O Rock
Atualmente, o
ritmo musical de que mais se tem notícia é o Black. Uma mistura homogênea de Hip
Hop e Romantic Music. Mas nem sempre foi assim. Já houve o Hippie dos anos 60, o
Soul dos anos 70, o Rock dos anos 80, o Progressive dos anos 90 e o nascer do
Emocore Moderno, junto com o nascer do século.
Mas não é sobre esses ritmos
como Hippie, Soul e Funk que eu abordarei neste artigo. Falarei sobre
Rock.
Rockeiros não são só "doidos cabeludos que balançam a cabeça
inutilmente", como diz "sabiamente" a revista Capricho. O rock é um estilo de
vida. Cabelo grande? Não, só se for metaleiro. Cinto com pontas? Não, só se for
emo. Mas o rock em questão é o rock dos anos 80, o verdadeiro rock.
O rock,
na sua essência, é (ou melhor, era) uma maneira de se revoltar contra a
sociedade. Uma maneira de expressar os sentimentos, geralmente os mais obscuros.
O rock é a magia escondida na música.
"Mãe, ponha as minhas armas no chão.
Não posso mais atirar com elas" diz Axl Rose em uma de suas
músicas.
Recentemente, com a invenção de novos ritmos como o emocore e (a
escória da sociedade) o forró-Calypso, o rock foi morrendo nas nossas
mente.
Não se fazem mais músicas como antigamente. O rock se sacrificou para
dar lugar a coisas inúteis. Agora, só nos resta esperar que alguém, em algum
lugar, reviva o espírito do rock, a chama que, há muito, está apagada em nossos
corações.