Vulpecula

Caros leitores do Profeta da Ilha, eu começo me apresentando como o novo jornalista da Coluna da Vulpecula, Wesley Windham-Pryce Flaherty, quarto ano. Bem, para esta edição, vou trazer a minha entrevista que fiz com o diretor da Vulpecula, o Prof. Andrew Funari! Bom, todos prontos?


Wesley: Bom dia, Professor! Tudo bom? Bem, estou aqui para fazer algumas perguntas, vamos lá, qual é sua origem?

Andrew: Sou da cidade de Florença, na Itália.

W: Você tem irmãos ou meio-irmãos, professor?

A: Vivos, eu tenho dois irmãos. Já mortos por alguns malditos bruxos das trevas, tenho cinco.

W: *Arregalando os olhos* Eu sinto muito. Eles eram batalhadores e corajosos, creio eu?

A: Esse não é um assunto que me agrada muito. E, a julgar que bruxos das trevas são capazes de matar a sangue frio crianças de até mesmo cinco anos, posso considerar meus irmãos bem corajosos.

W: *Arregalando mais os olhos* Mudando de assunto, onde você cursou seus anos de magia?

A: Estudei primeiro na Escola Italiana de Magia, em Florença. Saído de lá, dediquei alguns anos de minha vida às artes negras numa academia alemã. Por fim, me tranquei por muitos anos em Madrid, onde estudei artes brancas.

W: Você cursou uma universidade de Defesa Contra as Artes das Trevas durante esses anos?

A: Sim, foram os meus estudos em Madrid. Se bem que posso lhe garantir que os meus estudos de Artes Negras foram bem mais usuais em Defesa contra as Artes das Trevas.

W: Quando você entrou em Quasar Atenas? Algo em especial?

A: Foi um convite especial de um antigo amigo da minha família, Mercucio Montechio.

W: A Vulpecula foi sempre sua favorita ou outra casa lhe chamou atenção?

A: Quando cheguei em Quasar Atenas jamais imaginei que algum dia chegaria a diretor de uma casa, e agora, jamais me imaginaria em outra casa que não a Vulpecula.

W: Qual diretor sem ser Mercucio que lhe trouxe afinidade?

A: Afinidade? Bem... A Professora Luna Signore.

W: Algum grande amor na vida?

A: Acho que a minha vida pessoal não interessa muito à população de Pallas.

W: Ah, desculpe professor. Diga-nos, como se sentiu ao receber a direção?

A: Muito lisonjeado e surpreso. Para quem tinha acabado de chegar na escola, é surpreendente se tornar diretor de uma casa.

W: Você sabe do paradeiro do professor Giu?

A: Não faço a menor idéia. Aliás, sequer conheço ele.

W: Humn, prato favorito?

A: Irrelevante.

W: Outros trabalhos antes de Q.A.?

A: Apenas cuidei dos negócios da família durante um tempo.

W: Quem é seu pior inimigo?

A: Qualquer bruxo que use de seu poder em nome das trevas.
W: Quem é o seu melhor amigo?

A: Nunca dei esse tipo de título ao meus amigos.

W: Ídolo?

A: Ninguém.
W: Olhe a hora! Infelizmente, o nosso tempo acabou, a entrevista foi ótima, e que última mensagem você deixa para os leitores do Profeta da Ilha?

A: Apenas que se lembrem do que aconteceu com os últimos que se dedicaram as Artes das Trevas.

W: Obrigado, professor Andrew! E como devo começar a dizer: Vim, vi e... Vulpe!


Gostaram da entrevista? Espero que sim! Na próxima edição vou por a par tudo o que aconteceu entre os Vulpes no mês que passou! Ou talvez outra coisa, quem sabe? Bem, vou terminando por aqui, e repito: Vim, vi e... Vulpe!


Por Wesley Windham Pryce - Quarto Ano, novato curioso sobre a Vulpe.
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