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Guia de introdução para o
estudo do Acordeom
1° aula técnica de Acordeom
Nesse capítulo começaremos a explicar mais aspectos
técnicos desse aprendizado do Acordeom. Preste atenção pois a maior
parte dessa lição será em formato de imagens para fixar mais na
mente dos nossos alunos, ok?



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OBS: a marcação da
baixaria: macete" vc encontra na parte superior e
inferior um relevo em forma de cruz (+)na parte superior esse
relevo indica a nota MI da fundamental e na parte inferior e
nota la bemol. ao meio está um relevo para dentro, se encontra
a nota dó da fundamental. a partir daí pode-se guiar pelo
circulo das quintas já citado por mim na explicação da mão
esquerda.

ERRATA: Na figura acima
onde está Sib substitua por La, pois veio grifado errado.


OBS: para melhor
aprender a movimentar-se nos baixos é preciso compreender
os intervalos das escalas = teoria musica
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O Fole
Nos capitulos anteriores demonstramos técnicamente algumas partes
do acordeon. Neste capítulo iremos abordar mais a fundo uma parte
muito importante deste instrumento: o Fole.
O fole é o pulmão do acordeon. Podemos dizer também que seu
movimento está para o acordeom assim como o diafragma está para o
cantor.
É feito de papelão grosso especial, dobrado em gomos. As dobras
são forradas com pano especial e os cantos são reforçados e
cobertos com cantoneiras de metal. É preso, de um lado, na caixa do
teclado, e do outro lado, na caixa dos baixos. (desenho)
O perfeito manejo e controle do fole nos permite utilizar vários
recursos de expessão e interpretação como: forte / piano; stacatto
/ legatto. Isto porque as notas do acordeom são feitas com palhetas
de metal e o som é produzido pelo ar que passa pelas válvulas dessas
palhetas (juntamente com a pressão das notas dedilhadas).
O pulso da mão esquerda, deslizando entre a correia e a caixa dos
baixos, regula o movimento do fole. Segundo Mário Mascarenhas, é na
pressão do ar contido em seu interior que está o segredo para uma
boa execução – pequenas pressões contra o ar produzem a
intensidade que se quer. Quanto maior for a pressão, mais alto será
o som.
Importantíssimo para um bom domínio do instrumento é conhecer o
mecanismo de produção do som das notas. Enquanto no teclado cada
nota possui uma única haste de metal , nos baixos o mecanismo é mais
complexo. Cada nota ( fundamental ou contrabaixo) vibra quatro ou
cinco oitavas simultaneamente, assim como cada botão dos acordes faz
soar quatro ou cinco notas juntas. Isto que dizer que a sonoridade dos
baixos é muito mais forte que a das notas do teclado. Para que as
palhetas dos baixos soem simultaneamente, é preciso que o movimento
do fole seja feito com firmeza e precisão. Para que o som dos baixos
não cubra a melodia da mão direita, é necessário um domínio da
pressão do ar que se manda para os baixos e para o teclado . Somente
a prática e a observação minuciosa de cada movimento executado
poderão fazer o aluno dominar este mecanismo tão peculiar.
O fole deve se aberto em forma de leque, mais fechado em baixo. Ao
fechar o fole, fazemos o movimento inverso, fechando em cima. Quando
tocamos sentados, devemos apoiar o teclado na perna direita e a caixa
dos baixos na perna esquerda, deixando o fole mais ou menos livre.
Na parte superior da caixa dos baixos, do lado externo, junto à
correia do pulso, está o botão geral de ar. Quando
pressionado (com o polegar da mão esquerda),elimina todo o ar do
fole, permitindo abrir e fechar o acordeon sem produzir nenhum som.

