV - Ondas Médias

b) Sistema Norte de Rádio Ltda. Freqüência Modulada.

c) Rádio Planeta Ltda. - OT.

As emissoras usam nomes de fantasia.

Jornais:

  1. Jornal Tempo Novo - Tiragem 5.000 - Quinzenal - O Jornal Tempo Novo edição de 12 de Janeiro de 1996, ano XIII, N.º 154, publica em sua primeira página uma matéria com o título: "Tempo Novo faz 12 anos". Consta o seguinte:
  2. "Parece que foi ontem, mas em 24 de dezembro último, o jornal Tempo Novo completou 12 anos de existência e entrou no ano XIII."

    Pelo texto chega-se as seguintes conclusões:

    São oito mil exemplares circulando a cada dez dias.

    Cada exemplar é lido por pelo menos cinco pessoas, perfazendo um total de 40 mil leitores.

    O primeiro colunista foi Marcelo Furtado.

    O Editor Chefe do Jornal naquela edição de Janeiro de 1996, era o Prêmio Esso de Jornalismo, Paulo Rogério de Souza, com 23 anos no ramo.

    O Fundador e proprietário é a Acadêmico Eci Scardini, que já faz parte da história e do futuro da Serra.

    Em 1997 o Jornal iniciava a construção de sua sede definitiva em área localizada em Laranjeiras, na Serra, com conclusão e inauguração festiva no ano 2.000.

  3. Jornal Acontece.
  4. Jornal foi registrado no Cartório de Pessoas Jurídicas em 23 de dezembro de 1996. É um informativo de publicação periódica e que apresenta inúmeras notícias e excelente texto literário. O diretor geral é o Jornalista Murilo Cesar Godoy. Diretor Comercial em 1999 era a pessoa de Marcos Vasconcellos. Diretor Jurídico: Marcus Felipe Botelho Pereira.

  5. Trombeta - Tiragem 2.000 exemplares - Mensal. Jornal inativo.
  6. Repórter Capixaba - Tiragem 10.000 exemplares - Semanal. Jornal inativo.
  7. Litoral Norte - Tiragem 3.000 exemplares - Mensal. Jornal inativo.
  8. Porrete:
  9. Jornal de propriedade do Jornalista Paulo Carneiro. Destaca-se pela publicação de matérias de cunho agressivo, primando sempre, segundo Paulo, pela defesa da verdade. A publicação depende quase sempre de apoios comerciais, saindo em algumas ocasiões quinzenalmente ou mensalmente, sendo sempre esperada com muita ansiedade, pois Paulo Carneiro é uma pessoa que realiza um trabalho sério, com muito carinho e amor. A sede da redação em 1997 estava localizada em Parque Residencial Laranjeiras.

  10. Jornal Cidadão:

Jornal editado pelo Sr. Edson Vargas, circulando nos bairros de Feu Rosa e Vila Nova de Colares, divulgando notícias locais e da Serra e uma Obra Social de atendimento às crianças carentes mantidas pelo proprietário do referido jornal.

Outras publicações circulam no Município sem contudo terem uma constância de circulação e tiragem.

 

CRONOLOGIA

 

DATAS HISTÓRICAS

 

1556 – 8 de Dezembro - Data da fundação da Capela de Nossa Senhora da Conceição da Serra, futura cidade da Serra, por Braz Lourenço e o Chefe Indígena Maracajaguaçu.

1700 – 1800 – Período em que a Sede da Serra, Carapina e Jacaraípe pertencem ao município de Vitória.

1724 – 24 de Março – Data da 1ª Carta Régia de instalação da Freguesia da Serra. A freguesia não é instalada pois a Igreja não estava pronta.

1752 – 24 de Maio – Data da 2a Carta Régia. A Serra é elevada a condição de Distrito e Paróquia. 1769 – A Freguesia da Serra foi instalada e desmembrada da Freguesia de Vitória. Nesse mesmo ano foi concluída a construção da Igreja de Nossa Senhora da Conceição.

1822 A Serra é elevada à categoria de Vila. Em 2 de abril.

1833 – 2 de Abril – É criado o Município da Serra. O Conselho do Governo do Espírito Santo estabelece o Município da Serra em ato de 2 de abril de 1833 e a instalação ocorre em 19 de agosto.

1833 – 19 de Agosto – Data da instalação do Município da Serra.

