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E N T R E V I S T A

Rodrigues: Qual o seu nome?
Júliana Bentes de Lima

Rodrigues: A quanto tempo você estuda para concurso público?
Júliana: Desde 2001 de maneira regular; porém comecei a me dedicar a partir de julho de 2004, quando comecei a estudar para o TRT e depois para o INSS.

Rodrigues: Qual a sua colocação no TRT?
Júliana: 100 (centésimo) para técnico, não me saí bem na prova de direito.

Entrevista com Juliana Lima, 1ª colocada no concurso do  INSS.

 

Rodrigues: E para o INSS qual foi a sua colocação?
Júliana: 1(primeiro), acertei 57 questões das 60 questões.

Rodrigues: Quantas você acertou de informática?
Júliana: Todas

Rodrigues: Quais as questões que você errou?
Júliana: Errei uma de legislação, uma de matemática e a outra tive a infelicidade de marcar errado no gabarito. Eu chorava e dizia que não ia passar. Eu jurava que o primeiro lugar seria igual ao TRT, que só errou uma questão. Estava sem esperança de passar, já estava pensando em um próximo concurso.

Rodrigues: Quantos cursos de informática você fez comigo?
Júliana: Apenas um, que foi para o INSS; porém eu fiz as suas provas do simulado para o TRT.

Rodrigues: Você estudou informática com outro professor ou outro curso?
Júliana: Sim para o TRT, mas eu não me sentia preparada. Procurei estudar em livros da minha tia, comprar apostila, foi então que comprei uma apostila sua na livraria Newstimes no shopping. Ainda não conhecia você, foi por ela que eu estudei para o TRT.

 

Entrevista com Fátima, 1ª colocada no concurso do  TRT 8ª Região.

 

Dicas para quem quer passar em Concurso Público.

 

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Rodrigues: Como você hoje está fazendo o segundo curso comigo, qual a sua opinião com relação a minha didática?
Júliana: Quando eu comecei a fazer o curso com você, eu senti a diferença em relação aos outros cursos. Sinceramente, fechei informática  porque você direciona para o assunto que a instituição realizadora do concurso exige. Acho que este é o segredo, muitos alunos tentam compreender cada detalhe.Na verdade, o segredo está em focar o estudo no assunto mais explorado por cada instituição. Eu acho legal quando você fala “o que é importante para a prova”, o importante para prova é saber para que serve e onde fica. Tudo que os professores dizem que é importante para a prova anoto e fico enfatizando durante o estudo.

Rodrigues:
Qual foi a técnica que você usou para se preparar para o INSS?
Júliana: Eu dedicava no mínimo 3 (três) horas por dia para o estudo, uma disciplina por dia. Qualquer tempo livre que eu tinha, aproveitava para estudar. Não é querer tirar o meu mérito, mas o curso preparatório ajudou muito, os professores, a orientação dos professores, antes eu estudava de maneira desorientada. O fato de estar estudando hoje em um curso preparatório mudou muito a minha visão e maneira de estudar para concurso público. Agora, é lógico, já tinha um histórico. A humildade também é muito importante, nunca ficar se sentindo melhor do que os outros, ficar com exibicionismo, nunca gostei de me expor.

Rodrigues: Você é graduada?
Júliana: Estudo psicologia, estou no último ano e trabalho em um projeto de pesquisa dentro do meu curso. Estou em uma fase que a faculdade e nem o estágio me exigem tanto.

Rodrigues: Você acha dois meses suficientes para passar em um concurso público?
Júliana: Não, o fato de ter passado se deve a uma história longa de estudo, apesar de ter me dedicado a partir de julho de 2004, mas é desde 2001 que eu estudo para concurso público. 
Antes, por exemplo, só estudava quando o edital era publicado, agora estudo com antecedência.

Rodrigues: Quais são os planos agora?
Júliana: Não sei, estou pensando ainda. Estudar para fiscal do INSS ou da receita federal.