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A mão Esquerda - Os Baixos
Neste capítulo abordaremos tudo sobre a escrita musical da mão
esquerda. Preste bastante atenção, visto que esse é um assunto
fundamental para o prosseguimento de seus estudos:
Escrita musical da mão esquerda:
1) Usamos a clave de fá na quarta linha.
2) A extensão real dos baixos vai de dó a si
O dó que completa a oitava é o mesmo dó inicial, ou seja, tocamos o
mesmo botão. Como as notas (baixos e contrabaixos) possuem em si
três ou quatro oitavas (conforme vimos na última aula), quando
tocamos o segundo dó temos a impressão de que ele é mais agudo.

3) Como os acordes da mão esquerda já estão prontos, ou seja, se
você quer o acorde de dó maior basta apertar um botão que este
botão aciona as notas correspondentes ao acorde lá dentro da caixa,
não há necessidade de se escrever todas as notas do acorde. Então
usamos a seguinte convenção:
- até a 3ª linha da pauta escrevemos as notas referentes aos baixos
e contrabaixos; os contrabaixos são assinalados com um tracinho
embaixo da nota ou do dedilhado;
- quando há um solo nos baixos e a escrita ultrapassa a 3ª linha,
usa-se colocar, no início do solo, as iniciais maiúsculas B.S. que
quer dizer "solo dos baixos";
- da 3ª linha para cima, as notas representam os acordes. Se o acorde
for maior, não se escreve nada em cima da nota. Se for menor,
indicamos com um m. Se for acorde de sétima da dominante, colocamos
um 7. Se for diminuto, escevemos dim.
- A terceira linha, portanto, serve para escrever os baixos e
contrabaixos e também os acordes.
Exemplo:

- para saber qual é o acorde a ser executado, temos que nos guiar
pela nota correspondente ao acorde, pois o baixo pode mudar.
Exemplo:

E agora, depois de tanto blá blá blá, que tal começarmos a
praticar um pouco?
Vamos lá, ouça com atenção as gravações correspondentes ao que
está escrito nas pautas abaixo e depois tente tocar. Os números
colocados abaixo das notas referem-se ao dedilhado, ou seja aos dedos
que devem ser usados para tocar cada botão.
Ah, só mais uma observação.
- em geral, os baixos e contrabaixos se tocam com o 4º dedo;
- os acordes maiores, com o 3º dedo; os menores e os de sétimas, com
o 2º dedo;
- o 5º dedo se usa para os baixos e contrabaixos mais distantes;
- o 1º dedo (polegar) e usado apenas como apoio e também para
apertar o botão geral de escape do ar.
Exercício nº 1. Ritmo de valsa. Dó menor

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Vamos juntar as mãos?
Agora que você já praticou bastante o ritmo de valsa na mão
esquerda, vamos começar a juntar as mãos. Os seis primeiros
exercícios que preparei para hoje são muito fáceis. Veja só:
·1 vamos utilizar apenas
as cinco primeiras notas da escala de dó maior – dó, ré, mi,
fá, sol.
·2 o dedilhado (ou seja,
o dedo que você deve usar para tocar cada nota) encontra-se em
cima das notas.
·3 você deve tocar
bastante somente a mão direita antes de tentar juntar com os
baixos. Esse é o passo mais difícil para quem está começando a
tocar o acordeom: a coordenação entre a mão esquerda, que além
de executar as notas também tem que coordenar o movimento de
entrada e saída de ar no fole, e a mão direita. Por tanto, não
canso de repetir: ESTUDE MUITO A MÃO DIREITA ANTES DE TENTAR
JUNTAR COM OS BAIXOS.
·4 a mão direita deve
ficar o mais relaxada possível, os dedos um pouco flexionados,
levemente pousados sobre as teclas.
·5 tente juntar um
compasso de cada vez. Vá com calma e lembre-se que novos
mecanismos levam um certo tempo para serem automatizados pelo
nosso cérebro. Depois de treinar bastante, quando a gente menos
espera, o movimento acontece. É como aprender a andar de
bicicleta, ou a dirigir um automóvel.
·6 os seis exercícios de
hoje estão em dó maior. A melodia (mão direita) foi feita em
cima daquela seqüência de baixos que você já estudou na
última aula.
·7 comece tocando bem
devagar, ouvindo a gravação. Quando se sentir bem seguro, comece
a tocar mais rápido.
·8 então, mãos à obra
e boa sorte!
Vamos juntar as mãos, pessoal?
Seis exercícios preliminares em dó maior
Exercício preliminar nº 1.

