FILMES
FOTOTECA E SINOPSES
(Sinopses)
A materialização das idéias
em documentários filmados sugerindo linhas de pensamento e de conduta
constituem-se em veículo ideal de comunicação, correspondendo
assim às expectativas e à conveniência que os tempos atuais
exigem. Uma ampla variedade de interesses humanos: espirituais, sociais e culturais,
em nível individual e coletivo, no campo consciencial e comportamental
são englobados pelo projeto, num conjunto de sete filmes que melhor o
caracterizam. Assim, a filosofia do projeto encontra-se no filme "Projeto
Abertura". A Arte e o ideal do Belo são ressaltados pelo realismo
em sintonia com os temas sociais, sobrepostos às condições
reais de vida em que os excluídos vivem no filme "A Ponta do Iceberg".
O sofrimento humano, configurado pelos moradores das ruas das grandes cidades,
bem como, esporádicos gestos de solidariedade, por parte de poucos, e
ainda, a solução encontrada para o problema da habitação
dos sem-teto, no filme "Esquecidos na Noite". Violência e Paz;
como alcançar a paz e combater a violência? O filme "Direito
à Vida" tem a resposta. A polêmica em torno da verdade e dos
valores da vida são analisados sugerindo um projeto humano diferenciado
no qual um novo homem, esculpido na razão e na ética, promove
um futuro pleno e integral, no filme "Encontro com a Verdade". A espiritualidade,
na perspectiva humana e sobrenatural, como meio de reflexão sobre o homem
e o mundo e, estágio supremo da condição humana, no filme
"A Outra Dimensão". A procura e a descoberta de um sentido
para a vida, numa visão extremamente rápida, porém, profunda
e determinada, no filme "Razão de Ser". Mostra-se, na tela,
como poderia ser modificado o senso comum que move pessoas e vida.
FOTOS DOS FILMES
Artistas do Realismo
Contemporâneo (cor)
Ano: 1990
Duração: 21 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Apresentador: Fernando Figueirinhas
Câmera: Luís Coelho
Assistente de edição: Luís Coelho
Participantes: Manoel Navarro, Salvador Rodrigues Jr., Joseph Trabulssi, José
Lino Zechetto, Geraldo Carnelosso, Manlio Moretto, Eduardo Ostergren e Emídio
Carvalho
Sinopse: Neste documentário, o apresentador é o próprio
diretor. Visita o ateliê de nomes, como: Manoel Navarro, Salvador Rodrigues
Jr., Joseph Trabulssi, Gilberto Carnelosso, Emídio Carvalho, entre outros,
perguntando-lhes o que é "arte" para eles, fazendo um breve
histórico de cada um.
Arte Realista Contemporânea
(cor)
AnAno: 1991
Duração: 16 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Apresentadora: Cristina Ferrantini
Comentadores: Eduardo Ostergren, Arthur Castro Rodrigues e Marilyn Diggs.
Câmera: Luís Coelho
Assistente de edição: Luís Coelho
Sinopse: Documentário essencialmente didático, em que o mestre
Eduardo Ostergren faz um breve apanhado da História da Arte, bem como
os valores atribuíveis a uma obra de arte. Mostra-se ainda, as obras
de grandes artistas brasileiros do passado. Em seguida, a crítica americana
Marilyn Diggs elogia a qualidade da arte no Brasil.
Paisagens Brasileiras
(cor)
Ano: 1991.
Duração: 16 minutos.
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas.
Argumento: Fernando Figueirinhas
Câmera: Luís Coelho
Roteiro e edição: Fernando Figueirinhas.
Assistente de edição: Luís Coelho.
Comentadores: Peter Cohn, Manlio Moretto, André Boccato, Mariela Kantor,
José Claudino da Nóbrega e Antônio Carlos Abdalla.
Sinopse: Esta é a primeira versão do documentário "Manlio
Moretto", percorrendo-se o Brasil através das obras do artista Moretto,
intercaladas por entrevistas com um veterano antiquário, uma crítica
de arte, um curador, um editor de arte e um marchand.
Em Tempo (cor)
Ano: 1992
Duração: 19 minutos.
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas.
Apresentadora: Marlene Pereira.
Câmera: Luís Coelho.
Assistente de edição: Luís Coelho.
Comentadores: Esteban Jaulent Di Pauli, Fernando Furquim, Armando Pinto Miranda,
Arthur Castro Rodrigues e Sara Mahler.
Sinopse: Constata-se e explica-se o porquê da crise em que vivemos. Os
comentadores deste filme, em franca afinidade com o diretor, procuram mostrar
a mentalidade que leva as pessoas a viverem o caos e sutilmente já se
pode adivinhar que em outra oportunidade vão dizer o que pensam e como
mudar o que está aí.
