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Abril/2000
Date: Thu Apr 20, 2000 3:11am
Subject: Por que os PGBLs apresentaram boa rentabilidade no trimestre !!!
O desempenho dos Fundos de Investimentos Financeiros (FIFs) exclusivos dos planos de previdência privada do tipo Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBLs) no primeiro trimestre não deixou por menos: acompanhou e, no caso dos dois primeiros colocados, até ultrapassou a rentabilidade dos fundos de investimentos de renda fixa, DI e cambiais.O pirmeiro colocado, o Alfaprev Moderado FIF PGBL, da Alfa Seguros e Previdência, obteve 5,46% de rendimento no período, e o segundo, o Bradesco PGBL V30, da Bradesco Previdência, 5,32%.A primeira colocação obtida pelo Alfaprev Moderado, um fundo conservador, com aplicações em títulos públicos e privados, explica-se, segundo Antônio César Costa, diretor de Produtos do Banco Alfa, pela composição da sua carteira no início do trimestre. “Procuramos ficar bem posicionados em títulos prefixados no início do ano, antes de as taxas de juros começarem a cair.” Outro componente para a obtenção da boa rentabilidade, ainda de acordo com Costa, foi a escolha de bons títulos privados no mercado.Se o primeiro colocado foi conservador, os fundos de PGBLs que ficaram entre segundo e quarto colocados no trimestre, no entanto, apresentaram posições mais agressivas, com aplicações em até 30% em ações, como o caso do Bradesco V30. “Tivemos um trabalho bastante intenso com o acompanhamento das bolsas e procurando manter papéis de primeira linha em nossa carteira, como ações da Petrobrás e da Vale do Rio Doce”, diz Roberto Parenti, diretor de Fundos do Banco Bradesco. “Além disso, como no começo do trimestre estávamos bem posicionados em títulos prefixados de renda fixa, quando os juros caíram, ficamos fora, com isso não tivemos tropeço e conseguimos ainda obter boa rentabilidade.”Longo prazo – Para o diretor de Recursos de Terceiros, do Banco AGF Braseg, Kazuhiro Miyamoto, a performance de fundos mais agressivos neste primeiro trimestre está atrelada ao desempenho das bolsas no ínício do ano. “Até março, as bolsas apresentaram bom comportamento, com rendimento positivo de 4,27%, o que já não ocorre neste momento.”Miyamoto atribui também a obtenção de boa rentabilidade dos fundos AGF Annuity V30 e AGF Annuity V15, respectivamente, terceiro e quarto colocados entre os mais rentáveis, ao trabalho de administração e aos participantes dos fundos. “Se ficar só em bolsa, o administrador não vai obter um bom rendimento, é preciso saber entrar e sair.” Em relação aos participantes, ele diz que os fundos refletem o perfil de investidor: “Embora esses planos sejam mais agressivos, eles não ficam entrando e saindo a todo momento, o que é muito bom para a política de investimento do fundo.” Aliás, segundo Miyamoto, o plano de previdência PGBL tem de ser visto como aplicação de longo prazo.Carregamento – Para Maurício Ferreira Júnior, diretor da CCF Brasil Seguros, o fato de um fundo de PGBL com aplicações exclusivas em títulos públicos federais, como o CCF Future Renda Fixa ter ficado em quinto lugar entre os mais rentáveis, também deve-se à baixa taxa de administração aplicada. “Como cobramos só 1,5% ao ano, a rentabilidade a ser repassada ao participante tende a ser maior.”
(O Estado de S. Paulo, Fundos & Cia, .)
PAULO PINHEIRO
 

Date: Mon Apr 24, 2000 6:48pm
Subject: Grupo suíço e Icatu lançam PGBL em parceria no Brasil
O grupo financeiro suíço UBS AG e a Icatu-Hartford acabam de lançar em parceria no Brasil o UBS PGBL Composto, primeiro plano de previdência privada do tipo gerador de benefícios livres (PGBL), combinando um gestor profissional independente com uma grande seguradora. O produto começa a ser vendido ao mercado no próximo dia 2.De acordo com Maurício Bicalho Neto, presidente da UBS Brinson - empresa de gestão de recursos institucionais do grupo suíço e que será gestora dos ativos do plano -, o UBS PGBL Composto nasce com patrimmônio de cerca de R$ 4 milhões e com a participação de quatro empresas patrocinadoras, entre elas, o próprio UBS Brinson.Bicalho observa que essa estrutura partilhada, em que cada instituição participa de uma fase do processo administrativo do plano, é uma dinâmica nova no Brasil, onde os PGBLs existentes são administrados em todas as suas fases pelo mesmo grupo financeiro.
 

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