Rodrigues: Qual a mensagem que você daria para uma pessoa que está começando agora estudar para concurso publico?
Júliana: Dedicação e visão de objetivo. Acho que a pessoa tem que ter visão de objetivo, para depois não ficar esperando imediatismo no resultado. Porque eu já me frustrei muito, em outros concursos. Estudava muito e o resultado não era o que eu esperava. Todavia você tem que focar o objetivo a longo prazo, assim fica mais fácil de planejar.E também a auto-confiança, se valorizar,  transformar o ponto fraco em ponto forte. Se o ponto fraco é informática, estudar bastante informática.

Rodrigues: Você tem dificuldade em informática?
Júliana: Não tinha prazer algum em estudar informática. Depois do edital do TRT é que decidi estudar pra valer informática e transformar o meu ponto fraco em ponto forte. Quando comecei a acertar os exercícios, fui me achando competente e capaz de compreender o assunto.
 


1ª Colocada TRT

Fatima
 

Rodrigues: Desde quando você estuda para Concurso Público ?
Fátima: Bem, esse projeto para estudar para concurso público começou no inicio do ano passado. No inicio do ano de 2004. Estudar realmente foi para o concurso do TRT, que eu me dediquei exclusivamente ao concurso.

Rodrigues: Qual a sua graduação ?
Fátima: Bacharel em Direito.

Rodrigues: Com relação aos outros concursos que você fez como você se preparou ?
Fátima: Eu fazia os concursos porque já havia pago. Fazia a prova por fazer. Porém no ano passado, estava infeliz no trabalho, queria mudar de vida, queria ter uma estabilidade, então me dediquei a estudar. No ano passado no primeiro semestre fiz MPE. Na época que ainda estava trabalhando. No segundo semestre larguei o emprego e pude me dedicar ao estudo.  

Rodrigues: Como foi essa historia de você deixar o emprego e se dedicar a estudar para o concurso?
Fátima: Eu trabalhava em um escritório de advocacia, e sempre estava em contato com o Paulo Costa no TRT. Praticamente eu advogava no TRT. Nas conversas com o Paulo. Ele sempre me falava de uma ou outra pessoa que tinha parado de trabalhar e tinha se dedicado somente ao concurso publico, e tinha obtido êxito. Ele vivia me falando isso, se eu me dedicasse poderia passar tranqüilamente; enquanto isso os meu amigos passavam em algum concurso: procurador, juiz.
Todo mundo passando e eu insatisfeita. O ano de 2004 foi muito difícil para mim. Chegou um momento em que eu tive de optar, ou ficar trabalhando ou estudar porque era impossível conciliar os dois, pois o trabalho me consumia de manha, a tarde e às vezes a noite e até sábado também trabalhava. A carga era muito pesada, então tinha que decidir. Aumentava cada vez mais minha insatisfação no escritório que eu não estava mais querendo continuar lá. Então culminou com a minha saída do emprego a partir do mês de agosto.

Rodrigues: Qual a metodologia que você usava para estudar?
Fátima : Era bem doido. Começava estudar de 9:00 às 12:00 direto, depois de 14:30 às 18:00, estudava no curso de 19:00 até as 22:00, ia dormir por voltadas das duas da manha, mas não estudando, eu dormia tarde e começava estudar as nove horas. Meio maluco mas deu certo.

Rodrigues: Você dividia o seu estudo por disciplina?
Fátima: Eu dividia por semana, estudava cada semana uma disciplina. Por mais que ainda não tivesse visto a matéria no curso, como eu já conhecia ficava mais fácil. Uma semana era direito civil, outra semana era direito administrativo, na outra direito constitucional, depois português e  informática. Como foi um pouco mais de 2 mesesno primeiro mês estudava matéria e no segundo mês fiz revisão.

Rodrigues: Você fez muito exercício ?
Fátima: Fiz, depois que eu comprei a apostila de provas anteriores de Português e direito de você, como tinha muita matéria, olhava nos exercícios os assuntos mais explorado, por exemplo direito administrativo,o assunto atos administrativos, verificava só o que era mais explorado, então eu não estudava tudo que estava no programa, só estudava o que estava nos exercício. E foi desse jeito com todas as outras. Eu pegava o principal ponto, porque não mudava muita coisa de uma prova para outra da fundação Carlos Chagas, pois não dava tempo para estudar tudo.

Rodrigues: Qual foi a sua colocação no concurso do TRT?
Fátima: 1º em Técnico administrativo e 99º em Analista.

