Entrevista
É com um enorme prazer que eu, Louise Fenix, retorno a este jornal. Só que, desta vez, em uma nova sessão, que está me dando muito prazer em fazê-la: Entrevistas. Foi numa tarde um pouco nublada, no famoso Pomo´s de Ouro Bar, que a entrevista sucedeu-se. Uma pessoa de vestes não muito comuns e cabelos rosa-pink, falou de sua vida e contou-nos suas travessuras quando criança, o que fez a entrevista fluir alegre e prazerosamente. Isso mesmo, estou falando da ex-enfermeira e atual hostess da Penseira: Joy Carter, que nos concedeu a esta entrevista que segue agora, com todo o seu jeito irreverente de ser!
Profeta da ilha- Boa tarde, senhorita Carter! Neste novo ciclo de aulas, os alunos de Quasar Atenas foram surpreendidos com a sua presença, subistituindo a professora de Herbologia... como foi a experiência?
Joy Carter- Nada que me abale muito, embora não seja o meu ideal de vida, não custa ajudar um amigo quando se precisa. Os alunos de Quasar Atenas são bem surpreendentes, já lidei com eles antes, esse foi apenas um ponto de vista diferente. Mais uma experiência na minha lista de esquisitices, realmente ser professora destoa do restante, mas tudo bem.
Profeta da ilha- Sabemos que seu estilo é um pouco... rebelde, e que a senhorita tem um certo prazer em chocar as pessoas, como por exemplo a sua mãe. Já aconteceu da senhorita escandalizar alguma outra autoridade? Qual foi a reação dela?
Joy Carter- O meu passatempo favorito é escandalizar as pessoas. Minha mãe é particularmente 'escandalizável' então chega a ser tedioso. Acho que atualmente as pessoas que me cercam já estão acostumadas, quando era mais nova, elas se chocavam mais. Nunca me esquecerei das várias caras e bocas da professora Minerva enquanto eu era aluna de Hogwarts... bons tempos.
Profeta da Ilha- Voltando um pouco mais ao passado. Como você chegou a Quasar Atenas? Quem lhe trouxe?
Joy Carter- Cheguei a Quasar Atenas antes mesmo da abertura oficial da escola. Os quatro fundadores são meus amigos dos tempo de escola, trabalhei em St. Mungus durantes anos com a diretora Halliwell, e embora ser enfermeira de uma escola não fosse meu sonho de carreira, aceitei o desafio e vim parar aqui.
Profeta da Ilha- A senhorita passou muito tempo sendo enfermeira da escola; e acredito que muitos casos surgiram na enfermaria. Qual a doença ou ferimento mais estranho que teve que curar? Houve casos mais graves, que não estavam no seu alcance de cura?
Joy Carter- Aqui na escola nunca houve nada que não pudesse consertar, felizmente a vida em uma escola é bem rotineira. Ossos quebrados por queda de vassouras, queimaduras por poções que explodem, alguém mexeu onde não devia nas estufas, azarações trocadas por alunos rivais, ou recebidas por alguém que não entregou a tempo o livro na biblioteca... Md. Minerva é um terror, até mesmo eu tenho medo da velha. Em St. Mungus é tudo muito mais complicado, principalmente na área de doenças prolongadas para danos permanentes causados por feitiços. E bem... em Quasar Atenas teve um único caso em qual nada pude fazer, Avada Kedrava, para ela não existe tempo, mas, de certa forma, a morte da professora March contribuiu para o meu pedido de afastamento do cargo.
Profeta da Ilha- Então esse foi o único motivo para seu afastamento do cargo?
Joy Carter- A vida boêmia sempre me atraiu mais do que o sacerdócio da profissão de enfermeira. Mas posso dizer que esse motivo foi bem forte, Jo March era uma pessoa que marcou minha vida, a qual eu respeitava muito e veja que isso é algo muito raro. Trocar a enfermaria pela posição de hostess da Penseira caiu como uma luva para mim, embora tenha havido uma resistência por parte das fundadoras da escola, até elas concordaram com a troca no final das negociações.
Profeta da Ilha- Creio que onde a Tia Jo estiver, estará vendo o carinho que a senhorita tem por ela. Bem, ainda falando em trabalho, o que exatamente a senhorita faz como Hostess da Penseira?
Joy Carter- Minha tarefa é basicamente garantir que o show continue. Quasar Atenas já passou por maus bocados, e continua passando, mas seja sob o ataque de uma urubua como a Eva ou com animais mágicos enlouquecidos pela ilha, você sempre verá a penseira ativa, temos MJ's fixos, um chef de renome e show variados agendados pelo menos uma ou duas vezes no mês.
Profeta da Ilha- *rs* Sabemos que você é japonesa, mas logo saiu do Japão. A senhorita sente muita falta da terra do sol nascente?
Joy Carter- Na verdade não muito, deixei o Japão quando ainda era menina, e aos 11 anos entrei para a escola de magia em Hogwarts. Acabei me tornando uma inglesa de alma, embora eu tenha muito apreço por muitos costumes nipônicos, não sinto exatamente saudades de lá. Vou a Hokkaido duas vezes por ano - visitar meus avós -, já é o suficiente para mim, e se me perguntarem direi que whiksy é melhor que saquê, acho que isso transparece minha alma ocidental.
Profeta da Ilha- *rs novamente* A senhorita desde pequena fez este estilo... punk? *olhando para os cabelos pink*
Joy Carter- A tinta mágica também é uma aquisição da minha chegada a Londres. *Joy ajeita os cabelos* Ao contrário da rígida educação oriental, meu pai sempre foi muito liberal, e talvez por trabalhar na área de entretenimento trouxa, tenha me influenciado por gostar de cores exóticas no cabelo. Realmente o rosa é minha marca, mas ele já esteve, azul, roxo, verde, laranja, qualquer cor de uma paleta mágica que passe na sua mente. São poucas as criaturas na terra que já me viram no tom original de cabelo, pensando bem, acho que nem eu mesmo lembro. *rs*
Profeta da Ilha- A entrevista já está no fim... mas por último, a senhorita não queria deixar uma dica para as garotas da escola?
Joy Carter- Não acho que sou sábia o suficiente para dar conselhos, mas darei duas dicas importantes pra vida: primeiro, nunca namore um cara só, tenha ao menos 3 backups guys e jamais se apaixone por nenhum; segundo, nunca faça experiências de feitiços capilares, a Loreal tem uma linha de tinturas bruxas excelente, vale mais a pena desembolsar uns galeões que passar uma semana careca!
Profeta da Ilha- *risos, muitos risos* Espero que as garotas não levem tão à sério essa dica, mas de qualquer forma, muito obrigado, senhorita Joy, por nos conceder tão
gentilmente à esta entrevista.
