Observe a natureza. Ou�a o canto dos p�ssaros. Sinta o perfume das flores. Olhe para o c�u. Observe-o atentamente. Voc� j� est� fazendo ci�ncia! O primeiro passo a ci�ncia � a observa��o.Para observar, usamos nossos sentidos. Quem observa, quer saber... Vamos observar nosso universo?
Biosfera
Costuma-se dividir os biociclos em Bi�coros.O Biociclo terrestre se divide em quatro bi�coros: floresta, savana, campo e deserto. Por sua vez, os bi�coros s�o divididos em zonas diferentes denominadas Biomas. Se tomarmos como exemplo o bioma florestal teremos diferentes tipos de floresta: F. Tropical, F. Temperada, etc. Cada tipo desses representantes � um bioma. Nos Talassociclos vale ressaltar que nele distinguem-se tr�s componentes bi�ticos: pl�ncton, b�nton e n�cton. O pl�ncton � constituido por seres microsc�picos que n�o possuem movimentos pr�prios, sendo por isso arrastados pela correntezas. O pl�ncton vegetal � denominado fitopl�ncton e se constitui de algas. O animal � denominado zoopl�ncton e se comp�e de protozo�rios e microcrust�ceos principalmente. O pl�ncton serve como alimento para seres que vivem no meio marinho . O b�nton � constitu�do por seres que vivem no fundo do mar, e o n�cton, por seres que possuem movimentos pr�prios, como peixes, mam�feros marinhos, tartarugas etc. A biosfera � a parte da Terra na qual existem organismos vivos. Ela � uma fina pel�cula na superf�cie do planeta, irregular em espessura e em densidade. A atmosfera terrestre � um manto de g�s e de p�, mantido perto da superf�cie pela gravidade. A atmosfera filtra os danosos raios ultravioleta do Sol e impede a perda de calor da superf�cie da Terra. A biosfera � afetada pela posi��o e pelos movimentos da Terra em rela��o ao Sol e pelos movimentos do ar e da �gua. Essas condi��es causam grandes diferen�as de temperatura e pluviosidade de lugar para lugar e de esta��o para esta��o. Tais disparidades se refletem em diferen�as nos tipos de vida animal e vegetal. As grandes forma��es de seres vivos em terra s�o chamadas biomas. O bioma terrestre mais rico � a floresta �mida tropical, em que o crescimento n�o � limitado por falta d'�gua ou por temperaturas extremas. Na floresta tropical, as �rvores s�o sempre verdes e de folhas largas, caracteristicamente cobertas por trepadeiras e ep�fitas. N�o h� quase ac�mulo de material em decomposi��o, ou h�mus. Os solos tropicais s�o freq�entemente argilas vermelhas (chamadas lateritas) que sofrem eros�o ou se solidificam quando desmatados.
As pradarias ficam entre as florestas dec�duas e os desertos e t�m pluviosidade intermedi�ria entre as destas forma��es. O crescimento das �rvores � impedido n�o somente pela falta de chuva, mas tamb�m pelos animais pastadores (que comem as plantas novas) e pelos inc�ndios recorrentes. As savanas s�o pradarias tropicais intermedi�rias entre as florestas �midas tropicais e os desertos. As florestas dec�duas tropicais ocorrem onde as chuvas s�o estritamente ligadas �s esta��es. O chaparral, um bioma caracterizado por arbustos, encontrado no sul da Calif�mia e no Mediterr�neo, tem ver�es secos, mas abundante chuva de inverno. As regi�es des�rticas apresentam pluviosidade muito baixa e temperaturas altas durante o dia. A vegeta��o principal � constitu�da de plantas anuais, com esta��es de crescimento extremamente curtas; os cactos e outras plantas perenes do deserto s�o altamente adaptadas para conservar �gua. Os biomas de �gua doce incluem lagos e lagoas (que s�o �gua parada) e rios e correntezas (que s�o �gua em movimento). Os lagos dividem-se em tr�s zonas ecol�gicas: a zona litor�nea, ao longo da margem, caracterizada por vegeta��o com ra�zes; a zona l�mnica, de �gua aberta, que se estende at� onde a luz penetra; e a zona profunda. A zona litor�nea cont�m rica variedade de vida vegetal e animal, representada por caramujos, muitos insetos e outros invertebrados pequenos. Os organismos fotossintetizantes da zona l�mnica s�o principalmente fitopl�ncton; os peixes maiores encontram-se sobretudo nessa zona. N�o h� plantas na zona profunda; os organismos principais s�o decompositores, inclusive bact�rias e fungos. Os lagos das zona; tempera�as ficam, durante o ver�o e o inverno caracteristicamente estratificados em camadas de temperatura; diferentes e suas �guas se misturam de novo na primavera e no outono, redistribuindo oxig�nio e nutrientes. A lagoa � um corpo de �gua relativamente rasa, tal que pela maior parte de seu fundo podem crescer planta; com ra�zes. A vida nos rios e correntezas � determinada em grande parte pela rapidez da corrente. Em �gua de movimento r�pido, o; organismos vivos s�o encontrados principalmente nas cascatas, presas �s rochas e ajustados em reentr�ncia;. Os mares abertos t�m duas divis�es distinta, de vida: a pel�gica (planct�nica) e a bent�nica (de fundo). A vegeta��o fotossintetizante do mar aberto � quase inteiramente pl�ncton - algas unicelulares flutuantes. O pl�ncton vegetal (fitopl�ncton), misturado com pl�ncton animal (zoopl�ncton), fornece o alimento b�sico para peixes e animais de �guas profundas e tamb�m para a vida esparsa, mas diversificada, de animais, fungos e bact�rias do fundo, propriamente dito, dos oceanos. O padr�es, de circula��o a�rea, juntamente com a rota��o da Terra, produzem as grandes correntes oce�nicas. Essas correntes modificam a temperatura das �guas litor�neas e dos continentes. A zona mais rica de vida oce�nica � o recife de coral, constitu�do de corpos e de esqueletos de celenterados, aos quais se unem algas simbi�ticas. Os litorais incluem as costas rochosas, as praias arenosas, as praias lamacentas e os estu�rios, cada qual com sua variedade caracter�stica de vida. Os alagados dos estu�rios s�o um local de cria��o para muitas formas imaturas de vida marinha.