Rodrigues: O fato de você ser bacharel em direito ajudou?
Fátima: Bastante, o curso preparatório na realidades eu fiz para me atualizar, e muito assunto que eu não estudei na faculdade, estudei no curso. Ajudou no sentido de saber onde procurar determinados assuntos, o que eu lia entendia, pois sabia o que estava estudando. O mais difícil para mim era informática, então tive de me dedicar e português também que eu sou péssima.

Rodrigues: Você estudou informática para concurso com algum outro professor?
Fátima : Não só estudei informática para concurso com você. Fiz três cursos com você.

Rodrigues: Quais as outras disciplinas que você estudou comigo?
Fátima: Matemática para o MPE, raciocínio lógico para o MPU e informática.

Rodrigues: Qual a sua opinião sobre a didática que eu uso para ensinar informática?
Fátima: Eu acho ótimo, você mostra as partes do hardware. Pois a parte interna do computador não estar no meu dia-a-dia. E você mostrando as peças fica mais fácil de entender. Principalmente porque quando eu estudo, quero entender o que está escrito, o que a memória e a CPU faz, como é que processa, então relembrar que a cpu é dessa forma que o pente de memória é dessa outra forma, dá para entender estudando. Essa sua ultima apostila encontra-se muito boa, pois tem bastante imagens. Porque para mim eu tenho que entender, não basta decorar, se eu não conseguir entender parece que eu não vou conseguir interpretar uma questão, não basta decorar.

Rodrigues: Qual o conselho que você daria a uma pessoa que está começando estudar agora para concurso publico ?
Fátima: Para passar em concurso público tem que se dedicar. Deixar algumas coisas que você gosta de lado. No final vale a pena. Agora é lógico, no final eu estava muito estressada, tinha aula que eu não assistia, pois sabia que ia me prejudicar, pois eu precisava relaxar. Agora a pessoa que trabalha e estuda eu acho muito complicado,  como eu falei estudava de manha e a tarde, tem que ter pelo menos 2 ou três meses, quando você conhece a matéria, se você não conhece a matéria é no mínimo 6 meses.

Rodrigues: Você acha dois meses suficiente para se preparar?
Fátima: Não, dois meses é  muito pouco. No mínimo 6 meses, todavia o ideal é um ano.

Rodrigues: Qual a dica que você daria para estudar a disciplina direito para concurso publico?
Fátima: Depende do concurso. Para a Fundação Carlos Chagas, é claro você tem que entender o que diz o artigo, mais é pura “decoreba”. Tem que decorar a lei e o texto é direto com a lei. Cespe-UNB já é doutrina, não basta saber o texto da lei, tem que saber a doutrina,  tem que estudar em livro, junto com o código.

Rodrigues: Quantas questões você errou na prova?
Fátima: Na prova de técnico só errei uma, de direito administrativo, de 60 questões acertei 59.

Rodrigues: Porque depois de ter feito três cursos de informática comigo, você continua vindo para aula de informática?
Fátima: Eu estava, até conversando com a minha prima, é a segunda vez que ela está fazendo um curso com você. Ela me disse que é agora é que o assunto está clareando. Então eu venho porque informática não é o meu dia-a-dia, toda vez que eu assisto sua aula vai solidificando o meu conhecimento. Na prova do TRT, o assunto Word e Excel, eu não havia estudado, não tive tempo, as questões que eu acertei, na prova, eu lembrava do curso anterior que havia feito, e foi muito legal. Aquela parte do pincel já havia estudado sobre Word  com você para o MPE, então na hora da prova eu me lembrei. É por isso mesmo, é só para massificar mais, o conhecimento.

Rodrigues: Você acha então que a pessoa que faz um curso de Hardware ou informática  na primeira vez senti muita dificuldade, e só terá um entendimento melhor a partir de um segundo ou terceiro curso ?
Fátima: Com certeza, hoje como eu estou assistindo de novo hardware estou tendo um outro entendimento.

Rodrigues: Quais são os planos agora?
Fátima: TRE superior, esperar ser nomeada. Também não sei para onde vou, talvez para Macapá. Me disseram que as melhoras vagas são para Macapá. Continuar estudando principalmente para o nível superior.

 

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