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A V I S O |
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Auxílio A Lista Telefônica - 0800.310.102
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CARTA DE REPUDIO
Caro amigo, bom dia! Perdoe-me. Recebi e é interessante investigar primeiro, porque realmente não nos parece ser verdade e se for, precisamos fazer alguma coisa, senão pelo menos repassar esse e-mail.
Assunto: ENC: Sapatos Engraxados ...VERGONHA NACIONAL
Assunto: A graxa da Câmara - BRINCANDO COM O POVO OU COM FOGO!!!
Os sapatos dos nossos parlamentares devem brilhar mais que as barrigas inchadas e verminadas das nossas crianças famintas???
Acredite se quiser...
"O presidente da Câmara Federal.
quer todos os parlamentares, assessores e funcionários da casa de
sapatos reluzentes. Acaba de abrir uma licitação para contratar serviços
de engraxataria no prédio, num total de R$ 3.135 milhões por 12 meses, o
que dá R$ 261 mil por mês ou ainda, R$ 8,7 mil por dia."
O valor diário equivale à alimentação de 174 famílias num mês, pelas normas do FOME ZERO!!! A CUSTOS DA INICIATIVA PRIVADA, SÃO MAIS DE 3.500 PARES DE SAPATOS
ENGRAXADOS DIARIAMENTE. PODE?
É pessoal, os palhaços somos
nós... Temos que pagar o projeto FOME ZERO
e com os sapatos desengraxados, ou pior, sujos com toda essa lama, na
qual se mistura os dirigentes desta pobre nação. Por favor, repassar
esse e-mail já é fazer alguma coisa.
Parabéns a Vanderléia pelo Aniversário - 07/04
Golpe do Telefone
Origem Mensagem: [email protected]
" Galera é sério. Recebi a mensagem abaixo e, antes de
repassá-la, me dei ao trabalho de ligar minutos atrás
para o 0800 6414104 da Brasil Telecom para checar as informações. O atendente
Leandro, após falar com seu
supervisor, confirmou-as por completo, dizendo que trata-se de um golpe e não há
o que ser feito, pelo
menos por enquanto. Leiam com atenção e, se acharem conveniente, informe
seus amigos e pessoas de seu
relacionamento.
COMO FUNCIONA O GOLPE DO TELEFONE
Ligam para a sua casa, empresa ou até celular, dizendo que é do Departamento
Técnico da empresa telefônica
local, ou da empresa que trabalha para a mesma Perguntam se seu telefone dispõe
de Serviço de Discagem
por "Tom". Com a desculpa que necessitam testar, lhe pedem para discar "90#".
Uma vez
executada esta operação, a pessoa informa que não há nenhum problema com seu
telefone, agradece a
colaboração e desliga. Quando terminado o procedimento acima, você acaba de
habilitar sua linha telefônica
como receptora a quem lhe chamou anteriormente, isso em linguagem popular
chama-se "CLONAGEM",ou seja, uma
copia fiel de alguma coisa, neste caso, DE SUA LINHA TELEFÔNICA.
Daí em diante, todas as ligações feitas por aquela pessoa que lhe chamou
inicialmente, serão DEBITADAS EM
SUA CONTA DE TELEFONE
OBS.: ISTO ESTÁ OCORRENDO NOS TELEFONES FIXOS (RESIDENCIAL OU COMERCIAL)E NOS
CELULARES.
ATENÇÃO!! Jamais digite 90 # em seu telefone... PASSE PARA TODOS QUE VOCÊ
CONHECE!
Carta de uma Jovem a beira da Morte.
Leiam, e repassem!!!
Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no
momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira
Dane minha amiga, para escrever esta carta que será
endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que
seja tarde demais.
Eu era uma jovem sarada, criada em uma excelente
família de classe média alta de Florianópolis.
Meu pai é Engenheiro Eletrônico de uma grande
estatal e procurou sempre para mim e para meus dois
irmãos dar tudo de bom e o que tem de melhor,
inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar.
Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para
modelo e manequim para Agência Kasting e fui até o
final do concurso que selecionou as novas Paquitas
do programa da Xuxa. Fui também selecionada para
fazer um Book na Agência Elite em São Paulo.
Sempre me destaquei pela minha beleza física,
chamava a atenção por onde passava. Estudava no
melhor colégio de Floripa , Coração de Jesus.
Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés. Nos
finais de semana freqüentava shopping, praias,
cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida
tinha de melhor a oferecer às pessoas saradas,
física e mentalmente.
Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu
destino começou a mudar em outubro de 1994. Fui com
uma turma de amigos para a OCTOBERFEST em Blumenau.
Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem
mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos
um esquenta no Bude famoso barzinho da Rua XV.
À noite fomos ao PROEB e no Pavilhão Galego tinha um
show maneiro da Banda Cavalinho Branco. Aquela
movimentação de gente era trimaneira. Eu já tinha
experimentado algumas bebidas, tomava escondido da
minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado
bêbada. Na quinta feira, primeiro dia de OCTOBER,
tomei o meu primeiro porre de CHOPP.
Que sensação legal curti a noite inteira doidona,
beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas
colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com
guaraná para enganar os meganha, porque menor não
podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os
otários não percebiam. Lá pelas 4 h da manhã, fui
levada ao Posto Médico, tomei injeções de glicose
para melhorar. Quando fui ao apartamento quase
vomitei as tripas, mas o meu grito de liberdade
estava dado. No dia seguinte aquela dor de cabeça
horrível, um mal estar daqueles como tensão
pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de S.
Paulo, que alugaram um ap. no mesmo prédio. Nem
imaginava que naquele dia eu estava sendo
apresentada ao meu futuro assassino.
Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal,
mas lá pelas 5:30 h da manhã fomos ao ap. dos
garotos para curtir o restante da noite.
Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado
Cigarro de Maconha, que me ofereceram. No começo
resisti, mas chamaram a gente de Catarina careta
mexeram com nossos brios e acabamos experimentando.
Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral,
mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei
novamente. O garoto mais velho da turma o Marcos,
fazia carreirinho e cheirava um pó branco que
descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive
coragem aquele dia. Retornamos a Floripa mas percebi
que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a
necessidade de buscar novas experiências, e não
demorou muito para eu novamente deparar-me com meu
assassino DRUGS. Aos poucos meus melhores amigos
foram se afastando quando comecei a me envolver com
uma galera da pesada, e sem perceber eu já era uma
dependente química, a partir do momento que a droga
começou a fazer parte do meu cotidiano. Fiz viagens
alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de
cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte
de porcaria.
Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com
sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos
não compartilhávamos a seringa e sim o sangue que
cada um cedia para diluir o pó. No início a minha
mesada cobria os meus custos com as malditas, porque
a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a
comprar a branca a R$ 7,00 o grama, mas não demorou
muito para conseguir somente a R$ 15,00 a boa, e eu
precisava no mínimo 5 doses diárias. Saía na
sexta-feira e retornava aos domingos com meus novos
amigos. Às vezes a gente conseguia o extasy ,
dançávamos nos Points a noite inteira e depois
farra. O meu comportamento tinha mudado em casa,
meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e
dizia que eles não tinham nada a ver com a minha
vida. Comecei a roubar em casa pequenas coisas para
vender ou trocar por drogas.
Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir
grana fazia programas com uns velhos que pagavam
bem. Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era
necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda
a minha família foi se desestruturando. Fui
internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação.
Meus pais sempre com muito amor gastavam fortunas
para tentar reverter o quadro. Quando eu saía da
Clínica agüentava alguns dias, mas logo estava me
picando novamente.
Abandonei tudo: escola, bons amigos e família.
Em dezembro de 1997 a minha sentença de morte foi
decretada; descobri que havia contraído o vírus da
AIDS, não sei se me picando, ou através de relações
sexuais muitas vezes sem camisinha. Devo ter passado
o vírus a um montão de gente, porque os homens
pagavam mais para transar sem camisinha.
Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço,
foram acabando, família, amigos, pais, religião,
Deus, até Deus, tudo me parecia ridículo. Meu pai e
minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de
amá-los. Eles me deram o bem mais precioso que é a
vida e eu a joguei pelo ralo.
Estou internada, com 24 kg, horrível, não quero
receber visitas porque não podem me ver assim, não
sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração
peço aos jovens que não entrem nessa viagem
maluca... Você com certeza vai se arrepender assim
como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.
OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital
Universitário de Florianópolis e a enfermeira
Danelise, que cuidava de Patrícia, veio a comunicar
que Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde
depois que escreveram essa carta, de parada cardíaca
respiratória em conseqüência da AIDS.
Por favor, repassem esta carta. Este era o último
desejo de Patrícia.
POR FAVOR AMIGOS, PEÇO-LHES ENCARECIDAMENTE QUE
ENVIEM ESSA CARTA A TODOS...
SE ELA CHEGOU A SUA MÃO NÃO É POR ACASO! SIGNIFICA
QUE VOCÊ FOI ESCOLHIDO PARA AJUDAR ALGUÉM!
OBS.: Recebi esta carta de Katia Gazele.