Esportes

Olá, queridos leitores, aqui estou novamente para relatar-lhes as mais novas emoções do quadribol. Muitos jogos se passaram e o campeonato fica a cada partida mais apertado. O espírito de competição entre as casas - que já era bem grande -, agora chega a ser perigoso. As vitórias começam a ser decisivas e a violência em campo só aumenta. Ao menos possuímos um excelente juíz, que sabe manter o controle dos alunos um pouco "alterados" que insistem em mandar seus adversários para bater um papo com a grama.

Cheerleaders

Felizmente, não só mais a Monoceros tem uma torcida organizada. Em um ato de bom senso, as outras casas decidiram-se por mobilizarem-se em pró de agitar as arquibancadas do estádio. Graças a Merlim, a Phoenix e a Vulpecula já podem reagir contra a humilhação dos unicórnios saltitantes balançadores de pompons e empenharem-se em animar seus times rumo a vitória. Não que alguém em cima da vassoura as ouçam, mas ao menos em terra firme as Cheerleaders fazem uma grande diferença, só ajudando a aumentar o clima hostil entre os times e transformando as arquibancadas em uma verdadeira arena de insatisfações e insultos.

Drago x Monoceros

Como de costume, os unicórnios entraram orgulhosos em campo e certos de sua vitória. As Cheerleaders fizeram seu papel, em uma apresentação verdadeiramente elaborada com suas habilidades acrobáticas. Uma tempestade deu o ar da graça, abençoando o jogo e colaborando para a produção do cenário perfeito de uma partida que só prometia emoção e pancadaria, claro. O jogo começou violento e nenhum dos jogadores perdeu tempo para atacar seus adversários. Mal o juíz iniciava a partida e eles já se jogavam para cima uns dos outros, usavam golpes baixos como cotoveladas e até mesmo o kamikaze. Por falar nisso, a nova goleira da Mono, Elizabeth Tzymor, parecia a mais empenhada em matar os integrantes da Drago. E, como sempre, toda essa violência acabou favorecendo, única e somente, a nossa amada grama, que com certeza ficou eternamente grata com a quantidade de jogadores que foram a visitar logo nos primeiros minutos. A Drago, iniciou marcando um dos muitos gols da partida, o que surpreendeu a todos. Graças a Rock Lee, novo artilheiro da Mono, não demorou muito para o jogo estar empatado.

Encurtando um pouco, o jogo resumiu-se: - nas tentativas de suicídio de Elizabeth, que parecia extremamente infeliz por ter que se jogar apenas em cima de adversárias do sexo feminino, enquanto tentava se controlar para não agarrar o próprio batedor, Henrik. - nas atuações impecáveis de Rock Lee, responsável pelos gols da Monoceros. - na brilhante atuação do batedor Tilo, que perecia ter pego o costume de Philip, resolvendo substituí-lo como amante da grama. - e, claro, na brilhante, esplendorosa, perfeita e estupenda atuação do novo apanhador da Monoceros, Alekisis Lundberg, que capturou a maldita bolinha, ganhando o jogo para seu time. - Ah sim! Créditos especiais para os jogadores da Drago, Logan e Sophie, que lutaram com garras e dentes por seu time, que muitas vezes acabou por levá-los em direção ao chão.

E final de jogo no Estádio Apolo de Quadribol, com a vitória da Monoceros e o placar de 20 x 180! Com dois gols pela Monoceros do artilheiro Rock Lee e um de Alixa Lorrick, e mais dois gols pela Drago, feitos pelos artilheiros Logan e Marcus Tulius. Fiquem atentos para novos resultados!

Muitos jogos ocorreram nesses últimos tempos, todos decisivos e muito importantes. Os dois últimos jogos: Phoenix x Vulpecula e Drago x Vulpecula, resultaram ambos na fatídica derrota de minha casa. Mas eu prefiro não comentar sobre isto, caros leitores. Deixo estes dois jogos para a próxima coluna. Peço desculpas e compreensão por esta minha falha, mas o tempo anda curto.

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Por Michelle Yurek - Quintanista da Vulpecula, que ao invés de procurar o pomo fica a admirar os jogadores adversários.
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