Exercício preliminar nº 2.

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Exercício preliminar nº 3.


Exercício preliminar nº 5.

Exercício preliminar nº 6.

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Vamos juntar as mãos em Dó menor ?
Vamos continuar com nossos Exercícios Preliminares, que estão nos
preparando para as futuras músicas que tocaremos.
Continuaremos utilizando as cinco primeiras notas da escala e o
mesmo dedilhado. Só que hoje vamos utilizar a escala de dó menor.
Isso mesmo! Serão os mesmos Exercícios Preliminares, só que
tocaremos o mi bemol ( a nota preta que fica entre o ré e o mi). È
que a escala de dó menor possui três bemóis: o si bemol, o mi bemol
e o lá bemol.
O mecanismo de estudo continua o mesmo: praticar primeiro a mão
direita, bem devagar. Aos poucos vai acelerando o andamento. Juntar a
mão esquerda quando estiver tocando sem errar.
Já que utilizei o recurso de transformar em dó menor os
exercícios preliminares das aulas anteriores, aproveitem para
observar e perceber a diferença entre um tom maior e um tom menor.
Por hoje é só. Continuem enviando seus e-mails com sugestões e
notícias sobre o aprendizado de vocês.
Vamos juntar as mãos em tom menor?
Seis exercícios preliminares em dó menor (Cm)
Exercício preliminar nº 1.

Exercício preliminar nº 2

Exercício preliminar nº 3.

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Exercício preliminar nº 4.

Exercício preliminar nº 5.

Exercício preliminar nº 6.

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Vamos tocar essa música ?
- A mão esquerda é muito fácil, utilizamos apenas os seguintes
acordes:
·1 Fá maior (fica embaixo
do Dó)
·2 Si bemol maior e Si
bemol menor (embaixo do Fá)
·3 Dó sétima
- Já na mão direita, você vai necessitar de mais estudo. O
procedimento é o mesmo:
·1 estudar bastante a
mão direita separadamente, antes de juntar com a mão esquerda.
Os números que se encontram em cima das notas referem-se aos
dedos que devem tocar cada nota (dedilhado).
Espero que vocês sejam persistentes e tenham logo um bom
resultado.
Vamos a Valsa:




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Acompanhamento para músicas em
compasso binário e/ou quartenário
O triângulo na mão esquerda
Chamamos de triângulo a uma forma básica de acompanhamento
que serve para músicas em compasso binário ou quaternário.
Recebe esse nome porque a seqüência de notas que tocamos forma
mesmo o desenho de um triângulo conforme você pode observar nos
gráficos que se seguem. Basta seguir o esquema abaixo e você
conseguirá tocar. Depois ouça a gravação do triângulo em dó
maior . Pratique bem só a mão esquerda. Por fim toque a música
que se segue.
Boa sorte!
Triângulo de dó maior nos baixos
!º) com o 4º dedo toca a nota dó
2º) com o 3º dedo toca o acorde de dó maior
3º) com o 2º dedo toca a nota sol
4º) com o 3º dedo toca de novo o acorde de dó
maior

Triângulo de fá maior
!º) com o 4º dedo toca a nota fá
2º) com o 3º dedo toca o acorde de fá maior
3º) com o 2º dedo toca a nota dó
4º) com o 3º dedo toca de novo o acorde de fá
maior

Triângulo de sol 7
!º) com o 4º dedo toca a nota sol
2º) com o 2º dedo toca o acorde de sol 7
3º) com o 3º dedo toca a nota ré
4º) com o 2º dedo toca de novo o acorde de sol 7