1847 A primeira Agência de Correios foi instalada em 26 de fevereiro de 1847 e a agência postal-telegráfica em 16 de julho de 1876 (de 3a. Classe). A Agência foi visitada pelo Imperador Dom Pedro II em 1860.

1849 Insurreição de escravos na Vila do Queimado.

1860 A Serra recebe a visita do Imperador Dom Pedro II. Em seu Diário Dom Pedro registra "Vila da Serra". A sede era Vila mas a Serra já era Município, desde 1833, tanto assim que possuía Câmara Municipal onde Dom Pedro foi inclusive saudado com um discurso pelo Vereador Pimentel.

1875 – 2 de Dezembro – Data da solenidade de instalação da cidade da Serra, no dia do aniversário de Dom Pedro II, que em 1860 visitara a Serra.

1875 – 6 de Novembro – A vila da Serra é elevada a categoria de Cidade. A sede da Serra deixa de ser Vila e recebe o título de Cidade, pela lei N.º 6, de 6 de novembro de 1875, ano em que a sede da Serra foi elevada a Categoria de Cidade, em projeto do Deputado Provincial do Espírito Santo, Major Joaquim Pereira Franco Pissarra, que recebeu como homenagem ao seu nome, uma das ruas da sede do Município. A instalação solene, ocorre com festas no dia 2 de dezembro de 1875, data do aniversário de Dom Pedro II.

1876 – A agência postal-telegráfica é instalada na Serra, em 16 de julho de 1876.

1911 – Na Divisão Administrativa de a sede do Município aparece integrado num único distrito, o da sede.

1927 – É apresentado pelo primeira vez no município, o Hino da Serra.

1938 – 11 de Novembro – Data em que entra em vigor o Decreto Lei Estadual N.º 9.981, em que são oficializados os Distritos de Serra Sede, Carapina, Nova Almeida, Calogi e Queimado.

1942 – 1º de Junho – É criada a Companhia Vale do Rio Doce.

1963 – 31 de Dezembro – Data da Lei Estadual N.º 1919, que estabelece os limites da Serra, criando uma linha imaginária, para que o Aeroporto e o Porto de Tubarão passassem a pertencer ao município de Vitória, já que antes estavam na área do município da Serra.

1966 – 1º de Abril – Data da inauguração do Porto de Tubarão.

1970 – No Governo Christiano Dias Lopes Filho é criado e instalado o Centro Industrial de Vitória, Civit, na Serra.

1975 – 28 de Maio – Em cerimônia cívica realizada na sede é apresentada a Bandeira e o Brasão (Escudo) da Serra.

1983 – É inaugurado o Porto de Praia Mole.

1990 – 5 de abril – Data da aprovação da Lei orgânica da Serra onde o município é dividido para fins administrativos em 5 distritos.

1998 – 21 de Janeiro – Através de Decreto, o Prefeito Sérgio Vidigal, oficializa os símbolos da Serra: Hino, Brasão e Bandeira.

 

MONITORANDO LEITURA

 

Elabore:

Um resumo sobre os símbolos da Serra, mencionando os seguintes aspectos:

  1. Quais os significados dos desenhos existentes no Brasão e na
  2. Bandeira da Serra?

  3. Quais são as cores da Serra?
  4. O que é Patriotismo? Cite alguns exemplos de patriotismo.

 

Explique:

Faça uma listagem dos fatores turísticos mais importantes da Serra. Quais as principais características das praias da Serra? As igrejas com arquitetura jesuítica possuem valores históricos? Por que?

Qual a importância turística de Jacaraípe, Manguinhos e Nova Almeida? O que é Indústria do Turismo?

 

Comente:

Para incluir o Aeroporto de Vitória e o Porto de Tubarão, as autoridades do Estado do Espírito Santo criaram uma linha imaginária entre Serra e Vitória. Quais os prejuízos para a Serra? Quais são os verdadeiros limites naturais entre Serra e Vitória?

Analise a questão e comente o fato.

 

DEFININDO CONCEITOS

 

Abacaxi: Fruto de uma planta; É eficaz contra a arteriosclerose, artrite e infecções da garganta. É digestivo e ajuda na formação óssea dos adolescentes. Contém cálcio, fibras, carboidratos, fósforo, ferro e vitaminas A, B e C.

Almeja: De almejar; Desejar com muita vontade alguma coisa.

Alvenaria: Conjunto de pedras que depois de ligadas, formam um todo ou uma construção.

Apelido: Alcunha; Sobrenome.

Areníticas: De rocha; Pequenas rochas.