Renovação
(cor)
Ano: 1992
Duração: 19 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Apresentadora: Lillian Ghisalberti
Voz off: Patrícia D'Amaro
Câmera: Luís Coelho
Assistente de edição: Luís Coelho
Comentadores: Fernando Furquim, Armando Pinto Miranda, Ruth Kalil, Mário
Galvão, Myriam da Costa Hoss Rabaçal.
Sinopse: "Renovação" é a seqüência
de "Em Tempo" com mais alguns participantes que analisam situações
e propõem soluções, segundo o seu ponto de vista, para
a crise que atormenta a nossa sociedade. Podem-se ver depoimentos de Myriam
da Costa Hoss Rabaçal, Armando Pinto Miranda, Esteban Jaulent Di Pauli
e Mário da Costa Galvão, entre outros.
Gente Sem Nome (cor)
Ano: 1992
Duração: 14 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Argumento e Texto: Fernando Figueirinhas
Apresentadora: Suzana Dias
Câmera: Carlos Santos
Assistente de Produção: Ramon Estrada
Consultor Jurídico: Rogério Martins
Personagem: José Vieira
Comentador: Júlio Renato Lancelotti
Músicas: Chico Buarque, Milton Nascimento
Sinopse: Gente sem nome é um dos primeiros curtas-metragem do diretor,
onde pela primeira vez se faz sentir a sua afinidade com os grandes temas sociais.
O enredo é a própria vida dos habitantes marginalizados de uma
cidade na qual predominam enormes desníveis sociais. Talvez o aspecto
mais interessante desta produção seja o acaso! - sair de casa,
sem nada esperar, e de repente tudo acontece...
Ary Queiroz Barros (cor)
Ano: 1994
Duração: 12 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Argumento e texto: Fernando Figueirinhas
Câmera: Sônia Pereira
Roteiro e edição: Fernando Figueirinhas
Assistente de edição: Osny de Almeida
Voz off: Joemir Martins
Personagem: Ary Queiroz Barros
Comentadores: Edison Di Bernardi, Hélio Viotti, Eduardo Ostergren
Sinopse: O principal motivo que levou o diretor a esta realização
transcendeu muito as qualidades pictóricas das obras de Ary Barros. A
discrepância existente entre a vida profissional e a artística
de Barros, escapando a todos os arquétipos do artista tradicional, tornou-se
particularmente interessante do ponto de vista documental. Dualismo este, com
o qual se debateu a vida inteira, vindo anos mais tarde a culminar com o abandono
de sua brilhante e lucrativa carreira de arquiteto.
Aliberto Barone (cor)
Ano: 1994
Duração: 12 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Argumento e texto: Fernando Figueirinhas
Câmera: Sônia Pereira
Roteiro e edição: Fernando Figueirinhas
Assistente de edição: Osny de Almeida
Voz off: Joemir Martins
Comentadores: Roberto Rogiero e Arnaldo Barbieri
Sinopse: Apesar de daltônico, Aliberto Barone é um dos maiores
nomes da arte realista brasileira. Suas obras são extremamente belas
e tristes ao mesmo tempo. O sofrimento humano, em todos os seus aspectos é
o tema central de sua obra.
J.L. Messina (cor)
Ano: 1994
Duração: 12 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Argumento e texto: Fernando Figueirinhas
Câmera: Sônia Pereira
Roteiro e edição: Fernando Figueirinhas
Assistente de edição: Osny de Almeida
Voz off: Joemir Martins
Personagem: J.L. Messina
Comentadores: Roberto Rogiero e Antônio Eugênio Pascotto
Sinopse:A beleza e a qualidade pictórica das obras de Messina, tanto
na abstração quanto no realismo, já justificam o documentário.
Todavia, o que mais chamou a atenção em Messina, foi a inesperada
beleza encontrada nas favelas. Através de transposição
de imagens, mesclam-se as favelas pintadas por Messina às favelas do
mundo real.
Manlio Moretto (cor)
Ano: 1995
Duração: 20 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Argumento e texto: Fernando Figueirinhas
Câmera: Gallo Neto
Roteiro e edição: Fernando Figueirinhas
Assistente de edição: René Menconi
Voz off: Cláudio Mendes
Personagem: Manlio Moretto
Comentadores: Eduardo Ostergren e Doron Grull
Músicas: Enya e Roma Ryan, Mozart, Canto Gregoriano
co-produção: TV Independente
Sinopse: À medida que o filme vai evoluindo, cada vez mais se vai afastando
da tônica biográfica que se espera de um documentário deste
tipo. Tal o realismo das paisagens do artista, que foi possível ao cinegrafista
"viajar" pelas ruas e campos do Brasil perdido no tempo. Porém,
apesar da grande maioria dos lugares serem conhecidos, o espectador acaba por
se envolver sentimentalmente com o romantismo impregnado nas telas por Manlio
Moretto, quando o artista transmite não exatamente aquilo que é,
mas aquilo que vê.
