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A listagem dos movimentos ambientalistas no Brasil e no mundo é extensa e tem de tudo; desde a defesa de preservação de uma única espécie animal ou vegetal, como é o caso do Tucuxi, um grupo que luta pela preservação do Boto Cor-de-Rosa da Amazônia. Existem movimentos que lutam pela preservação de um rio, de um lago, ou de um simples córrego, ou uma árvore ameaçada num determinado jardim. Existem outros movimentos que lutam por questões mais planetária como os movimentos que lutam contra a perfuração da camada de ozônio que circunda o Globo Terrestre. Existem abnegados que no anonimato entram com um punhado de sementes numa floresta somente para joga-las no chão. No Rio de Janeiro surge um movimento em defesa da lagoa Rodrigo de Freitas. No Grande ABC não é diferente, tem os mais variados tipos de movimentos ambientalistas. Tem aqueles que desenvolvem um trabalho unicamente na luta pela preservação da represa Billings, como é o caso do S.O.S. Billings. Existe movimento que luta contra a poluição do ar, como é o caso do Grupo Ecológico Consciência. O S.O.S. Mata Atlântica, luta pelo que resta de uma das matas mais exuberantes do planeta, que na época de nosso descobrimento ocupava todo o litoral Atlântico. A U.I.P.A. - União Internacional Protetora dos Animais, se dedica a defender os indefesos, isto, os animais, contra os maus tratos. O Movimento Pró-Haras, nascido no Bairro Baeta Neves em São Bernardo, luta pela recuperação e preservação de uma antiga chácara localizada num centro urbano e que se encontra abandonada. Alguns movimentos ambientalistas são compostos por 2 ou 3 pessoas, enquanto outros tem 200 ou mais integrantes, porém, mais importante do que a quantidade é a persistência e a capacidade de conhecimento específico daquilo que se está defendendo. Não basta somente defendermos o Mico Leão Dourado, é necessário que conheçamos cada particularidade do animal para podermos nos convencer e convencer as outras pessoas da necessidade de sua preservação. Na questão da defesa de uma represa, como é o caso da Billings, em São Paulo, se faz necessário conhecer, um mínimo de legislação sobre os mananciais.
Os principais diretores do MDV-Movimento em Defesa da Vida do Grande ABC, conhecem o básico sobre a represa Billings e sobre a história da degradação ambiental do Grande ABC. Se em cada bairro existisse algumas pessoas preocupadas com a própria história local, provavelmente a preservação desses bairros se daria de forma mais concreta e suas praças, córregos e terrenos baldios seriam mais conservados. Ser Ambientalista não é só cuidar de uma época, mas sim, acreditar na vida, em busca de um mundo melhor!


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