Esportes

Oi gente! Bom, queridos leitores, agora vocês tem uma nova colunista, um tanto quanto fanática por quadribol e que terá muito prazer em contar a vocês tudo sobre o mundo deste esplêndido esporte. Sob uma nova perspectiva que mostrará a vocês como o quadribol é um esporte divertido, engraçado (e eu digo realmente engraçado) e muito emocionante. Um esporte fantástico e adorável que provoca as mais diferentes reações em seus expectadores e jogadores. Algo muito, mas muito, surpreendente, estressante e desesperador. No campo os jogadores se matam, esquecendo muitas vezes da goles, dos balaços e até mesmo, do pomo. Enquanto na torcida os torcedores se matam, gritando iguais loucos alucinados as mais diversas ofensas para os jogadores que nunca ouvem absolutamente nada.

E o campeonato prossegue cada vez mais competitivo. O jogo passado entre a Vulpecula e Monoceros foi um excelente exemplo dos extremos que os jogadores podem atingir para capturar a maldita bolinha dourada, nobremente conhecida como Pomo de Ouro. O jogo começou violento... Ninguém dava a mínima para as bolas; era pancadaria para todo lado.

As poucas garotas pertencentes aos dois times pareciam muito mais interessadas em agarrar os belos galãs adversários do que se concentrar realmente no que se passava em campo. A única atenta, claro, era Michelle (ou melhor, eu) que se empenhou o jogo inteiro na incessante busca pelo pomo. Claro que algumas vezes é necessário usar de outros artifícios que acabam por atrasar a captura, mas nada que atrapalhasse seu brilhante desempenho. Por falar em artifícios, técnicas consideradas um "pouco", agressivas, foram predominantes durante toda a partida. Louise Fênix, nossa especialista em Kamikazes é uma que poderia nos explicar bem essas técnicas. Não se sabe ao certo qual era sua intenção em relação ao batedor da Vulpecula, Philip Zayerr, mas algo nele claramente a atraía. Será que estava, ou ainda está, apaixonada? Pois deixo bem claro que o senhor Philip não tem interesses no assunto, entendeu?!

Voltando ao quadribol, com a adoradíssima contribuição de nossa querida Louise, Philip e chão formaram, durante todo o jogo, a dupla perfeita. Mas não pensem que só ele desfrutou dos sabores da grama, ao contrário, todos os jogadores tiveram sua vez. Até mesmo o orgulhoso Viktor Askov teve sua chance de conversar com o chão. E resultante de toda essa pancadaria, o final não poderia ser diferente. Enquanto todos se empenhavam arduamente em irritar uns aos outros (principalmente o Sr. Mondragos que não pôde conter algumas necessidades biológicas durante o jogo - mostrando sua total falta de educação), o sorrateiro Alksey Askov parecia ser o único a realizar seu devido papel e, graças a um punhado de sorte e benções, ele, infelizmente, capturou a maldita bolinha dourada finalizando o jogo. Por sorte, Daniel, artilheiro da Vulpe, marcou nosso gol de consolação, antes do encerramento da partida.

E assim se sucedeu a segunda partida do emocionante Campeonato de Quadribol de Quasar Atenas. Neste exato momento, se realiza no estádio do colégio, mais um novo jogo: Drago x Monoceros. Esperamos que o jogo seja tão emocionante como o anterior e, para os Dragos, apenas desejo sorte. Que todos se controlem em cima de suas vassouras, garanto-lhes que o chão não é tão atrativo quanto parece e empenhem-se nos objetivos do jogo.

Cheerleaders ~~~~

As Cheerleaders do time dos unicórnios foram mais uma das divertidas atrações oferecidas pelo jogo entre Vulpecula e Monoceros. As quatro garotas, chefiadas pela capitã do time, a monitora-chefe, Melisa Mellimond, deram um show à parte com suas hilariantes demonstrações de acrobacias. Foi realmente divertido assistir a dedicação e animação das meninas ao realizarem seus passos bailarinísticos perante a todo o colégio, ao som de um grito de guerra (inventado pelas mesmas), muito original. Tenho certeza que todos esperam ansiosamente por mais uma apresentação das Cheerleaders da Monoceros e, esperamos também, que as outras se mobilizem e unam-se contra mais essa ameaça dos unicórnios, formando seus próprios times de animação de torcida.

Bom, vou ficando por aqui, pois creio já ter deixado bem claro o quão mágico é o quadribol. Esperamos agora novas “curiosidades” após o término da partida entre Drago e Monoceros.

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Por Michelle Yurek - Quintanista da Vulpecula, que ao invés de procurar o pomo fica a admirar os jogadores adversários.
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