ESTRUTURA DA CÉLULA BACTERIANA

A PAREDE BACTERIANA

As bactérias apresentam um envoltório rígido, a parede bacteriana, que determina a forma da célula e a protege contra agressões físicas do ambiente. A parede evita, por exemplo, que a bactéria estoure quando colocada em água pura. Entretanto, se a célula bacteriana for colocada em ambiente de salinidade alta, ela se desidrata devido à osmose e morre. É por isso que se costumam salgar certos alimentos, tais como peixes( bacalhau, arenque etc.) e carnes (carne-seca, por exemplo) para preservá-los do ataque de bactérias.

Os antigos biólogos reuniam bactérias e plantas no mesmo reino, considerando que as células desses organismos têm paredes. Hoje, porém, sabe-se que a estrutura e a composição química das paredes difere muito em células bacterianas e vegetais.


Composição da parede bacteriana

O principal componente da parede bacteriana é uma substância chamada peptidoglicano, e não a celulose, como nas paredes das células vegetais. Peptidoglicanos são cadeias de moléculas de açúcar ligadas a pequenas cadeias de aminoácidos (oligopeptídios). Além dos peptidoglicano, podem existir outras características de cada espécie de bactéria.

Muitos antibióticos, entre eles a penicilina atuam impedindo que as bactérias formem as substâncias que compõem a parede. Bactérias que nascem na presença do antibiótico não formam parede e morrem.


Cápsula

Algumas bactérias secretam substâncias pegajosas, que aderem à superfície externa da parede e formam um envoltório protetor, chamado cápsula ou capa.
Em alguns casos verificou-se que os defensores do corpo- os glóbulos brancos do sangue- têm mais dificuldade de englobar e destruir bactérias com cápsula do que bactérias sem cápsula. Isso explica por que muitas bactérias causadoras de doenças têm cápsula.


FLAGELOS BACTERIANOS

Muitas bactérias se movem graças ao batimento de flagelos, filamentos protéicos ligados à membrana e à parede celular. Os flagelos bacterianos são movidos por verdadeiros motores moleculares, cujo princípio básico de funcionamento é semelhante ao dos motores elétricos convencionais: um rotor móvel que gira dentro de um anel fixo à incrível velocidade de até 15 mil rotações por minuto.


MEMBRANA E CITOPLASMA DA CÉLULA BACTERIANA

Sob a parede bacteriana localiza-se a membrana plasmática, de organização molecular, semelhante à das membranas de células eucariontes. Assim como estas, a membrana plasmática bacteriana é constituída por duas camadas de fosfolipídios, entremeadas de moléculas de proteínas.

O citoplasma da célula bacteriana é um líquido viscoso, constituído por proteínas dissolidas em água e por inúmeros tipos de pequenas moléculas e íons. Aí acontecem as milhares de transformações químicas que caracterizam a vida da bactéria. As proteínas, por exemplo, são fabricadas em pequenos grãos espalhados pelo citoplasma, os ribossomos. Uma única célula da bactéria Escherichia coli contém cerca de 15 mil ribossomos, cada um deles capaz de produzir uma molécula de proteína por minuto.


O MATERIAL GENÉTICO DA BACTÉRIA


Nucleóide

O cromossomo bacteriano é constituído por uma molécula circular de DNA, que fica mergulhada no líquido citoplasmático. A região onde se concentra o cromossomo é chamada nucleóide.
O cromossomo contém genes necessários ao crescimento e à reprodução da bactéria. As informações genéticas são traduzidas em moléculas de proteínas que constituem as diversas partes da célula e controlam o funcionamento celular, atuando como enzimas.


Plasmídios

Além do DNA presente no nucleóide, a célula bacteriana pode ainda conter moléculas adicionais de DNA, chamadas plasmídios. Estes são bem menores do que a molécula de DNA que constitui o cromossomo, e sua presença não é essencial à bactéria.

A presença de plasmídios pode ser vantajosa para a bactéria. Entre outras vantagens, certos plasmídios contêm informações que permitem à bactéria degradar as moléculas de antibióticos que poderiam matá-las.