Projeto Abertura (cor)
Ano: 1995
Duração: 12 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Argumento e texto: Fernando Figueirinhas
Câmera: Gallo Neto
Roteiro e Edição: Fernando Figueirinhas
Assistente de edição: Osny de Almeida
Voz off: Cláudio Mendes
Intérpretes: Marcelo Marcílio e Fernando Figueirinhas
Músicas: Beethoven e Mozart
Sinopse: Enquanto o chão de ruas e calçadas é pisoteado
por milhares de pés, vê-se o rosto sofrido e preocupado dos transeuntes
em busca de sustento para suas famílias. Contrastando com a tensão
da luta pela vida, surge a harmonia oferecida pela natureza exuberante de um
parque público da cidade, onde as árvores sugerem homens, as copas,
os sonhos, e os ramos, relacionamentos construtivos. Cenas de rua são
transpostas para a paisagem espontaneamente tranqüila do parque. Obras
de arte narram episódios de uma vida comum. O filme termina com a filosofia
do projeto - um movimento em favor de uma sociedade mais justa, ilustrada pela
sobreposição de pessoas da movimentada rua da grande cidade para
a paz do parque.
A Ponta do Iceberg (cor)
Ano: 1995
Duração: 17 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Argumento e texto: Fernando Figueirinhas
Câmera: Gallo Neto
Roteiro e edição: Fernando Figueirinhas
Assistente de edição: Osny de Almeida
Voz off: Joemir Martins
Comentadores: Eduardo Ostergren e Clotilde Lunardelli
Músicas: Bach, Beethoven, Chopin e Mozart
Sinopse: As cenas deste documentário encontram-se no interior das telas
de grandes pintores, que retrataram a realidade social do Brasil de então
e que permanecem imutáveis ao longo do tempo. A seqüência
previamente ordenada das telas sugere uma história que se confunde com
a da própria vida das pessoas. No final do filme, as telas são
sobrepostas a cenas reais encontradas nas ruas da grande cidade.
Clip Abertura (cor)
Ano: 1995
Duração: 5 minutos
Direção e produção: Fernando Figueirinhas
Texto: Fernando Figueirinhas
Câmera: Gallo Neto
Roteiro e edição: Fernando Figueirinhas
Assistente de edição: Gallo Neto
Voz off: Joemir Martins
Sinopse: Versão reduzida do filme homônimo. Diferentemente do filme
que lhe deu origem, nota-se a ausência de depoimentos que foram substituídos
por um curto texto. Filme este cheio de força onde muitas cenas foram
gravadas em preto e branco. No final, surgem apoteoticamente imagens ecológicas
e palavras-proposta.
A Tríada da Cognição
(cor)
Ano: 1996
Duração: 12 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Argumento e texto: Fernando Figueirinhas
Câmera: René Menconi
Roteiro e edição: Fernando Figueirinhas
Assistente de edição: Osny de Almeida
Voz off: Joemir Martins
Protagonista: Gabriel Perissé
Declamador: Fernando Muralha
Comentadores: Augusto Silberstein e Alexandre Flory
Músicas: Haendel, Regaudon, Schubert
Figurantes: Roberto Junqueira, Cid Knipel, Cristina Leme e Rogério Tartarini
Agradecimentos: Biblioteca Mário de Andrade e Livraria Ornabi
Sinopse: Este documentário focaliza o ato de pensar. O texto do filme
é muito rico em conceitos filosóficos e apresenta uma orientação
quase que pedagógica ao indicar aos jovens a leitura de alguns livros,
que poderão construir uma sólida estrutura mental e cultural,
possibilitando-lhes um futuro melhor e mais feliz.
Esquecidos na Noite
(Preto e branco)
Ano: 2003
Duração: 20 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Argumento e texto: Fernando Figueirinhas
Câmera: Lúcia de Fátima
Roteiro e edição: Fernando Figueirinhas
Voz off: Cláudio Mendes
Apresentadora: Elza Fernandes
Protagonistas: Enoque Rocha e Vitor Bertoli
Músicas: Chopin. Panis Angelicus (Cezar Frank)
Comentadores: Salma Santos, Manoel dos Santos, Antônio, Ana Maria e Sônia
Soares.
Figurantes: Ana Soares, Marcos Soares, Giane Pereira, Josué Rocha, Daniel
Rocha, Marcílio Santos, Eduardo Francisco, Elza Brito, Maria Rocha, Rosi
Rocha, Elizabeth Tognetti, Conceição Santos, Sônia Tognetti
e Vera Lúcia.
Agradecimentos: Daniel Bolon e José Bittencourt.