Triângulo em C Mão Esquerda

Juntando a mão Direita


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Praticando o Triângulo
Aqui tenho pra vocês duas canções que todo brasileiro conhece,
com certeza, e que podem ser acompanhadas com o triângulo na mão
esquerda.
A primeira é uma cantiga de roda: A canoa virou. Vocês podem
reparar que o ritmo é de uma marchinha, em compasso binário. Vocês
podem aproveitar para tocar outras marchinhas que vocês conhecem
usando o triângulo na mão esquerda.
A segunda música é de Lupicínio Rodrigues e chama-se Felicidade.
Está escrita em compasso quaternário, por isso escrevemos o
acompanhamento na mão esquerda em semínimas. Mas é só a forma que
muda. O sistema de acompanhamento é o mesmo triângulo que vocês já
aprenderam.
Então, vejam a partitura e ouçam o som.






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Triângulo em Tom Menor
Hoje vamos aprender como se tocam os acordes menores usando o
triãngulo. O dedilhado é igual ao que usamos para tocar o triângulo
com acorde de sétima, só que não esticamos tanto o segundo dedo.
Vejam o quadro abaixo que vocês vão entender logo logo. Vamos
começar com o acorde de lá menor, que é o tom relativo de dó maior
ou seja, é o tom menor que possui a mesma armadura de clave de dó
maior. Se você não sabe ainda o que é um tom relativo, vale a pena
dar uma olhada em algum livro de teoria musical.
Triângulo de lá menor nos baixos
!º) com o 4º dedo toca a nota lá
2º) com o 2º dedo toca o acorde de lá menor
3º) com o 3º dedo toca a nota mi
4º) com o 2º dedo toca de novo o acorde de lá menor

Triângulo de ré menor
!º) com o 4º dedo toca a nota ré
2º) com o 2º dedo toca o acorde de ré menor
3º) com o 3º dedo toca a nota lá
4º) com o 2º dedo toca de novo o acorde de ré menor

Triângulo de dó menor
!º) com o 4º dedo toca a nota dó
2º) com o 2º dedo toca o acorde de dó menor
3º) com o 3º dedo toca a nota sol
4º) com o 2º dedo toca de novo o acorde de dó menor


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Depois de praticar bem só a mão esquerda, toque a pequena melodia
que se segue para exercitar as duas mãos.


Agora você vai aprender a tocar uma das músicas brasileiras
mais belas, tanto no que se refere à melodia, quanto a letra, que
é poesia pura. Vai exigir um pouco mais de estudo. Comece tocando
só a mão direita, bem devagar. Os números abaixo das notas
referem-se ao dedilhado. Depois junte as mãos, bem devagar. Essa
música pode ser tocada bem lenta ou mais rápida. Depende da
interpretação de cada um.