Armas: Instrumento ofensivo ou defensivo; Força, poder.

Beldade: Beleza.

Bonançoso: Calmo; Tranquilo; Sereno.

Carta Régia: Documento emitido pelo Rei ou alguém a quem o Rei deu poder.

Cívica: Cidadão patriótico; Patriótico; Que se refere aos cidadãos.

Corais: Rochas, pedras submarinas; Pedras que surgem nas águas do mar na beira das praias.

Decreto: Determinação escrita de um Prefeito, Governador, Presidente ou Rei.

Ditoso: Venturoso; Feliz; Que tem sorte.

Ensejo: Ocasião; Oportunidade.

Esperançosa: Que dá ou tem esperança; Que promete.

Esplendorosa: Que tem esplendor; Beleza.

Freguesia: Paróquia; Conjunto de paroquianos; Clientela; Igreja paroquial.

Gasoduto: Tubo que transporta gás desde a origem até as indústrias.

Glória: Fama; Renome; Honra; Pessoa muito ilustre.

Invicta: Que nunca foi vencido; Que nunca foi usado.

Lei: Determinação de uma autoridade; Obrigação; Norma a ser cumprida.

Patriotismo: Amor a Pátria; Qualidade de quem ama a Pátria em que mora.

Porvir: Futuro.

Iniciativa Privada: Particular; De iniciativa que não é do Governo.

Privatizada: Diz-se da empresa que passou para a iniciativa privada, ou seja, para ser administrada por pessoas particulares, que não são ligadas ao Governo do Município, do Estado ou Federal.

Querida: Prezada; Estimada; Pessoa amada.

Recama: Enfeitar; Aprimorar; Bordar.

Recamada: Enfeitada; Embelezada.

Receio: Medo; Dúvida; Apreensão.

Relevo: Acidentes de um terreno.

Rever: Tornar a ver; Ver com atenção.

Rincão: Lugar especial; Recanto.

Rodeio: Ato ou efeito de rodear; Circundar uma questão; Fazer Rodeio: Algo realizado por meio indireto.

Seio: Coração; Local especial.

Simbologia: Estudo dos símbolos; Estudo dos emblemas ou figuras que representam um objeto, um Estado, um Município ou um País.

Sublime: Muito alto; Elevado; Majestoso.

Sucata: Pedaço de ferro ou outro metal que não serve mais; Objeto inútil, que não serve mais para nada.

Símbolo: Emblema ou figura que representa um País, um Estado ou um Município.

 

ATIVIDADES

 

  1. Analise economicamente o Município da Serra, destacando as produções agrícolas da cana-de-açúcar, do café e do abacaxi?
  2. Quais as características do relevo da Serra?
  3. Explique a origem do apelido: "Serra, terra do abacaxi."
  4. Qual a característica do litoral da Serra? Relacione cinco praias da Serra.
  5. Explique o que são coordenadas geográficas e o que é latitude e longitude? Onde fica Greenwich?
  6. Analise o texto da Lei que transforma a Serra de Vila em cidade e cite qual a importância do fato. O que é uma Vila? Qual a diferença entre uma cidade e uma Vila?
  7. Interprete o Hino da Serra e usando o vocabulário, rescreva o Hino da Serra usando palavras bem populares.
  8. A Pátria é o país onde nascemos e pelo qual temos muito amor. O sentimento de amor pela Pátria chama-se Patriotismo. Nossa Pátria é o Brasil. Analisando criticamente o texto acima e com base do que se conhece, pode-se afirmar que: "Saber cantar o Hino Nacional e o Hino do seu município é uma forma de patriotismo, mas nem todas as pessoas sabem disto." Comente.
  9. Marque a única alternativa correta:
  • A bandeira da Serra possui duas luas que mostra a vontade do povo Serrano em visitar a lua.
  • A palavra Jacaraípe significa rio de Jacarés, isto por que os índios primitivos da região, os Goitacazes, matavam muitos jacarés no local.
  • Alguns desenhos antigos do brasão e da bandeira mostram um sol na parte detrás do Mestre Álvaro, isto por que o sol nasce atrás do Mestre Álvaro?
  • O litoral da Serra vai de Camburi até Santa Cruz.
  • A bandeira mostra a letra "S" que é a letra inicial da palavra Serra em forma estilizada, ou seja, um "S" desenhado como se fosse duas luas.
  1. Quais os principais Distritos da Serra e mostre a característica de cada um deles.

 


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