Sinopse: As longas noites de inverno das ruas de uma das maiores cidades do
mundo servem de cenário a um "elenco" de famintos e abandonados
que a habitam. Esquecidos pelas entidades governamentais e pela sociedade em
geral, encontram ajuda numa ínfima parcela da população,
atenta e solidária. No decorrer do filme, verifica-se que este auxílio
é de pessoas de baixa renda ou mesmo pobres. Produzido em preto e branco,
reproduz-se com total realismo a sobrevivência destes seres esquecidos.
A outra dimensão
(cor)
Ano: 2003
Duração: 33 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Argumento e texto: Fernando Figueirinhas
Câmeras: Gallo Neto e Renê Menconi
Roteiro e edição: Fernando Figueirinhas
Assistente de edição: Alex Gallo
Voz off: Cláudio Mendes
Comentadores: D. Paulo Evaristo Arns, D. Glauco Soares de Lima, Pr. Hermann
Wille e Rabino Henry Sobel
Músicas: Tchaikóvski, Haendel, Schubert (Ave Maria), Canto Gregoriano
(in princípio), Canon e Ária da Corda Sol.
Agradecimentos: Daniel Bolon, José Bittencourt, Cláudia Prochaine,
Tsong Khapa e Igreja Imaculada Conceição
Sinopse: O Homem, enquanto fruto e vítima da sociedade em que vive, cedo
ou tarde procura nela respostas para as suas perplexidades. Quando a vida lhe
é adversa, ou surgem problemas sem solução, ou ainda, não
obtém respostas que justifiquem a sua existência ou fim, projeta-se
para outro mundo, diferente deste, onde encontra sentido para tudo aquilo que
o aflige, satisfazendo plenamente suas necessidades e indagações,
ou simplesmente, lugar esse onde não existem mais necessidades a satisfazer
ou perguntas a responder... Configura-se então a dimensão do sobrenatural!
Na seqüência do filme, levanta-se a hipótese desta possibilidade
e descobre-se uma nova face do mundo, quando o natural e o sobrenatural se sobrepõem.
Evasão e Sonho
(cor)
Ano: 2004
Duração: 8 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Argumento e texto: Fernando Figueirinhas
Câmera: Gallo Neto
Roteiro e edição: Fernando Figueirinhas
Assistente de edição: Gallo Neto
Voz off: Cláudio Mendes
Adaptação do livro "A Iluminura em Portugal", 1990,
Mário Figueirinhas, editor.
Músicas: Carlo Gesualdo, William Christie, Freddie Mercury e Montserrat
Caballé
Co-produção: TV Independente, Broadcasting Productions
Pós-produção: Gallo Neto
Agradecimentos: Casa de Portugal de Campinas, José Luís do Nascimento
Santos, Maria José Castro Marcos, Clarice Simões Ferreira e Raquel
Mattos.
Sinopse: Sonho e realidade são aspectos indissociáveis da vida.
O peso de um e outro, vai depender unicamente de variações individuais
e do contexto histórico em que se situam. Enquanto que na contemporaneidade
o homem se preocupa mais com as condições da vida, os antigos
medievais menosprezavam as dificuldades cotidianas, evadindo-se para o sonho.
Uns e outros, pelos mesmos motivos, procuravam coisas diferentes- ora o sonho,
ora a realidade. Os manuscritos iluminados que aparecem na Idade Média,
cumpriam essa função. Hoje ficamos pasmos e atraídos com
esses sonhos distantes vividos, algures no passado e que ainda são nossos
sonhos.
Egas Francisco (cor)
Ano: 2008
Duração: 21 minutos
Direção, produção e realização: Fernando
Figueirinhas
Argumento e texto: Fernando Figueirinhas
Câmera: Gallo Neto
Roteiro e edição: Fernando Figueirinhas
Assistente de edição: Gallo Neto
Voz off: Cláudio Mendes
Co-produção: TV Independente, Broadcasting Productions
Pós-produção: Gallo Neto
Sinopse: O documentário começa com uma tela em branco de grandes
dimensões. À medida que vão surgindo cores e formas, pela
mão do artista Egas Francisco, o narrador disserta sobre a arte, referenciando
os critérios de valor na pintura ao longo do tempo. Segue-se o discurso
do artista sobre o que é arte, segundo sua própria concepção,
bem como, o sentido, objetivo e aquilo que almeja alcançar com sua arte.
Mostram-se ainda, algumas pinturas do artista que transforma um pavimento cultural
em capela profana, em Stuttgart, na Alemanha. Enquanto isso, o narrador destaca
o "esgotamento" verificado na arte pictórica e propõe
uma saída, sempre nova e inesgotável, conseguida por Egas Francisco.
O filósofo Régis de Morais destaca a importância da obra
de Egas Francisco, como inovador de uma nova possibilidade de evolução
na pintura.