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Rimo Ternário(como acompanhar a
melodia)
Aqui vamos voltar ao ritmo ternário e estudar uma valsa brasileira
bem antiga. O critério que estou usando para a escolha de uma música
para o curso é que ela seja de boa qualidade, que talvez possa ser
conhecida por ser tradicional, que possa ser tocada com uma harmonia
simples e cuja melodia seja de fácil execução. O objetivo é que
vocês conheçam os recursos que o instrumento oferece e possam partir
para a escolha do seu próprio repertório.
A novidade refere-se a como vamos acompanhar a melodia.
Vocês estão lembrados daquela aula em que estudamos a forma de
escrever os baixos? Lembram dos exemplos? Pois hoje vamos aplicar
aquele conhecimento. Nós dissemos que, até a terceira linha da pauta
escrevemos as notas. A partir da terceira linha escrevemos os acordes.
Podemos tocar um acorde invertido (por exemlo: Cm/Eb, ou seja, quero
tocar um dó menor com o baixo em mi bemol).Então eu escrevo, na
pauta dos baixos, o mi bemol numa linha suplementar inferior e, na
linha suplementar superior eu escrevo o dó, com um "m" em
cima, para indicar que o acorde é menor. É isso que vai acontecer
com o acompanhamento da valsa de Gastão Lamounier. Teremos três
tipos de acordes;
* acorde na posição fundamental --- Gm; Dm; A7; D7.
·1 acorde invertido -----
Gm/Bb (sol menor com o baixo em si bemol, que será tocado
(3ª menor no baixo) com o 5º dedo, conforme está explicado na
pauta. Você tem
que abrir um pouco a mão para alcançar o si bemol, que fica
em baixo do fá)
Dm/F ( o mesmo procedimento)
·1 acorde invertido
------- A7/C# ( a terça maior fica na fileira dos
contrabaixos, atrás
(3ª maior no baixo) do lá. É tocado com o 4º dedo).
·1 acorde
invertido-------A7/E ( a 5ª do acorde é a nota
imediatamente superior à nota
(5ª no baixo) fundamental do acorde. É tocada com o 3º dedo.
Então, o que muda é o baixo: pode ser a nota fundamental do
acorde ou não. Agora, o acorde, continua o mesmo. A cifra Gm/Bb eu
toco: si bemol, acorde de sol menor duas vezes, e assim por diante.
Estas explicações estão também na pauta.
Aqueles que possuem um acordeom pequeno, sem os contrabaixos, podem
tocar o acorde no estado fundamental.
Espero que vocês tenham entendido !



2


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Todos já devem estar tocando muito bem
o triângulo. Com certeza já pesquisaram músicas que podem ser
acompanhadas por ele. Pois bem: fazendo algumas mudanças na estrutura
rítmica do triângulo, podemos usa-lo para tocar uma infinidade de
ritmos, brasileiros ou não. É isso que vamos começar a ver
nesta aula.
1) Para tocar marcha-rancho, ciranda de Pernambuco ou marchinha de
carnaval, podemos usar a seguinte variação :


OBS. Como você pôde observar, ás vezes tocamos os dois compassos
que formam esta estrutura rítmica com um mesmo acorde, às vezes
tocamos cada compasso com um mesmo acorde. Depende da harmonia da
música.
O exercício que se segue é para ser tocado somente com os baixos.
Vocês devem estar muito firmes com esse ritmo antes de tocar qualquer
música.


E , como o carnaval já está bem próximo, que tal aprendermos
algumas marchinhas tradicionais do carnaval carioca?
ALLAH-LA-Ô ( Haroldo Lobo e Nássara)






Allah-la-ô ô ô ô ô ô ô ô
Mas que calooooooor
Atravessamos o deserto do Saara
O sol estava quente
E queimou a nossa cara
Allah-la-ô ô ô ô ô ô ô ô
Mas que calooooooor
Viemos do Egito
E muitas vezes nós tivemos que rezar
Alá, Alá, Alá meu bom
Alá Mande água pra Ioiô
Mande água pra Iaiá
Alá meu bom Alá
Allah-la-ô ô ô ô ô ô ô ô
Mas que calooooooor
OBS. As marchinhas de carnaval também podem ser tocadas com o
triângulo simples. Depende do andamento que você quer tocar, da
interpretação que você vai dar.
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Mini-Curso
Básico de Acordeom
Guia de introdução para o
estudo do Acordeom
Capítulo 13: Praticando com músicas
Prezados alunos
Aproveitando o ritmo que estudamos na última aula, hoje vamos
aprender uma ciranda do folclore de Pernambuco.Chama-se Praia de Janga
e a letra segue abaixo.
PRAIA DE JANGA
Eu fui à praia de Janga
Pra ver a ciranda No seu cirandar.
O mar estava tão belo
E um peixe amarelo
Eu vi navegar
Não era peixe, não era Era Iemanjá,
rainha Dançando a ciranda, ciranda (bis )
No meio do mar




Boa sorte e divirtam-se com esta nova música
Um grande abraço à todos, bom estudo e até breve com mais
novidades!
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