A PAREDE BACTERIANA

As bactérias apresentam um envoltório rígido, a parede bacteriana, que determina a forma da célula e a protege contra agressões físicas do ambiente. A parede evita, por exemplo, que a bactéria estoure quando colocada em água pura. Entretanto, se a célula bacteriana for colocada em ambiente de salinidade alta, ela se desidrata devido à osmose e morre. É por isso que se costumam salgar certos alimentos, tais como peixes( bacalhau, arenque etc.) e carnes (carne-seca, por exemplo) para preservá-los do ataque de bactérias.

Os antigos biólogos reuniam bactérias e plantas no mesmo reino, considerando que as células desses organismos têm paredes. Hoje, porém, sabe-se que a estrutura e a composição química das paredes difere muito em células bacterianas e vegetais.

Composição da parede bacteriana

O principal componente da parede bacteriana é uma substância chamada peptidoglicano, e não a celulose, como nas paredes das células vegetais. Peptidoglicanos são cadeias de moléculas de açúcar ligadas a pequenas cadeias de aminoácidos (oligopeptídios). Além dos peptidoglicano, podem existir outras características de cada espécie de bactéria.
Muitos antibióticos, entre eles a penicilina atuam impedindo que as bactérias formem as substâncias que compõem a parede. Bactérias que nascem na presença do antibiótico não formam parede e morrem.

Cápsula

Algumas bactérias secretam substâncias pegajosas, que aderem à superfície externa da parede e formam um envoltório protetor, chamado cápsula ou capa.
Em alguns casos verificou-se que os defensores do corpo- os glóbulos brancos do sangue- têm mais dificuldade de englobar e destruir bactérias com cápsula do que bactérias sem cápsula. Isso explica por que muitas bactérias causadoras de doenças têm cápsula.


FLAGELOS BACTERIANOS
Muitas bactérias se movem graças ao batimento de flagelos, filamentos protéicos ligados à membrana e à parede celular. Os flagelos bacterianos são movidos por verdadeiros motores moleculares, cujo princípio básico de funcionamento é semelhante ao dos motores elétricos convencionais: um rotor móvel que gira dentro de um anel fixo à incrível velocidade de até 15 mil rotações por minuto.


MEMBRANA E CITOPLASMA DA CÉLULA BACTERIANA

Sob a parede bacteriana localiza-se a membrana plasmática, de organização molecular, semelhante à das membranas de células eucariontes. Assim como estas, a membrana plasmática bacteriana é constituída por duas camadas de fosfolipídios, entremeadas de moléculas de proteínas.

O citoplasma da célula bacteriana é um líquido viscoso, constituído por proteínas dissolidas em água e por inúmeros tipos de pequenas moléculas e íons. Aí acontecem as milhares de transformações químicas que caracterizam a vida da bactéria. As proteínas, por exemplo, são fabricadas em pequenos grãos espalhados pelo citoplasma, os ribossomos. Uma única célula da bactéria Escherichia coli contém cerca de 15 mil ribossomos, cada um deles capaz de produzir uma molécula de proteína por minuto.


O MATERIAL GENÉTICO DA BACTÉRIA

Nucleóide

O cromossomo bacteriano é constituído por uma molécula circular de DNA, que fica mergulhada no líquido citoplasmático. A região onde se concentra o cromossomo é chamada nucleóide.

O cromossomo contém genes necessários ao crescimento e à reprodução da bactéria. As informações genéticas são traduzidas em moléculas de proteínas que constituem as diversas partes da célula e controlam o funcionamento celular, atuando como enzimas.


Plasmídios

Além do DNA presente no nucleóide, a célula bacteriana pode ainda conter moléculas adicionais de DNA, chamadas plasmídios. Estes são bem menores do que a molécula de DNA que constitui o cromossomo, e sua presença não é essencial à bactéria.

A presença de plasmídios pode ser vantajosa para a bactéria. Entre outras vantagens, certos plasmídios contêm informações que permitem à bactéria degradar as moléculas de antibióticos que poderiam matá-las.

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